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Q2757957 Engenharia Civil
Em relação às turbinas a vapor, afirma-se que a(s)
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Q2757956 Engenharia Civil
Uma bomba centrífuga opera com uma velocidade de rotação do impelidor igual a 1.000 rpm e com velocidade específica igual a 0,7. Se a velocidade de rotação do impelidor dobrar, a velocidade específica será igual a
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Q2757955 Engenharia Mecânica
A respeito de compressores, afirma-se que
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Q2757954 Engenharia Civil
Uma bomba centrífuga opera a 2.000 rpm com uma potência de 4 hp. A potência da bomba, em hp, em um ponto homólogo, quando a mesma opera a 4.000 rpm, é
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Q2757953 Engenharia de Produção
O controle estatístico da qualidade é uma ferramenta da gestão da qualidade para a melhoria contínua dos processos, utilizada para controlar as variabilidades dos processos produtivos, indicando causas normais de variação, inerentes ao processo, e causas especiais de variação, que deverão ser estudadas dentro dos princípios da melhoria contínua. Entretanto, um processo cuja variabilidade está controlada nem sempre apresenta a capabilidade almejada. A capabilidade de um processo é a
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Q2757952 Engenharia de Qualidade
As ferramentas da Engenharia da Qualidade são um conjunto de métodos e técnicas que visam à realização de uma das características da Gestão da Qualidade em especial, denominada
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Q2757951 Administração Geral
O conceito de melhoria contínua foi um pilar fundamental no modelo japonês de qualidade, que teve um forte impacto nas práticas ocidentais. Entre as metodologias de aplicação da melhoria contínua para produtos, citam-se:
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Q2757950 Engenharia de Qualidade
Uma forma de entender a qualidade é identificar as dimensões em produtos, ou seja, o conjunto de aspectos de desempenho valorizados pelo cliente, nas quais a organização focalizará os seus esforços. Entretanto, sabe-se que é muito difícil otimizar todas as dimensões ao mesmo tempo, pois várias delas têm trade-offs negativos. São dimensões da qualidade nos produtos:
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Q2757949 Engenharia de Qualidade

Qualidade é um conceito complexo e de difícil consenso. Assim, David Garvin, professor de Harvard, listou cinco abordagens para o entendimento do termo qualidade, apresentadas a seguir.

I - Transcendental, na qual a qualidade é sinônima de excelência inata, absoluta e universalmente reconhecível.

II - Baseada no Produto, na qual a qualidade é tratada como uma variável precisa e mensurável, oriunda dos atributos do produto.

III - Baseada no Usuário, na qual a qualidade é uma variável subjetiva, pois está associada à capacidade de satisfazer desejos e necessidades do consumidor.

IV - Baseada na Produção, na qual a qualidade é uma variável precisa e mensurável, oriunda do grau de conformidade às especificações.

V - Baseada no Valor, na qual o conceito de qualidade mistura-se aos conceitos de excelência e valor, destacando os trade-off qualidade x preço.

Estão corretas as abordagens
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Q2722620 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Butler believes that the American Congress and Obama Administration must support the use of nuclear power by
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Q2722619 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to Butler, the dangers usually associated with nuclear energy have generated
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Q2722618 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

The word in parentheses describes the idea expressed by the term in boldtype in

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Q2722617 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

In the fragments “…excessive legal and permitting delays are pushing up the capital cost of new nuclear-power plants …” (lines 14-16) and “…we´ll throw out to be buried in landfills.” (lines 39-40), the phrases “pushing up” and “throw out”, are replaced, without substantial change in meaning, by
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Q2722616 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Based on the meanings of the words in the text, it can be said that
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Q2722615 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Concerning the figures presented in the text,
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Q2722614 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Butler concludes that “The safety level in nuclear-energy production now easily surpasses other energy sources.” (lines 44-45) based on the fact that
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Q2722613 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to paragraph 8 (lines 32-40), Butler feels that nuclear waste
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Q2722612 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

“This” in “And this can be safely deposited in deep repositories.” (line 37-38) refers to
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Q2722611 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

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Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to Stuart Butler, nuclear power is true ‘green’ energy because it
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Q2722610 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
O título do texto de Carlos Minc estabelece uma reflexão a respeito dos caminhos a serem tomados para preservação da natureza.

A única expressão que está de acordo com tal encaminhamento é
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Respostas
21: C
22: C
23: C
24: E
25: A
26: E
27: B
28: B
29: E
30: E
31: A
32: D
33: B
34: A
35: C
36: A
37: E
38: C
39: E
40: B