Questões de Concurso Para médico angiologista

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Q2332058 Português

 “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade 


Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações. 



      Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.


      Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.


      Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.


      Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”


      Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.


      O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”


[...]


(CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.

Considerando os recursos estilísticos da linguagem, pode-se afirmar que um tipo de linguagem figurada foi empregado em: 
Alternativas
Q2332057 Português

 “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade 


Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações. 



      Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.


      Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.


      Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.


      Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”


      Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.


      O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”


[...]


(CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.

Algumas palavras podem ter a definição quanto à classe gramatical a que pertencem usualmente alterada; de acordo com o contexto da estrutura linguística em que foram empregadas, analise a frase a seguir: 



“Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações”. 



Os termos destacados estão corretamente identificados em: (Considere a sequência em que aparecem.

Alternativas
Q2311621 Medicina
Paciente do sexo feminino, 47 anos, desconhecia ser diabética, comparece à emergência em choque séptico – febre de 39,5 graus, contagem de leucócitos de 21000, glicemia acima de 600.
Úlcera plantar com 7 cm de diâmetro, com exposição de fáscia plantar, apresenta crepitação e drenagem espontânea de abscesso. Ao exame físico: pulsos femoral, poplíteo e pedioso palpáveis, com ITB 1,08.
Levando-se em consideração a Classificação WIfI para gravidade e estratificação de risco para lesões nos membros inferiores, a classificação dessa paciente é
Alternativas
Q2311620 Medicina
Um homem de 30 anos, vítima de acidente automobilístico, dá entrada na emergência com uma contusão no braço esquerdo, com formação de hematoma no local, sem fratura óssea associada.
Realizado color ecodoppler arterial, o exame mostra um pequeno "flap" da íntima, não obstrutivo, na parte média da artéria braquial esquerda, sem sangramento ativo ou pseudoaneurisma.
Assinale a conduta mais apropriada para essa lesão arterial.
Alternativas
Q2311619 Medicina
Paciente de 45 anos, com quadro de disfagia, procura atendimento médico no ambulatório da gastroenterologia. Realizada endoscopia digestiva alta e esofagografia, evidenciou-se expressiva compressão esofágica extrínseca.
Abrindo-se a hipótese diagnóstica de “disfagia lusória”, assinale a opção com a correlação correta entre o exame a ser realizado e o principal achado diagnóstico a confirmar a hipótese.
Alternativas
Q2311618 Medicina
Em um paciente com história de tromboembolismo pulmonar ou de trombose venosa profunda dos membros inferiores e superiores, tidas como não-provocadas (sem um fator determinante causador), com menos de 65 anos e história familiar positiva para trombose, a hipótese de trombofilia deverá ser investigada.
Nesta investigação, os exames a seguir devem ser solicitados, à exceção de um. Assinale-o.
Alternativas
Q2311617 Medicina
O tratamento convencional das estenoses carotídeas - a endarterectomia - ainda se apresenta como a melhor opção em grande parte dos casos com indicação cirúrgica.
Analisando o risco de complicações cirúrgicas, no estudo NASCET (North American Symtomatic Carotid Endarterectomy Trial), o nervo que teve a maior incidência em relação à lesão é o
Alternativas
Q2311616 Medicina
São fatores vitamina K dependentes na cascata de coagulação:
Alternativas
Q2311615 Medicina
Sobre a Síndrome de Quebra-Nozes, todas são afirmativas corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q2311614 Medicina
Sobre o Aneurisma de Aorta Toracoabdominal, sabemos que a abordagem cirúrgica é extremamente complexa e a programação da mesma envolve o bom conhecimento dos limites do aneurisma.
Portanto, o enquadramento da patologia na Classificação de Crawford faz parte desta investigação, assim como a definição dos diâmetros do aneurisma.
Sobre a Classificação de Crawford, as afirmativas a seguir estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q2311613 Medicina
O Sinal de DeBakey se caracteriza
Alternativas
Q2311612 Medicina
Paciente do sexo masculino, 71 anos, tabagista e hipertenso, já com histórico prévio de infarto agudo do miocárdio há 15 anos, dá entrada na emergência com quadro de afasia e hemiparesia esquerda.
Realizados exames de imagem, apresenta na angiotomografia estenose de carótida interna direita de 25% (NASCET) e estenose de 60% na origem da artéria subclávia esquerda.
Levando-se em consideração as lesões encontradas, a melhor abordagem será
Alternativas
Q2311611 Medicina
Paciente do sexo feminino, 34 anos, nulípara, durante investigação de colelitíase realiza tomografia abdominal que, como achado radiológico, interroga a presença de aneurisma de artéria esplênica. Realizada angiotomografia, complementando a investigação, confirma-se a presença de aneurisma de artéria esplênica de 16 milímetros de diâmetro.
A melhor conduta neste caso é 
Alternativas
Q2311610 Medicina
Paciente de 73 anos, sexo feminino, tabagista, hipertensa, com história de perda ponderal importante nos últimos três meses. Relata correlação de dor abdominal com a alimentação, que começa 15 a 30 minutos após a alimentação e dura por cerca de 1 a 2 horas, independentemente do período do dia.
Ao exame físico, encontra-se corada, hidratada, assintomática no momento da avaliação médica; abdômen globoso, flácido, indolor à palpação. Pulsos femorais amplos e simétricos, pulso poplíteo esquerdo diminuído em relação ao direito, pulsos podálicos esquerdos não palpáveis e direitos amplos.
Nesse caso, entre as patologias vasculares, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q2311609 Medicina
Apesar do surgimento dos anticoagulantes orais diretos, também conhecidos como “novos anticoagulantes orais”, o uso de Enoxaparina, Heparina não fracionada e Varfarina ainda é extremamente útil na angiologia e na cirurgia vascular.
A respeito do controle sobre a anticoagulação é correto afirmar que
Alternativas
Q2311608 Medicina
Em relação ao exame físico da Síndrome do Desfiladeiro, é correto afirmar que
Alternativas
Q2311607 Medicina
Paciente de 57 anos, sexo masculino, tabagista e hipertenso é atendido pelo angiologista, encaminhado pelo seu cardiologista. Ao abrir o prontuário do paciente, o médico observa que o paciente, em uma consulta anterior, havia sido diagnosticado com Insuficiência Venosa Crônica com classificação clínica CEAP C3.
Ao examinar o paciente, o médico reclassifica o paciente para CEAP C6.
Tendo em vista o relato, assinale a opção que expõe, respectivamente, o sinal clínico que o paciente apresentava anteriormente e o que apresenta na consulta atual.
Alternativas
Q2311606 Medicina
Os acessos cirúrgicos convencional e endovascular pelos vasos femorais é amplamente utilizado nos procedimentos vasculares.
As seguintes afirmações sobre essa região anatômica estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a. 
Alternativas
Q2311605 Medicina
O trauma cervical, devido à proximidade de estruturas na região, é de fato complexo, e pode levar a lesões vasculares graves, seja por arma branca, seja por armas de fogo, ou até mesmo por trauma fechado. O conhecimento anatômico da região é muito importante para a suspeição das possíveis lesões vasculares.

Sobre o assunto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2311604 Medicina
O Brasil é um dos países com o maior número de pacientes em hemodiálise devido à insuficiência renal crônica.
Sobre os acessos para a hemodiálise, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
581: B
582: C
583: E
584: B
585: E
586: A
587: B
588: D
589: D
590: C
591: B
592: D
593: D
594: D
595: C
596: A
597: C
598: B
599: A
600: B