Questões de Concurso
Para técnico de necrópsia
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Complete a frase, marcando a opção que apresenta, respectivamente, os termos corretos.
Nos traumatismos do crânio, mesmo na ausência de fraturas, a lesão da artéria meníngica média, ramo da artéria ____________ pode determinar hemorragia ____________ e consequente compressão cerebral.
O osso hioide não se articula com qualquer outro osso do corpo e encontra-se preso ao crânio pelo ligamento estilo-hióideo. Geralmente, a fratura de seu corno maior está relacionada a casos de morte asfíxica por:
A porção mais larga e superficial do intestino grosso, na qual surge o primeiro sinal de putrefação no cadáver é o:
Um indivíduo adulto normal foi vítima de agressão por projétil de arma de fogo, que transfixou a região do hipocôndrio esquerdo. Nessa localização, as estruturas anatômicas e órgãos que podem ter sofrido lesão são:
Assinale o nome da técnica de necropsia na qual a evisceração se faz em monoblocos, através da retirada de órgãos relacionados anatomicamente e/ou funcionalmente.
A declaração de óbito é um documento médico imprescindível para o sepultamento de pessoas mortas em qualquer lugar do território nacional. Todavia, a lei brasileira impõe algumas situações que somente o perito legista pode fornecer, como em:
Os principais vasos sanguíneos do corpo humano são basicamente classificados em dois grupos, conforme apresentado na Coluna I. Estabeleça a correspondência coerente com os nomes listados da Coluna II.
Coluna I
1. artérias
2. veias
Coluna II
( ) jugular
( ) porta
( ) carótida
( ) aorta
( ) cava
A sequência correta é:
O instrumento constituído por uma placa estreita de aço, com extremidade cortante, reta ou curva, munido de um cabo, que é utilizado para raspar o periósteo craniano por atrito ou através de pequenos golpes, de modo a deixar os ossos limpos e facilitar a ação da serra é chamado:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Ciência contra o crime
Com o aperfeiçoamento da genética e sua integração a sistemas ultrainformatizados, solucionar crimes que pareciam perfeitos está cada vez mais fácil. Onze de setembro de 2001. Dois aviões se chocam contra o World Trade Center, no coração de Nova York. 2 749 pessoas morrem. Para a maior parte dos americanos, o fundamental é descobrir os responsáveis pelo atentado terrorista. Mas, para os parentes daqueles que estavam nos prédios, o mais urgente é outra coisa: identificar seus filhos, pais, maridos e esposas.
Apenas 291 corpos foram encontrados intactos. Os outros se transformaram em mais de 19 mil partes, um terço delas tão pequenas que saíam de lá em tubos de ensaio. O colapso dos edifícios e o fogo que atingiu temperaturas superiores a 1000 °C no primeiro dia de incêndio destruíram boa parte do material genético das vítimas. Nove meses depois, menos da metade delas havia sido identificada. Sem poder contar com a análise de impressões digitais, arcadas dentárias e outros métodos tradicionais, o Escritório de Exames Médicos da Cidade de Nova York criou uma junta de especialistas para orientar os testes de DNA. Para o governo dos EUA, consolar os familiares das vítimas do 11 de Setembro tornou-se uma questão de honra nacional, na qual todo esforço tecnológico deveria ser empregado.
Estava para começar o maior – e provavelmente mais difícil – trabalho de perícia criminal da história da humanidade. “Nenhum de nós sabia quanto tempo a investigação poderia durar”, diz o geneticista do Instituto Nacional de Pesquisas do Genoma Humano Leslie Biesecker, um dos especialistas envolvidos no processo. Em 7 anos, a força-tarefa que uniu biólogos, químicos, médicos-legistas, engenheiros, matemáticos e programadores conseguiu resultados inéditos, que hoje começam a ser empregados ao redor do planeta.
Os esforços de identificação das vítimas do WTC são uma prova de que, hoje, desvendar crimes só é possível com equipes multidisciplinares. Além de aperfeiçoar a clássica coleta de evidências, elas trabalham no desenvolvimento de sofisticadas técnicas de testes de DNA e softwares especializados que formam uma estrutura de fazer inveja a Sherlock Holmes. Esse arsenal high tech tem deixado a vida dos bandidos complicada: está cada vez mais duro cometer um crime perfeito. Ciência contra o crime
(ARAÚJO, Tarso. in Revista Superinteressante, agosto de 2008.)
A palavra HUMANIDADE (parágrafo 3) é formada pelo processo de: