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Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Joinville - SC Provas: IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Assistente Social | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Arquivologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Contador | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Cirurgião - Dentista da Estratégia de Saúde da Família | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico de Estratégia de Saúde da Família | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Jornalista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Plantonista Clínica Médica | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Pneumologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Psicólogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Terapeuta Ocupacional | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Alergologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Neurologista Pediátrico | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Patologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Plantonista Pediatra | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Infectologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Infectologista Pediatra | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Cirurgião Plástico Fissura Labial | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Psiquiatra | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Analista Clínico | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Geógrafo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Enfermeiro | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Engenheiro Civil | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Engenheiro Eletricista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Engenheiro Sanitarista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Farmacêutico | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Fisioterapeuta | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Analista de Tecnologia da Informação | IBADE - 2024 - Prefeitura de Joinville - SC - Arquiteto |
Q2482825 Português

A era do Homo Trecos


A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis

Renato de Faria | 10/03/2024


         Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens. Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais.


        Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais.


        Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios.


         Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos.


      A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos.


       Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais.


     Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco-Mãe.


         Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos.



FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas, 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6816267-a-era-do-homo-trecos.html. Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado. 

Qual é a função das vírgulas no trecho “É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa.” (5º parágrafo)?
Alternativas
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Q2482824 Português

A era do Homo Trecos


A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis

Renato de Faria | 10/03/2024


         Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens. Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais.


        Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais.


        Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios.


         Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos.


      A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos.


       Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais.


     Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco-Mãe.


         Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos.



FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas, 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6816267-a-era-do-homo-trecos.html. Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado. 

Qual das expressões abaixo, empregadas no texto, apresenta um sentido denotativo no contexto em que se encontra?
Alternativas
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Q2482823 Português

A era do Homo Trecos


A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis

Renato de Faria | 10/03/2024


         Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens. Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais.


        Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais.


        Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios.


         Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos.


      A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos.


       Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais.


     Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco-Mãe.


         Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos.



FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas, 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6816267-a-era-do-homo-trecos.html. Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado. 

De acordo com o articulista, o ser humano produz trecos:
Alternativas
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Q2482822 Português

A era do Homo Trecos


A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis

Renato de Faria | 10/03/2024


         Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens. Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais.


        Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais.


        Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios.


         Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos.


      A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos.


       Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais.


     Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco-Mãe.


         Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos.



FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas, 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6816267-a-era-do-homo-trecos.html. Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado. 

Qual dos trechos grifados abaixo representa uma oração subordinada substantiva?
Alternativas
Q2479343 Engenharia Civil
No estudo de estruturas hiperestáticas, não é possível determinar as reações de apoio e/ou os esforços internos utilizando apenas as equações universais da estática. Isso ocorre porque existem vínculos externos ou ligações internas a mais do que o necessário. Existem dois métodos tradicionais para solucionar estruturas hiperestáticas: o Método das Forças e o Método dos Deslocamentos. Ao utilizar o Método das Forças para solucionar uma estrutura hiperestática, o primeiro passo na solução é determinar o grau de indeterminação estática da estrutura (ou grau de hiperestaticidade). Os apoios externos que aparecem nos pórticos podem ser de três tipos: 1º gênero, 2º gênero e engaste. Considere os pórticos planos representados nas figuras 1, 2, 3, 4 e 5.


Imagem associada para resolução da questão




(Figura Retirada Do Livro, página 68 - Figura 1.34d SORIANO, H. L.; LIMA, S. de S. Análise de estruturas: método das forças e método dos deslocamentos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2006.)


Marque a sequência correta e respectiva dos graus de indeterminação estática de cada pórtico plano.
Alternativas
Q2479342 Engenharia Civil
Para a estrutura treliçada dada na figura, assinale a força de reação vertical no apoio E e o valor das forças normais nas barras GF e CD. Na figura, o apoio A é apoio do 2º gênero e o apoio E é do 1º gênero.

Obs: o valor negativo do esforço normal indica que é de compressão e o valor positivo indica que é de tração.


Imagem associada para resolução da questão


(Adaptação Da Figura Retirada Do Livro #Hibbeler, R. C. – Mecânica Para Engenharia – Estática Pearson Prentice Hall, 10ª Ed. 2005.)
Alternativas
Q2479341 Engenharia Civil
Para a viga hiperestática representada na figura, considere que o apoio A é um apoio do 1º gênero, que o apoio B é um engaste e o índice de rigidez da viga é constante e igual a EI. Considere também a teoria da elasticidade e que tudo ocorre dentro do regime linear elástico, com pequenos deslocamentos, pequenas deformações e a validade da Lei de Hooke. Nessas condições, o valor da força de reação vertical do apoio A e o valor da flecha (deslocamento vertical) do ponto médio da viga (distante 3 metros do apoio A), expresso em função do índice de rigidez EI, respectivamente, são:

Obs.: o valor negativo da flecha indica deslocamento para baixo e valor positivo indica deslocamento para cima.



Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2479340 Engenharia Civil
Elementos estruturais podem estar submetidos ao esforço interno de torção. Dentre os materiais que podem ser utilizados em estruturas, existem materiais que são considerados frágeis e materiais que são considerados dúcteis. As duas figuras apresentadas mostram dois corpos de prova constituídos de materiais diferentes quanto às suas ductilidades, que possuíam as mesmas dimensões e que foram submetidos a ensaios semelhantes de torção em laboratório, até que atingissem o colapso (sofressem ruptura). 


Imagem associada para resolução da questão




FIGURA RETIRADA DO LIVRO, Página 133 - Figura 3.21 BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R. e DeWOLF J. T.; “Resistência dos Materiais”, Editora McGraw-Hill, São Paulo, 4 a edição, 2006, (ou edições anteriores: 2a edição 1982, 3a edição 1996).


Considerando as duas formas diferentes de rupturas que ocorreram nos dois corpos de prova, é correto afirmar:
Alternativas
Q2479339 Engenharia Civil
Para a estrutura tri-articulada da figura, considerando a carga de 24 kN aplicada no ponto indicado e ainda que os apoios em A e C são apoios do segundo gênero, tem-se que os valores das reações de apoio vertical em A, horizontal em A, vertical em C e horizontal em C, respectivamente, são: 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2479338 Engenharia Civil
Na análise de uma treliça plana pelo método dos nós, faz-se um corte em torno do nó e analisa-se o equilíbrio do diagrama de forças aplicadas ao nó. Em alguns casos, conclusões podem ser tiradas de forma imediata no tocante aos esforços internos desenvolvidos nas barras da treliça. Diante disso, considerando a figura da treliça indicada, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Imagem associada para resolução da questão



(Adaptação Da Figura Retirada Do Livro #HIBBELER, R. C. – Mecânica para Engenharia – Estática Pearson Prentice Hall, 10ª Ed. 2005 .)


( ) A barra DF tem esforço nulo, assim como a barra HC.
( ) A barra GC está tracionada.
( ) As barras AB e BC têm esforços normais diferentes.
( ) A barra FC tem esforço nulo e a barra BH está comprimida.


Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q2479337 Engenharia Civil
Estaca é o elemento de fundação profunda executado inteiramente por equipamentos ou ferramentas, sem que, em qualquer fase de sua execução, haja descida de operário. Numere as definições dos diversos tipos de estacas de acordo com os tipos dados.


1. Estaca Raiz
2. Estaca Strauss
3. Estaca Franki
4. Estaca Hélice Contínua

( ) Estaca executada in loco executada por perfuração do solo através de balde sonda (piteira), com uso parcial ou total de revestimento recuperável e posterior concretagem.


( ) Estaca moldada in loco caracterizada por ter uma base alargada, obtida introduzindo-se no terreno uma certa quantidade de material granular ou concreto, por meio de golpes de um pilão. O fuste pode ser moldado no terreno com revestimento perdido ou não ou ser constituído por um elemento pré-moldado.


( ) Estaca de concreto moldada in loco e executada acima e abaixo do lençol freático por meio de trado contínuo e injeção de concreto pela própria haste do trado, sendo que a armadura é introduzida após a concretagem da estaca.


( ) Estaca armada e preenchida com argamassa de cimento e areia, moldada in loco, executada através de perfuração rotativa ou rotopercussiva, revestida integralmente, no trecho em solo, por um conjunto de tubos metálicos recuperáveis.


Marque a sequência correta.
Alternativas
Q2479336 Engenharia Civil
O Índice de Suporte Califórnia, também conhecido como ensaio CBR (California Bearing Ratio), permite determinar a espessura de pavimento flexível em função do tráfego. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os valores característicos determinados pelo ensaio CBR para uma amostra de solo.
Alternativas
Q2479335 Engenharia Civil
Assinale a alternativa que apresenta o volume de escavação de vala para o assentamento de tubos de concreto de um trecho da rede coletora de esgoto com extensão de L= 200 m e declividade de i=1%. A superfície do terreno é perfeitamente nivelada e a seção transversal inicial tem largura de 1,8 m e profundidade de 3,0 m.
Alternativas
Q2479334 Engenharia Civil
Para executar um serviço de 1.600 kg de armação, foram escalados 4 armadores, trabalhando 8 horas por dia, com índice de uso horário de 0,10 h/kg. A duração do serviço será de
Alternativas
Q2479333 Engenharia Civil
Considerando as Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso, a respeito da segurança contra incêndio e pânico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) As edificações ou locais de risco enquadradas como Procedimento Simples (PS) devem possuir as seguintes medidas de segurança mínimas: extintores de incêndio, iluminação de emergência, saída de emergência e sinalização de emergência, instaladas conforme as respectivas normas técnicas.


( ) As edificações com área construída até 750 m² (setecentos e cinquenta metros quadrados) ou altura até 12 m (doze metros) estão dispensadas da obtenção do Alvará Provisório de Segurança Contra Incêndio e Pânico.


( ) Para o sistema de proteção por extintores de incêndio, tem-se como exigências mínimas de projeto as indicações de localização, capacidades de carga, altura de instalação, demarcação no piso e os extintores para riscos específicos (quando houver).


( ) O projeto de saídas de emergência é obrigatório somente para edificações com área total construída acima de 150 m² (cento e cinquenta metros quadrados).


Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2479332 Engenharia Civil
As relações de precedência entre as atividades definidas no planejamento físico-financeiro de uma determinada obra e os tempos de duração de cada uma, estão apresentadas no quadro a seguir.

Imagem associada para resolução da questão



Assinale a alternativa que apresenta as atividades que compõem o caminho crítico dessa obra.
Alternativas
Q2479331 Engenharia Civil
A Segurança e Saúde do Trabalho (SST) no Brasil é regida por normas e legislações, em especial as Normas Regulamentadoras publicadas na Portaria MTb n.º 3214/1978, do Ministério do Trabalho e suas alterações atualizações. A respeito da SST na indústria da construção, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) É responsabilidade da organização fazer a Comunicação Prévia de Obras em sistema informatizado da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), antes do início das atividades, de acordo com a legislação vigente.


( ) O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), além de contemplar as exigências previstas na NR 01, deve conter os projetos: da área de vivência, das instalações elétricas provisórias, dos sistemas de proteção coletiva e sistema de proteção individual contra quedas.


( ) É permitida a utilização de sistema de tubulão escavado manualmente com profundidade superior a 15 m (quinze metros), desde que o seu diâmetro seja superior a 90cm (noventa centímetros).


( ) A capacitação básica em segurança do trabalho dos trabalhadores da indústria da construção consiste na carga horária mínima de 4 horas para treinamento inicial e de 4 horas para treinamento periódico, com periodicidade de 2 anos.


Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q2479330 Engenharia Civil
Um painel de vedação em alvenaria não estrutural, de blocos de concreto, com dimensões nominais em centímetros de 9x19x39cm, foi elevado de meia vez, com argamassa mista no traço 1:2:8 (cimento, cal e areia). A espessura das juntas é de 10 mm.

A tabela a seguir contém os dados referentes ao consumo de materiais e mão de obra por metro quadrado do painel de vedação, incluídas as perdas. Considere os encargos sociais trabalhistas/ indenizatórios (totais) de 100% e o BDI de 30%.


Imagem associada para resolução da questão



Assinale o valor total em reais para dois metros quadrados do painel de vedação elevado.
Alternativas
Q2479329 Engenharia Civil
A respeito de desempenho, vida útil, manutenção e inspeção predial em edificações abordados na norma ABNT NBR 16747: 2020, analise as afirmativas.


I. A inspeção predial é um processo de avaliação das condições técnicas, de uso, operação, manutenção e funcionalidade da edificação e de seus sistemas e subsistemas construtivos, de forma sistêmica e predominantemente sensorial (na data da vistoria), considerando os requisitos do usuário.


II. Vida útil é uma estimativa de tempo de um sistema projetado que irá atender aos requisitos de desempenho, sem que haja necessidade de manutenção, correspondente a 30 (trinta) anos, a contar da data da entrega definitiva da obra.


III. Na avaliação de desempenho, a inspeção predial deve ser feita, abrangendo os seguintes requisitos dos usuários: segurança, habitabilidade e sustentabilidade; assim como respeitar a legislação vigente do município e estado em que for executada.


IV. O nível de prioridade 1 (um) diz respeito às ações necessárias quando a perda de desempenho compromete a saúde e/ou segurança dos usuários, e/ou funcionalidade dos sistemas construtivos, com possíveis paralisações, comprometimento da durabilidade e até riscos ao meio ambiente.


Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2479328 Engenharia Civil
Para o controle da execução de uma obra hipotética, foi elaborado o cronograma físico-financeiro conforme quadro a seguir, onde estão apresentados os cinco serviços, a porcentagem executada em cada mês e o custo de cada serviço em porcentagem. 

Imagem associada para resolução da questão


Assinale o custo em porcentual acumulado de todos os serviços executados até o final do quarto mês. 
Alternativas
Respostas
11621: A
11622: A
11623: D
11624: B
11625: A
11626: D
11627: B
11628: C
11629: C
11630: D
11631: C
11632: A
11633: A
11634: B
11635: B
11636: D
11637: C
11638: B
11639: D
11640: A