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Q3767191 Matemática
Uma sala retangular possui 5 metros de comprimento e 4 metros de largura. Serão assentados nesta sala pisos quadrados de 40 centímetros de lado. Por conta de eventuais perdas, é necessário comprar 10% a mais. Nestas condições, quantos pisos serão necessários?
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Q3767190 Matemática
A soma de dois números é 26. Qual valor do maior produto possível dos dois números?
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Q3767189 Matemática
Quantos números pares de quatro algarismos podemos formar a partir dos algarismos: 0,1 ,2 ,3 ,4 ,5 e 6?
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Q3767188 Matemática
Seis números estão em progressão aritmética de razão dois e cuja soma é 246. Qual valor da mediana desses números?
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Q3767187 Matemática
Um baralho possui 52 cartas, com 4 naipes de 13 cartas cada, sendo dois naipes pretos e dois naipes vermelhos. Retirando-se uma carta deste baralho aleatoriamente, qual a probabilidade de sair uma carta de cor vermelha?
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Q3767186 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere a frase: “O feitor informou aos escravos o azedume do caldo da cana.” Levando-se em conta a regência verbal, as possíveis reescrituras dessa frase são:



I – O feitor informou-lhes o azedume do caldo da cana.


II – O feitor informou – o aos escravos.


III – O feitor informou – os do azedume do caldo da cana.


IV – O feitor informou – lhes daquele azedume do caldo da cana.



Marque a única alternativa correta:

Alternativas
Q3767185 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere o trecho : “ Uma das muitas lendas reza que os escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.”



I – Esse trecho é um período composto por três orações.


II – Esse trecho é um período composto por quatro orações.


III – Esse trecho é um período composto por cinco orações.


IV – Esse trecho é um período composto por duas orações.



Marque a única alternativa correta:

Alternativas
Q3767184 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Analise o vocábulo “enegrecer” e marque a alternativa que apresenta corretamente o processo de formação dessa palavra:
Alternativas
Q3767183 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Analise a palavra “alambiqueiro” e marque a alternativa que apresenta corretamente o número de letras e fonemas desse vocábulo:
Alternativas
Q3767182 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere a leitura integral do texto “Sua majestade, a cachaça” e analise as informações a seguir:



I – O título, “Sua majestade, a cachaça, pode ser uma forma de ressaltar, honrar e glorificar o prestígio da aguardente de cana-de-açúcar.


II –.A expressão: “Nada de pinga e nada de aguardente não se classifica como período, nem como oração, é, apenas, uma frase.


III – A tipologia de base dessa crônica é a narração entremeada com trechos descritivos e dissertativos.


IV - Infere-se do texto que o autor apresenta a origem da cachaça, bem como, dos nomes pelos quais ela é conhecida.



Marque a alternativa que apresenta todas as afirmações corretas:

Alternativas
Q3767181 Português

text02.png (331×254)


(blogdoaftm.com.br. Mudanças no mercado de trabalho. Acesso em: 7 de set. 2025)

Analise a frase: “Ele tá aqui do meu lado”. Marque a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente nessa expressão:
Alternativas
Q3767180 Português

text02.png (331×254)


(blogdoaftm.com.br. Mudanças no mercado de trabalho. Acesso em: 7 de set. 2025)

Considere os diálogos entre as personagens dessa charge e analise as informações a seguir:



I – Em todas as falas o nível de linguagem é o padrão – norma culta.


II – Em todos os balões, o nível da linguagem é adequado ao contexto de comunicação.


III – Em todos os balões predomina um nível de linguagem artificial.


IV – Nos dois primeiros balões predomina o nível culto, nos dois últimos, o nível coloquial.



Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3767179 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Analise o verso : “não me animo a um breve traço”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras respectivamente:
Alternativas
Q3767178 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes no texto “Canção Excêntrica”:
Alternativas
Q3767177 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Considere a leitura do poema “Canção excêntrica” e analise as afirmações a seguir sobre a sua temática:



I – Canção excêntrica pode significar aquilo que foge do comum, é a procura inevitável, os questionamentos que fazemos na vida.


II – Considerando a flexão dos verbos e o emprego dos pronomes, o foco temático está centrado numa terceira pessoa do discurso.


III – Conforme o poema, perdemos sempre a medida, pois a vida nos joga ao embate contínuo do estar vivendo.


IV – Pode-se inferir do texto que a busca incessante pelo desenho da vida diferencia-nos como pessoas, ao mesmo tempo, que nos identifica como seres inquietos e incompletos.



Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3762305 Engenharia Civil
Para responder à questão, considere as disposições da ABNT NBR 6118:2023 – Projeto de estruturas de concreto.
Trata-se de um mecanismo de deterioração do concreto que ocorre pela dissolução e transporte dos compostos hidratados da pasta de cimento, em razão da ação de águas puras, carbônicas agressivas ou ácidas, o que pode comprometer a integridade do material. Qual conceito o texto descreve? 
Alternativas
Q3762304 Engenharia Civil
Para responder à questão, considere as disposições da ABNT NBR 6118:2023 – Projeto de estruturas de concreto.
As lajes devem atender a limites mínimos de espessura, definidos conforme sua utilização e condições de apoio, a fim de garantir desempenho estrutural adequado. Qual deve ser a espessura mínima adotada para lajes maciças em balanço?
Alternativas
Q3762303 Engenharia Civil
Para responder à questão, considere as disposições da ABNT NBR 6118:2023 – Projeto de estruturas de concreto.
O controle da fissuração em elementos de concreto armado é essencial para garantir a durabilidade da estrutura e a proteção das armaduras contra a corrosão. Considerando uma estrutura externa de edificação em concreto armado, submetida a uma classe de agressividade ambiental II (CAA II), a abertura máxima característica (wk) das fissuras, sob a ação das combinações frequentes, deve ser limitada a:
Alternativas
Q3762302 Engenharia Civil
No dimensionamento e detalhamento dos sistemas prediais de água fria e água quente (SPAFAQ), o projetista deve definir e explicitar as vazões consideradas nos pontos de utilização e no abastecimento do reservatório de água potável. Com base nas exigências da NBR 5626:2020, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3762301 Engenharia Civil
De acordo com a NBR 16868-1:2020, que trata do projeto de alvenaria estrutural, há limites mínimos estabelecidos para as dimensões de paredes e pilares estruturais, a fim de garantir a estabilidade e segurança da edificação. Nesse contexto, para edificações com mais de dois pavimentos, a espessura efetiva mínima permitida para paredes ou pilares estruturais deve ser: 
Alternativas
Respostas
3261: A
3262: D
3263: C
3264: B
3265: A
3266: D
3267: C
3268: B
3269: B
3270: D
3271: D
3272: C
3273: B
3274: A
3275: D
3276: A
3277: D
3278: C
3279: E
3280: D