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Esse texto 4 fala de um outro erro histórico, cometido por Aníbal, general de Cartago, que pretendeu chegar a Roma atravessando os Alpes durante o inverno.
Entre as razões abaixo, aquela que NÃO deve ser vista como causa dos problemas enfrentados pelo exército de Aníbal é:
“julgando-se ofendidos em sua honra"; essa frase do texto 3 poderia estar corretamente expressa numa oração desenvolvida por:
“conquanto lícito não seja raptar mulheres”; a forma dessa frase que modifica o seu sentido original é:
A forma verbal “houvera", no texto 3, corresponde à forma simples do mais-que-perfeito do indicativo do verbo haver; as formas compostas equivalentes a essa forma simples são:
No texto 3 há uma série de marcas que indicam antiguidade; entre elas, a que formalmente mostra uma variação antiga é:
No texto 3, Heródoto relativizou o ocorrido, por meio da seguinte estratégia:
No texto 2, os elementos sublinhados se referem a termos anteriores; a correspondência identificada corretamente é:
“A saga do rapto de Helena e a subsequente Guerra de Troia continuam sendo um dos melhores exemplos dos perigos da luxúria."
Sobre os componentes desse segmento do texto 2, a afirmação correta é:
O erro histórico aludido nesse texto 2 inclui um conjunto de defeitos humanos; aquele que está caracterizado de forma imperfeita, por NÃO fazer parte do texto, é:
No texto 1, a palavra “bem-intencionada" aparece grafada com hífen; o Novo Acordo Ortográfico diz que “Nas palavras em que o primeiro elemento é bem-, a regra geral é o emprego do hífen, não importando se o segundo elemento começa por vogal ou consoante". Sobre esse caso, a afirmação correta é:
O texto 1 mostra seguidamente a participação do enunciador no assunto veiculado; o segmento em que essa participação está exemplificada de forma inadequada é:
Os dois últimos períodos do texto 1 mostram um paralelismo semântico ou sintático, que só NÃO se realiza no seguinte par de termos:
As palavras “tragédias" e “catástrofes" foram empregadas no texto 1 para:
A primeira frase do texto 1, no desenvolvimento desse texto, desempenha o seguinte papel:
É importante que os profissionais de comunicação compreendam os valores e as crenças que, na cultura das instituições públicas, norteiam o comportamento de todo o corpo interno − dirigentes e funcionários. O diagnóstico dos problemas estruturais e de relacionamento interno permite identificar dificuldades, ameaças, falhas e oportunidades de comunicação. Essa identificação possibilita criar um sistema de comunicação apropriado à cultura existente e, consequentemente, um modelo de gestão que garanta a consecução da missão da instituição.
(NOGUEIRA, Maria Francisca Magalhães: Gestão da comunicação interna das instituições públicas: um recurso esquecido. In: Comunicação Informação, v. 4, n. 1/2, jan./dez. 2001, p. 121-131)
Constitui trabalho da equipe de comunicação de uma instituição
pública, tal como o Tribunal de Justiça do Amapá,