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No atendimento à imprensa em eventos públicos, as autoridades devem ser orientadas por suas assessorias a não responder às perguntas de jornalistas, concentrando o trabalho nos assessores e nos comunicados já preparados, pois isso reduz o risco de uma exposição negativa.
É papel do assessor de comunicação, ao realizar o atendimento a uma demanda da imprensa, solicitar ao jornalista informações sobre a pauta, para preparar melhor a fonte a ser entrevistada e disponibilizar dados que enriqueçam ou sejam do interesse da notícia.
Na rotina de uma assessoria de imprensa, após a elaboração dos releases ou dos comunicados, a equipe de assessoria entra em contato com jornalistas, editores e outros profissionais da mídia para divulgar as notícias, o que pode ser feito por e‑mail, telefone ou redes sociais, dependendo da preferência do veículo de comunicação.
No caso de assessorias de comunicação de instituições governamentais, as redações jornalísticas devem estar informadas a respeito dos horários de atendimento dos órgãos e de seus porta‑vozes para adequar a produção das notícias à disponibilidade das agendas, pois não pode ser realizado atendimento à imprensa fora dos horários oficiais de trabalho.
Para a mídia digital, recomenda‑se que a notícia institucional tenha título conciso, claro e atraente, de modo a capturar a atenção do leitor e, além disso, é importante incluir palavras‑chave relevantes para otimização de mecanismos de busca, o que pode ajudar a aumentar a visibilidade da notícia nos resultados de pesquisa.
Em notícias a serem divulgadas pela mídia eletrônica, como é o caso da televisão, a contextualização deve ser dispensada, pois afasta o interesse do público, e a prioridade é apenas a apresentação dos fatos por um texto direto, curto e dialógico.
A notícia institucional faz uso da chamada comunicação interessada, pois pretende persuadir o público a apoiar uma imagem positiva da organização, diferenciando‑se da notícia tradicional por fazer uso das técnicas de copywriting em substituição à pirâmide invertida.
Uma das estratégias amplamente utilizadas pelas assessorias é a aplicação dos valores‑notícia utilizados pelos jornalistas em seus releases e suas notícias institucionais, para transformar acontecimentos da rotina da organização em notícias publicadas pela imprensa.
Um marco importante na história do jornalismo institucional no Brasil foi a criação da Revista Light, em 1928, um house organ publicado pelo departamento de publicidade da companhia Light até 1940, com o objetivo de orientar o processo de relacionamento e construção de imagem da empresa com públicos externo e interno.
As condições de produção da notícia foram transformadas após o surgimento das tecnologias digitais e a mudança mais significativa pode ser observada com a criação da interação entre o público e a redação, o que não era possível antes da Internet.
Na redação jornalística para rádio, o estilo deve ser mais informal, próximo à linguagem falada, e com uso de elementos sonoros, como entrevistas, sons ambiente e trilhas sonoras, para enriquecer a narrativa e manter o interesse do ouvinte, criando uma conexão mais próxima com o público.
Em processos de apuração, as fontes não oficiais podem fornecer informações importantes, mas são consideradas menos confiáveis que as fontes oficiais, pois sua identidade e suas motivações podem ser desconhecidas, o que pode comprometer a credibilidade da informação fornecida.
A entrevista ping‑pong é um tipo de apuração apresentado ao público em formato de perfil, ou seja, quando se faz um relato biográfico a respeito de uma personalidade pública.
O modelo de negócio da imprensa no Brasil estruturou‑se com base na venda de espaços para a publicidade, seja comercial ou governamental, como principal forma de sustentação econômica.
A Tribuna da Imprensa, jornal comandado por Samuel Weiner, foi um importante veículo da década de 1950, que marcou a história por promover modernização gráfica e editorial e por se posicionar contrariamente ao getulismo da época.
Israel, tido como um país rico, aposta boa parte de sua sustentação econômica na área de tecnologia, que se mostra como um vetor importante para o crescimento econômico do país.
Além da tragédia social, as guerras afetam diretamente no consumo interno, na baixa da compra de bens duráveis, na falta de mão de obra e na tendência de queda no PIB dos países envolvidos.
As eleições norte‑americanas podem afetar a economia brasileira, a partir do momento em que o protecionismo econômico estadunidense for efetivado por um novo mandato presidencial.
Economicamente, a guerra na Palestina afeta exclusivamente os palestinos, já que Israel não depende do que é produzido no interior da Faixa de Gaza.
Apesar de o crescimento da economia brasileira ter surpreendido no ano anterior, a perspectiva do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2024 é de déficit para a América Latina e, consequentemente, para o Brasil.