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Q3721496 Matemática
Em um triângulo retângulo, os catetos medem 15 cm e 20 cm. A altura relativa à hipotenusa é igual a:
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Q3721495 Matemática Financeira
Caio aplicou certa quantia por 8 meses a uma taxa de juros simples de 1,5% ao mês, obtendo um montante de R$ 9.600,00. Sabendo que o valor dos juros recebidos equivale a 25% do capital aplicado, conclui-se que o valor aplicado foi de:
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Q3721494 Matemática
Um cone circular reto tem 4 cm de raio da base e 6 cm de altura. Assim, o volume do cone, em mL, é igual a:
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Q3721493 Física
A altura, em metros, de um projétil lançado verticalmente para cima é dada por h(t) = – 5t2 + 20t + 1, onde t é medido em segundos. Dessa forma, podemos garantir que a altura máxima do projétil será:
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Q3721492 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

É possível que um país de ‘não leitores’ contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância” (6º parágrafo). A oração em destaque pode ser classificada como:
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Q3721491 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção” (4º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para isolar:
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Q3721490 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral” (2º parágrafo). O conectivo em destaque tem valor:
Alternativas
Q3721489 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

Pelas suas características composicionais, o texto anterior é um exemplo de:
Alternativas
Q3721488 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

O texto sugere que há uma relação entre o uso da internet no tempo livre e o hábito de leitura de livros no Brasil. Essa relação pode ser sintetizada na ideia de que:
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Q3706530 Engenharia Civil
Em relação aos termos e definições preconizados na NBR 5626:2020, que trata sobre projeto, execução, operação e manutenção de sistemas prediais de água fria e quente, assinale V, se verdadeiros, ou F, se falsos.

( ) Pressão de trabalho: valor de pressão estática ou dinâmica a que um componente fica submetido em condição de operação normal.
( ) Pressão manométrica: maior valor de pressão a que um componente pode ficar submetido em condição de operação normal.
( ) Pressão estática: carga de pressão ou carga piezométrica (energia de pressão por unidade de peso de água) atuante em determinada seção de tubulação sob carga, porém sem escoamento, considerada em sua linha de eixo.
( ) Pressão dinâmica: carga de pressão ou carga piezométrica (energia de pressão por unidade de peso de água) atuante em determinada seção de tubulação sob escoamento, considerada em sua linha de eixo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3706529 Engenharia Civil
As tubulações do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário podem ser dimensionadas pelo método das Unidades Hunter de Contribuição (UHC). Assinale a alternativa que apresenta o aparelho sanitário com maior número de UHC. 
Alternativas
Q3706528 Engenharia Civil
Um terreno urbano de 20 m × 30 m recebe uma edificação de dois pavimentos. O térreo tem dimensões de 12 m × 18 m, enquanto o pavimento superior possui 15 m × 16 m. A Taxa de Ocupação (TO) corresponde ao percentual da área líquida do terreno ocupado pela maior projeção da edificação sobre o lote. Conforme as dimensões fornecidas, qual será a TO resultante nesse caso?
Alternativas
Q3706527 Engenharia Civil
A diretora de uma EMEI entrou em contato com o setor de engenharia da Prefeitura solicitando a “visita do engenheiro para ver as rachaduras que apareceram”. Chegando ao local, o servidor técnico designado constatou que as ditas rachaduras ocorrem somente no prédio antigo da escola, que fica ao lado de um prédio novo e de maior porte, conforme a figura abaixo: 

Q57.png (336×158)

Assinale a alternativa que apresenta a causa mais provável para o surgimento das trincas.
Alternativas
Q3706526 Engenharia Civil
Conforme o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Município de Xangri-lá, não estão incluídas na área construída:

I. Áreas descobertas tais como piscinas descobertas, pergolados e similares. 
II. Projeção de beirais, abas de proteção contra incêndio e balanços de construção com frente para vias públicas com até 1,20 m.
III. Pavimentos em subsolo, para uso como estacionamento ou áreas de apoio à edificação, como reservatórios e casa de máquinas.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3706525 Engenharia Civil
O termo patologia, utilizado no universo das construções, é de fato uma analogia ao emprego deste mesmo termo na área da saúde, tendo origem no grego, derivado de pathos (sofrimento, doença) e logos (ciência, estudo). Assim, a patologia é o estudo das doenças de um modo geral. Essa definição aplica-se a outros campos do conhecimento humano, como a engenharia, sob a denominação de “patologia das construções”. Complementarmente a essa analogia, há outras relações entre termos e seus significados: o que, na medicina, remete aos meios para evitar ou prevenir doenças corresponde, na engenharia, às medidas adotadas para evitar anomalias ou problemas nas edificações. Este último termo é o(a):
Alternativas
Q3706524 Direito Administrativo
Em relação à Lei nº 14.133/2021, que estabelece normas gerais de licitação e contratação pelas Administrações Públicas, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3706523 Engenharia Civil
No início deste ano, a Prefeitura de Xangri-Lá firmou convênio com o CREA-RS, buscando, entre outras ações, promover o aperfeiçoamento técnico no âmbito municipal, por meio de capacitações de gestores e profissionais, bem como da implementação de boas práticas na contratação de serviços de engenharia. Considerando a Resolução nº 1.137/2023 do CONFEA, no caso de obras públicas, qual é o prazo máximo, em dias, para que a contratada registre a ART de execução, a contar da liberação da ordem de serviço ou da assinatura do contrato, desde que não esteja caracterizado o início da atividade?
Alternativas
Q3706522 Engenharia Civil
Em obras parciais, como reformas, reconstruções ou acréscimos em prédios existentes, o Código de Obras de Xangri-Lá determina que os projetos devem apresentar indicações precisas das partes a conservar, demolir ou acrescer. Quando forem utilizadas cores para tal representação, deve-se obedecer a convenções específicas a fim de padronizar a interpretação dos desenhos técnicos pela municipalidade. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as cores convencionadas para as partes a demolir, a construir e já existentes. 
Alternativas
Q3706521 Engenharia Civil
A programação dos “Festejos Farroupilha de Xangri-Lá – 2025” foi marcada por shows, bailes, atividades artísticas e culturais. O parque de eventos da cidade foi o principal local das festividades. Durante uma vistoria técnica, previamente ao início do evento, o agente fiscal constatou a necessidade de instalar algumas rampas nas áreas de circulação de acordo com a NBR 9050:2022. Nesse sentido, qual é a inclinação longitudinal máxima permitida para rampas com desnível de até 80 cm? 
Alternativas
Q3706520 Engenharia Civil
Um fiscal técnico de uma obra pública municipal trabalha em uma obra que possui prazo de execução de cinco meses e um dos itens da sua planilha orçamentária é administração local. O valor total desse item é R$ 60.000,00. Após um mês do início da obra, a empresa contratada solicitou a primeira medição dos serviços executados até então, ao passo que o fiscal técnico ratificou a procedência do pedido. Sobre a medição do item administração local, conforme entendimento consolidado pelo TCU e também observado pelos tribunais de contas estaduais, assinale a alternativa que apresenta o critério a ser adotado. 
Alternativas
Respostas
3741: D
3742: X
3743: A
3744: B
3745: A
3746: C
3747: B
3748: D
3749: D
3750: A
3751: E
3752: D
3753: B
3754: E
3755: A
3756: D
3757: C
3758: A
3759: B
3760: E