Foram encontradas 1.419 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4157895 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa:

I – Ele tinha cabelo e pupila ________.
II – Foi ________, por muito tempo, a única possibilidade viável.
III – Ele tinha dentes e garras ________.
IV – Muitas precauções são ________. 
Alternativas
Q4157893 Português
Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta de língua:
Alternativas
Q4157892 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4157891 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
A frase “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo” é um exemplo de oração subordinada substantiva objetiva direta. Assinale a alternativa que apresente outro exemplo desse tipo de oração:
Alternativas
Q4157890 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
A palavra “exímio”, presente em “[...] não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:
Alternativas
Q4157889 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
Leia a sentença a seguir:

“Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n.”

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical das palavras destacadas:
Alternativas
Q4157888 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
Segundo a matéria, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4157887 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
1-Leia atentamente as afirmações a seguir:

I– O autor da matéria discorda da autoavaliação de Michael Simkin, pois considera que Simkin é um excelente jogador de xadrez.
II – Segundo o texto, o matemático Simkin não se interessa por análises combinatórias.
III – Segundo a matéria, a revista alemã propôs um desdobramento a partir do primeiro desafio sobre as “n-rainhas”.

São incorretas as afirmativas: 
Alternativas
Q1949745 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está INADEQUADO.
Alternativas
Q1949744 Português

Observe o emprego do verbo assistir na frase a seguir.


“O médico assistiu o paciente dando-lhe o atendimento adequado.”


Assinale a alternativa em que o emprego desse verbo está com o mesmo sentido do destacado na frase acima.

Alternativas
Q1949743 Português
Levando em consideração a escrita das palavras, assinale aquela que apresenta inadequação ortográfica. 
Alternativas
Q1949742 Português
Das palavras citadas a seguir, uma delas foi acentuada de forma inadequada. 
Alternativas
Q1949741 Português

Leia a frase a seguir para responder à questão.


"A vida é curta, viva. O amor é raro, aproveite. O medo é terrível, enfrente.

As lembranças são doces, aprecie".

Caio Fernando Abreu 


Ainda em relação ao texto de Caio Fernando de Abreu, é CORRETO afirmar que é composto:

Alternativas
Q1949740 Português

Leia a frase a seguir para responder à questão.


"A vida é curta, viva. O amor é raro, aproveite. O medo é terrível, enfrente.

As lembranças são doces, aprecie".

Caio Fernando Abreu 



Os verbos, nos períodos acima, VIVA, APROVEITE, ENFRENTE, APRECIE, estão:

Alternativas
Q1949738 Português

Leia a anedota abaixo para responder a questão.


O camarada telefona pro consultório médico:


– Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

– Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

– Peraí... Até lá, posso ter morrido!

– Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!


“O camarada telefona pro consultório médico:”. O termo destacado é: 

Alternativas
Q1949737 Português

Leia a anedota abaixo para responder a questão.


O camarada telefona pro consultório médico:


– Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

– Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

– Peraí... Até lá, posso ter morrido!

– Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!


De acordo com o sentido global da anedota, a afirmativa que MELHOR pode explicar a intencionalidade da anedota:

Alternativas
Q1949736 Português

Leia a charge a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Em relação ao processo de formação de palavras, no segundo balão há: 

Alternativas
Q1949732 Português

Texto II


O capítulo da adolescência


        A vida é um livro, e a adolescência é seu capítulo mais confuso. É como uma aberração caótica, indefinida e aleatória. Cada palavra possui fontes diferentes, textos se erguem como arranha-céus, de gêneros que variam do drama ao romance, e de suspense ao terror. Um criptograma dotado de uma urgência a ser desvendado. Páginas são folheadas, repletas de incertezas, o futuro é composto de folhas em branco. Mas com o passar do tempo, com o amadurecer da história, conseguimos encontrar um pouco de ordem no caos. Finalmente entendemos que o criptograma não é tão urgente, descobrir-se necessita de tempo, um tempo interior e próprio. E, por fim, a conclusão, se as páginas estão em branco, somente nós seremos capazes de contar essa história, descrever quem verdadeiramente somos, cheios de angústias e infelicidades, mas também repletos de serenidades e felicidades, as contradições que nunca nos abandonarão.

Arthur de Paula Souza (Produção de aluno do 1o ano do EM)

Leia os trechos a seguir para responder a questão.


I. Mas com o passar do tempo, com o amadurecer da história, conseguimos encontrar um pouco de ordem no caos.


II. (.. ) mas também repletos de serenidades e felicidades, 


Os modalizadores destacados exprimem respectivamente: 

Alternativas
Respostas
941: C
942: A
943: B
944: B
945: D
946: D
947: A
948: A
949: C
950: B
951: B
952: C
953: D
954: B
955: A
956: B
957: C
958: D
959: C
960: B