Foram encontradas 308 questões

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Q2954009 Arquitetura de Software

Nas redes, são protocolos utilizados para reforçar a segurança na transmissão sem fio:

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Q2954007 Arquitetura de Software

Em relação aos sniffers é correto afirmar que:

Alternativas
Q2954006 Arquitetura de Software

O consumo da largura de banda, a saturação de recursos e a queda de sistemas e aplicativos são consequências típicas de um ataque de:

Alternativas
Q2954005 Arquitetura de Software

Aforma da transmissão da comunicação em rede que garante o envio e o recebimento de dados ao mesmo tempo, é conhecida como:

Alternativas
Q2954004 Arquitetura de Software

São características dos servidores de bancos de dados, EXCETO:

Alternativas
Q2954002 Arquitetura de Software

Nas redes, os serviços sem conexão e os serviços com conexão, são conhecidos, respectivamente, como:

Alternativas
Q2954001 Arquitetura de Software

São diretivas de segurança adequadas em relação ao backup, EXCETO:

Alternativas
Q2953999 Arquitetura de Software

Nos sistemas distribuídos, o funcionamento do banco de dados a qualquer momento caracteriza a:

Alternativas
Q2953998 Arquitetura de Software

No modelo de banco de dados hierárquicos seus registros são organizados como uma coleção de:

Alternativas
Q2953996 Arquitetura de Software

São exemplos de modelos comerciais de Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD):

Alternativas
Q2953994 Arquitetura de Software

Analise as seguintes sentenças em relação aos tipos de sistemas operacionais:


I. Os sistemas monoprogramáveis se caracterizam por permitir que o processador, a memória e os periféricos permaneçam exclusivamente dedicados à execução de um único programa.

II. A diferença entre um sistema de tempo real crítico e um sistema de tempo real não crítico é que nos primeiros a tarefa crítica recebe prioridade dedicada até ser concluída e nos últimos ela não recebe prioridade dedicada.

III. Os sistemas com múltiplos processadores são exemplos de sistemas fracamente acoplados.


Está(ão) correta(s), apenas:

Alternativas
Q2953993 Arquitetura de Software

Dos recursos utilizados em firewalls, aquele que combate a navegação dos usuários em determinados sites da web é:

Alternativas
Q2953992 Arquitetura de Software

É uma característica da proteção contra ataques de spoofing:

Alternativas
Q2953986 Arquitetura de Software

Em relação à segurança da informação, são vantagens dos sistemas operacionais de código aberto, quando comparados com os sistemas operacionais proprietários, EXCETO:

Alternativas
Q2953984 Arquitetura de Software

É um requisito fundamental dos sistemas operacionais de rede:

Alternativas
Q2953981 Arquitetura de Software

São funções desempenhadas pelo SGBDs, EXCETO:

Alternativas
Q2953979 Arquitetura de Software

O padrão do IEEE para redes em barras, com sinalização em banda larga, utilizando a passagem de permissão como método de acesso (token bus), é conhecido como:

Alternativas
Q2953976 Arquitetura de Software

São consideradas redes de computadores departamentais:

Alternativas
Q2953952 Arquitetura de Software

Na declaração das classes Ajuda e Teste abaixo, utilizando a sintaxe de uma linguagem orientada a objeto denominada C++,


class Ajuda { char j;

public:

Ajuda (double);

~Ajuda();

};


class Teste : public Ajuda

{______ char c; int x,k;

public:

Teste (char, int, int);

Teste (char, double);

~Teste();

};


uma declaração correta de um objeto é:

Alternativas
Q2936935 Português

Leia o texto abaixo e respondas às questões propostas.


Internet e a importância da imprensa


Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.

É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.

E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.

O risco está em que é muito fácil aderir ao seu “clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.

Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...

A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.

A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.

Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.

O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio.

(CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.)

“Trata de um dos aspectos mais festejados da internet...” (§ 1)


De acordo com a sintaxe do texto, o termo em função de sujeito em relação ao verbo da oração transcrita acima é:

Alternativas
Respostas
201: A
202: E
203: B
204: C
205: E
206: D
207: B
208: A
209: E
210: A
211: D
212: C
213: B
214: C
215: D
216: C
217: E
218: A
219: E
220: B