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Utilize as Demonstrações Contábeis, em R$, a seguir para resolver as questões de números 19 a 27.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Com base nas Demonstrações Contábeis projetadas, da São Paulo, o valor de Fluxo de Caixa Livre será o montante de $
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Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Com base nas Demonstrações Contábeis projetadas, da São Paulo, o valor de variações líquidas de saldo de caixa e equivalentes será o montante de $
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Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Com base nas Demonstrações Contábeis projetadas, da São Paulo, o valor de caixa gerado dos financiamentos será o montante de $
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Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Com base nas Demonstrações Contábeis projetadas, da São Paulo, o valor de caixa gerado dos investimentos será o montante de $
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Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Com base nas Demonstrações Contábeis projetadas, da São Paulo, o valor de caixa gerado das operações será o montante de R$
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Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
As demonstrações contábeis, projetadas, evidenciarão que a São Paulo deve obter Financiamentos Externos Necessários no valor de $
Utilize as Demonstrações Contábeis, em R$, a seguir para resolver as questões de números 19 a 27.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) da São Paulo em | 2009 |
Receita de Vendas | 10.000.000 |
(-) Custo dos Produtos Vendidos | 5.500.000 |
(=) Lucro Bruto | 4.500.000 |
(-) Despesas Operacionais | 1.700.000 |
(=) Lucro Operacional | 2.800.000 |
(-) Despesas Financeiras | 400.000 |
(=) Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) | 2.400.000 |
(-) Imposto de Renda (alíquota de 40%) | 960.000 |
(=) Lucro Líquido Após o Imposto de Renda | 1.440.000 |
(-) Dividendos | 576.000 |
(=) Transferência para Lucros Acumulados | 864.000 |
Balanço Patrimonial da São Paulo em | 2009 |
Ativo | |
Caixa | 400.000 |
Aplicações Financeiras | 550.000 |
Contas a Receber | 1.250.000 |
Estoques | 1.000.000 |
Total do Ativo Circulante | 3.200.000 |
Ativos Permanentes Líquidos | 2.800.000 |
Total dos Ativos | 6.000.000 |
Passivo + Patrimônio Líquido | |
Fornecedores | 1.400.000 |
Impostos a Pagar | 190.000 |
Instituições Financeiras a Pagar | 400.000 |
Outros Passivos Circulantes | 10.000 |
Total do Passivo Circulante | 2.000.000 |
Exigível a Longo Prazo | 1.100.000 |
Patrimônio Liquido | |
Capital Social | 150.000 |
Lucros Acumulados | 2.750.000 |
Total do Patrimônio Líquido | 2.900.000 |
Total do Passivo e Patrimônio Líquido | 6.000.000 |
DETALHES PARA 2010
(1) As vendas projetadas são de $ 12.000.000.
(2) O custo dos produtos vendidos inclui $ 2.000.000 de custos fixos.
(3) As despesas operacionais incluem $ 500.000 de despesas fixas.
(4) As despesas financeiras permanecerão inalteradas.
(5) A empresa pagará dividendos de 40% do seu lucro líquido após imposto de renda.
(6) Os saldos de caixa e estoque dobrarão.
(7) Os saldos de Aplicações Financeiras, Instituições Financeiras a Pagar, Exigível a Longo Prazo e Capital permanecerão constantes.
(8) Os saldos de Contas a Receber, Fornecedores e Outros Passivos Circulantes variarão em relação direta com as vendas. Os impostos a pagar serão a porcentagem da variação das vendas aplicada sobre os impostos calculados na DRE.
(9) Um novo equipamento, que custa $ 712.000, será adquirido durante o ano 2010. O total de depreciação prevista para o ano 2010 é de $ 220.000.
Nas demonstrações contábeis projetadas, da São Paulo, ter-se-á como Lucro Antes do Imposto de Renda o valor de $
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo, com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24 horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo (ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e significado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV. Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecionadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de referenciais concretos de lugar e tempo - ou seja, das condições materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos acontecimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de controle social, político e cultural.
(Marilena Chauí, Simulacro e poder - uma análise da mídia. 2006)
Para responder às questões de números 09 e 10, considere a seguinte passagem:
Se não (I) dispomos de recursos que nos permitam (II) avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos (III) persuadidos de que efetivamente vemos o mundo (IV) quando vemos a TV.
A alternativa que, reescrevendo esse trecho, apresenta-se de acordo com a norma culta é:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo, com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24 horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo (ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e significado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV. Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecionadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de referenciais concretos de lugar e tempo - ou seja, das condições materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos acontecimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de controle social, político e cultural.
(Marilena Chauí, Simulacro e poder - uma análise da mídia. 2006)
Para responder às questões de números 09 e 10, considere a seguinte passagem:
Se não (I) dispomos de recursos que nos permitam (II) avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos (III) persuadidos de que efetivamente vemos o mundo (IV) quando vemos a TV.
Assinale a alternativa que substitui os trechos destacados, obedecendo à norma culta de regência e de crase.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo, com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24 horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo (ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e significado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV. Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecionadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de referenciais concretos de lugar e tempo - ou seja, das condições materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos acontecimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de controle social, político e cultural.
(Marilena Chauí, Simulacro e poder - uma análise da mídia. 2006)
Assinale a alternativa que apresenta pontuação e emprego de pronomes de acordo com a norma culta.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo, com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24 horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo (ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e significado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV. Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecionadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de referenciais concretos de lugar e tempo - ou seja, das condições materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos acontecimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de controle social, político e cultural.
(Marilena Chauí, Simulacro e poder - uma análise da mídia. 2006)
Assinale a alternativa que preenche, respectivamente, as lacunas, em consonância com a norma culta.
O paradoxo está em que __________, mas, ao fim, __________, depois __________ a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo, com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24 horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo (ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e significado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV. Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecionadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de referenciais concretos de lugar e tempo - ou seja, das condições materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos acontecimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de controle social, político e cultural.
(Marilena Chauí, Simulacro e poder - uma análise da mídia. 2006)
Observe o seguinte trecho:
Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu verdadeiro significado.
Considere as seguintes afirmações acerca desse trecho.
I. As frases iniciadas pela palavra como introduzem, no contexto, comparações.
II. As frases - pela atopia das imagens e pela acronia das imagens - introduzem, no contexto, informação de causa.
III. A frase final - não podemos compreender seu verdadeiro significado - tem o sentido de consequência.
IV. Redigida na voz passiva, a frase final será - não se pode compreender seu verdadeiro significado.
São corretas as afirmações