Questões de Concurso Para auxiliar contábil

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Q618458 Noções de Informática
Estou trabalhando um documento criado no editor de textos Microsoft Office Word 2003, na sua instalação original. Esse documento é muito extenso e contém inúmeras páginas e, desejo utilizar uma combinação de teclas de atalho para ir diretamente para o início deste documento, qual é a sequência correta?
Alternativas
Q618457 Noções de Informática
Sobre opção Formatar – Coluna no MS Word 2003, selecione a alternativa correta.
Alternativas
Q618456 Noções de Informática
As alternativas abaixo fazem referência ao Gerenciador de Dispositivos do Windows XP e superiores. Marque a alternativa que for correta.
Alternativas
Q618455 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: “Aprendi a usar as conjugações verbais na primeira e segunda ______ do Ensino Médio, estudando________ brasileiro e o português________, sempre ________ ao livro de estudos.”.
Alternativas
Q618454 Português
Assinale a alternativa em que a expressão que a acompanha preenche corretamente a frase.
Alternativas
Q618453 Português
                                                                          Para quem aprender a gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural, que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor! Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos e embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se der razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
                                                                        (Arthur da Távola. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.)
Assinale a alternativa em que o verbo destacado está incorretamente classificado.
Alternativas
Q618452 Português
                                                                          Para quem aprender a gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural, que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor! Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos e embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se der razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
                                                                        (Arthur da Távola. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.)
Assinale o que for correto sobre os termos destacados nas proposições: I – “Tenho visto muito amor por .” II – “, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados...”.
Alternativas
Q618451 Português
                                                                          Para quem aprender a gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural, que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor! Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos e embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se der razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
                                                                        (Arthur da Távola. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.)
Assinale a alternativa em que não há marca de interlocução expressa pelo autor do texto.
Alternativas
Q618450 Português
                                                                          Para quem aprender a gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural, que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor! Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos e embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se der razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
                                                                        (Arthur da Távola. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.)
Assinale a alternativa que melhor interpreta a metáfora: “Amores levados com arte e ternura de mãos de jardineiras.”
Alternativas
Q618449 Português
                                                                          Para quem aprender a gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural, que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor! Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos e embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se der razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
                                                                        (Arthur da Távola. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.)
O que o autor do texto propõe que o leitor aprenda para que o amor seja bonito?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: SIGMA RH Órgão: Câmara de Carapicuíba - SP
Q1228784 Português
Em que frase a vírgula deveria ser retirada?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: SIGMA RH Órgão: Câmara de Carapicuíba - SP
Q1212505 Noções de Informática
O termo quarentena é associado a qual categoria de software?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1239535 Contabilidade Geral
É um livro obrigatório (exigido por lei) em todas as empresas. Registra os fatos contábeis em partidas dobradas na ordem rigorosamente cronológica do dia, mês e ano. Este livro obrigatório deverá conter termos de abertura, de encerramento e as demonstrações contábeis obrigatórias, sendo submetido à autenticação do órgão competente do registro do comércio.
Identifique-o.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Nova União - RO
Q1205106 Matemática
Clara e Pedro fizeram um curso de informática e, para serem aprovados, devem ter a média aritmética de sua notas no mínimo igual a 7. As notas de Clara foram 7 ; 5,5 e 8,5; e as de Pedro foram 6,5 ; 4,5 e 8,5. Assinale a resposta CORRETA com a média aritmética de cada um e a situação aprovado ou reprovado, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Nova União - RO
Q1205060 Matemática Financeira
Pedro aplicou R$100,00 em um fundo de investimento à taxa de juro simples de 5% ao mês. Qual será o juro e o montante, respectivamente, depois de 6 meses?

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1196996 Contabilidade Geral
Conforme as intitulações da Lei 6.404/76 e alterações posteriores, o balanço patrimonial é composto por três elementos básicos: ativo, passivo e patrimônio líquido. Portanto, é importante que as contas sejam classificadas no balanço de forma ordenada e uniforme, para permitir aos usuários uma adequada análise e interpretação da situação patrimonial e financeira.
Visando atender a este objetivo, o passivo fica dividido nos seguintes grupos:
Alternativas
Respostas
961: C
962: D
963: C
964: D
965: A
966: D
967: C
968: B
969: A
970: B
971: A
972: C
973: C
974: C
975: D
976: B