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Q76465 Fonoaudiologia
No atendimento clínico de crianças com distúrbio da comunicação o papel da família é considerado relevante,
Alternativas
Q76464 Fonoaudiologia
Mesmo existindo diferenças individuais nas etapas do desenvolvimento da linguagem infantil é possível identificar aquisições importantes que marcam cada estágio do desenvolvimento da criança. Assim, é correto afirmar que entre os 12 aos 18 meses de idade surgem as
Alternativas
Q76463 Fonoaudiologia
Nas normativas das Diretrizes Nacionais para a Educação para a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais, é correto afirmar que
Alternativas
Q76462 Fonoaudiologia
Analise os conceitos sobre saúde infantil quanto à amamentação e assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q76461 Fonoaudiologia
Sobre os vários procedimentos audiológicos utilizados para a avaliação da audição, analise as seguintes proposições:

I. A Imitanciometria é um procedimento que pode verificar se há algum problema com a orelha média, devido a quadros infecciosos conhecidos como otites. Outra informação possível de ser obtida neste procedimento é se o som está sendo percebido pela cóclea e se esta sensação está sendo transmitida corretamente na via auditiva central, uma vez que o reflexo do músculo existente na orelha média irá acontecer sempre que a sensação do som for intensa.

II. Emissões Otoacústicas (EOA) é um exame que não determina o limiar auditivo, entretanto, demonstra a integridade funcional da cóclea, especificamente das células ciliadas externas.

III. Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE) é um exame que pode verificar se a criança tem a sensação do som na cóclea e se há transmissão do mesmo no nervo auditivo e na via auditiva central.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q76460 Fonoaudiologia
Um Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) é um
Alternativas
Q76459 Fonoaudiologia
Perdas auditivas caracterizam-se por diminuição da audibilidade dos sons decorrentes de alterações no sistema auditivo. A perda auditiva
Alternativas
Q76458 Fonoaudiologia
Sobre a fisiologia da audição, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q76457 Fonoaudiologia
Nas Perdas Auditivas Induzidas por Ruídos (PAIR) é necessário priorizar o controle dos efeitos auditivos, definindo e estabelecendo práticas de proteção da audição. Dentre elas, espera-se que as empresas empregadoras providenciem Programas de Conservação Auditiva
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Q76456 Fonoaudiologia
A saúde do trabalhador constitui um campo de construção no espaço da Saúde Pública e seu objetivo pode ser definido como o processo saúde e doença dos grupos humanos, em relação com o trabalho. Neste contexto, analise as afirmativas que seguem.

I. Os estudos sobre os danos auditivos à saúde de trabalhadores têm sido voltados para os riscos de exposições ao ruído. No entanto, as desordens sensoriais do sistema auditivo também têm sido associadas às drogas medicamentosas e/ou a solventes orgânicos usados pela indústria de manufatura.

II. A Legislação Brasileira não exige monitoramento da audição dos trabalhadores expostos a agentes químicos, exceto aqueles que estejam expostos a níveis de ruído acima dos limites de exposição permitidos (85 dBA).

III. A associação entre a exposição química e a perda auditiva em locais de trabalho é um dos motivos aceitos de pedidos de indenização.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q76455 Fonoaudiologia
Considerando as ações de saúde auditiva, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q76454 Fonoaudiologia
Como parte das exigências necessárias para o atendimento em saúde auditiva, segundo o anexo II da Portaria 587, é necessária uma equipe mínima de profissionais formada por:
Alternativas
Q76453 Fonoaudiologia
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2005 existiam cerca de 270 milhões de pessoas no mundo com perda auditiva moderada a profunda. A deficiência auditiva é considerada um grave problema de saúde pública. De acordo com a Portaria SAS 587 do Ministério da Saúde, é competência do serviço credenciado em Alta Complexidade em Saúde Auditiva realizar ações
Alternativas
Q76452 Fonoaudiologia
Entende-se por atenção secundária à saúde os cuidados
Alternativas
Q76451 Fonoaudiologia
A atenção básica em saúde é definida como Conjunto de ações, no âmbito
Alternativas
Q46669 Português
Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar
lições sobre a atualidade - ele, que morreu há mais de cem
anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo
cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,
sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.
Melancolicamente, isso também significa que a história da
humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de
desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os
homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em
associações empresariais, mas cada um dos acionistas não
cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo
alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de
contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de
agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal
que nos põe em marcha na direção de um objetivo
supostamente coletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração
machadiana - mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos
a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes
promovemos agrupamentos e colaborações. É como se
Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto
desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão
verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor
pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema
econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A
crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,
com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem
ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo
acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor
torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Os dois segmentos destacados constituem, na ordem dada, a relação indicada entre parênteses na seguinte alternativa:
Alternativas
Q46668 Português
Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar
lições sobre a atualidade - ele, que morreu há mais de cem
anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo
cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,
sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.
Melancolicamente, isso também significa que a história da
humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de
desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os
homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em
associações empresariais, mas cada um dos acionistas não
cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo
alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de
contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de
agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal
que nos põe em marcha na direção de um objetivo
supostamente coletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração
machadiana - mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos
a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes
promovemos agrupamentos e colaborações. É como se
Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto
desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão
verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor
pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema
econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A
crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,
com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem
ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo
acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor
torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Depreende-se da leitura do texto que o autor, ao analisar a contribuição de Machado de Assis, conclui que é boa lição
Alternativas
Q46667 Português
Os doutores do pessimismo

Não é preciso ser um grande gênio para constatar que
vivemos num mundo bárbaro, que o ser humano é capaz das
maiores atrocidades, que a vida é feita de competição, inveja,
egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de
prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque em região violenta
de uma grande cidade para saber disso. Mas virou moda, entre
muitos intelectuais e jornalistas, anunciar uma espécie de "visão
trágica" do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente
novidade.

Com certeza há nisso uma reação saudável contra o
excesso de otimismo. Nada mais correto do que denunciar o
horror. O que me parece estranho é que, mais que denunciar o
horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam
de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a
percepção de que ninguém é "bonzinho" e de que a realidade é
uma coisa dura e feia vão-se transformando em algo próximo do
fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia
pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma
estratégia de choque.

Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que
considera ruim bombardear crianças e bom defender a
Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura
e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas
páginas dos jornais e na Internet para ver quem conseguirá ser
o mais "durão", o mais "realista", o mais desencantado. Será
chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo
melhor do que o mundo em que vive. Então, aquilo que deveria
ser ponto de partida se torna ponto de chegada: o horror e a
crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe:
"nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos
ingênuos". Você está esperançoso com a vitória de Obama?
Ouço um risinho: "que otário". Você quer que se preservem as
reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares
brasileiros entendem mais do problema do que você, que pensa
ser bonzinho mas é tão malvado como nós. "Pois o ser humano
é mau, desgraçado e infeliz desde que foi expulso do Paraíso.
Você não sabe disso?"

O que sei é que algumas pessoas foram expulsas do
Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills e outras
para morar em Darfur (*).

(Adaptado de Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 21/01/2009)

(*) Beverly Hills = rica cidade da Califórnia; Darfur = região
pobre e conflituosa do Sudão.

Transpondo-se para a voz passiva a construção dada, chega-se à forma verbal indicada entre parênteses em:
Alternativas
Q46665 Português
Os doutores do pessimismo

Não é preciso ser um grande gênio para constatar que
vivemos num mundo bárbaro, que o ser humano é capaz das
maiores atrocidades, que a vida é feita de competição, inveja,
egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de
prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque em região violenta
de uma grande cidade para saber disso. Mas virou moda, entre
muitos intelectuais e jornalistas, anunciar uma espécie de "visão
trágica" do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente
novidade.

Com certeza há nisso uma reação saudável contra o
excesso de otimismo. Nada mais correto do que denunciar o
horror. O que me parece estranho é que, mais que denunciar o
horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam
de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a
percepção de que ninguém é "bonzinho" e de que a realidade é
uma coisa dura e feia vão-se transformando em algo próximo do
fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia
pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma
estratégia de choque.

Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que
considera ruim bombardear crianças e bom defender a
Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura
e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas
páginas dos jornais e na Internet para ver quem conseguirá ser
o mais "durão", o mais "realista", o mais desencantado. Será
chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo
melhor do que o mundo em que vive. Então, aquilo que deveria
ser ponto de partida se torna ponto de chegada: o horror e a
crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe:
"nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos
ingênuos". Você está esperançoso com a vitória de Obama?
Ouço um risinho: "que otário". Você quer que se preservem as
reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares
brasileiros entendem mais do problema do que você, que pensa
ser bonzinho mas é tão malvado como nós. "Pois o ser humano
é mau, desgraçado e infeliz desde que foi expulso do Paraíso.
Você não sabe disso?"

O que sei é que algumas pessoas foram expulsas do
Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills e outras
para morar em Darfur (*).

(Adaptado de Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 21/01/2009)

(*) Beverly Hills = rica cidade da Califórnia; Darfur = região
pobre e conflituosa do Sudão.

A frase em que há incorreção quanto à concordância verbal é:
Alternativas
Q28192 Português
A pontuação está inteiramente adequada na seguinte frase:
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: D
84: B
85: E
86: D
87: E
88: A
89: B
90: E
91: D
92: A
93: B
94: E
95: B
96: A
97: C
98: A
99: C
100: C