Questões de Concurso
Para técnico de processamento de dados
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Uma arquitetura de computador hipotética utiliza um microprocessador que possui instruções com o modo de endereçamento “endereçamento indireto por registrador”. Considere a instrução de máquina a seguir, que utiliza esse tipo de endereçamento, envolvendo o registrador R1.
ADD A,(R1), 8
Considerando esse contexto, e que A representa o acumulador, 8 representa um valor imediato e ADD é o mnemônico de uma instrução de máquina que realiza a operação soma, assinale a alternativa que apresenta uma funcionalidade coerente para essa instrução e que utiliza o endereçamento indireto por registrador.
Considere que neste diagrama haja elementos em todos os conjuntos e também em todas seções e interseções apresentadas.

Desse modo, é correto afirmar:
Os três primeiros termos da sequência a seguir foram escolhidos aleatoriamente. A partir do 4° termo, cada um é obtido, sempre do mesmo modo, com duas operações matemáticas que, de alguma maneira, envolvem os três termos imediatamente anteriores.
(5, 4, 15, 5, 55, 20, 255, …)
Considere a mesma regra para uma nova sequência cujos primeiros três termos sejam, nesta ordem, 3, 4, 5. O 7° termo dessa nova sequência será o
O gráfico a seguir mostra a relação entre a quantidade V (em m3 ) de água em uma caixa e o tempo t (em h) em que uma torneira permaneceu aberta, esvaziando essa caixa.

A relação entre V e t pode ser expressa por:
A tabela mostra a quantidade de cada tipo de salgado que Dona Ana fez para vender.

Dona Ana vai embalar todos esses salgados em caixas
de modo que cada uma contenha apenas um tipo de
salgado. Além disso, ela pretende que todas as caixas
tenham quantidades iguais de salgados e que cada caixa
tenha o maior número possível de salgados. Assim, o
número total de caixas que Dona Ana utilizará é
Na malha quadriculada a seguir, está desenhado um pentágono. Os quadrados que compõem essa malha são congruentes.

Considerando os quadrados da malha como unidades de
área, é correto afirmar que a área do pentágono é igual a
Uma loja de eletrodomésticos publica o seguinte anúncio para todo seu estoque de televisões:
Compre uma TV hoje e só pague daqui a um mês, ou pague hoje e tenha um desconto de 10%.
Quem decidir comprar uma TV e pagar um mês depois pagará juros a uma taxa mensal em torno de
A tabela a seguir apresenta alguns cargos de um supermercado e os respectivos salários e números de funcionários.

Sabe-se que salário médio desses funcionários é de
R$ 1.625,00. Assim, é correto concluir que o salário X de
cada caixa é
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)
Considere as frases do texto.
• “… um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas.”
• “… oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa…”
• “… e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso”.
As preposições destacadas expressam, correta e respectivamente, noção de
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)
