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Q2353831 Português
LETRAMENTO ALGORÍTMICO: ENFRENTANDO A SOCIEDADE DA CAIXA PRETA


Mariana Ochs


         Nos últimos anos, avançamos bastante no entendimento da necessidade urgente de construir a autonomia dos jovens para que atuem nos ambientes informacionais da sociedade com segurança, ética e responsabilidade. Cada vez mais presente nas normas educacionais, na legislação e em diversos esforços da sociedade civil, a educação midiática apresenta-se como forma mais eficaz e sustentável de lidarmos com desinformação, boatos, discursos de ódio, propaganda e outros fenômenos que podem violar direitos e até desestabilizar a democracia.
       Mas, além dos conteúdos que circulam nas mídias, há, também, a parte mais opaca dos ecossistemas de comunicação: os algoritmos que, sujeitos a lógicas e interesses comerciais, personalizam o que vemos a ponto de nos expor a recortes seletivos da realidade, direcionando comportamentos, moldando nossas opiniões de maneira sutil e, por vezes, prejudicial. Esses algoritmos muitas vezes priorizam e reforçam engajamento com conteúdo enviesados, ofensivos ou violentos, podendo, inclusive, empurrar determinados indivíduos mais suscetíveis para ambientes  — e ações —  extremistas.
       Com os ambientes digitais mediando cada vez mais a nossa visão de mundo, enfrentar esses desafios exige olharmos não só para as habilidades de acessar e avaliar mensagens mas também, e cada vez mais, educar os jovens para perceber o funcionamento e os efeitos do próprio ambiente tecnológico. Em tempos de inteligência artificial, em que perguntas humanas podem encontrar respostas incorretas ou enviesadas criadas por sistemas preditivos, a computação precisa urgentemente entrar na pauta da educação midiática.
     No entanto, deve ser explorada de forma crítica, para entendermos os seus impactos sobre a justiça social e a democracia — e não apenas como ferramenta de trabalho em uma sociedade digital. A esse novo campo, que expande os limites da educação para a informação e oferece uma ponte entre a computação e a educação midiática, chamamos de "letramento algorítmico crítico".
       Hoje vivemos o crescimento exponencial da automação baseada em dados — tecnologias chamadas de algorítmicas ou de inteligência artificial capazes de fazer previsões e tomar decisões a partir dos dados que as alimentam. Esses sistemas operam de forma silenciosa e quase onipresente na vida contemporânea, impactando desde a escolha do vídeo que vai ser apresentado a uma criança no YouTube até o sistema que vai regular sua oferta de emprego ou de crédito quando crescer. É o que vem sendo chamado de "sociedade da caixa preta”. Segundo o pesquisador australiano Neil Selwin, nesse modelo, decisões automatizadas, geralmente invisíveis para o usuário comum, moldam seu acesso a direitos, serviços e informação.
        Na prática, a educação midiática pode desenvolver as habilidades necessárias para que os jovens sejam capazes de perceber, questionar e influenciar o comportamento dos sistemas tecnológicos. Crianças e jovens devem ser levados a explorar as formas de funcionamento dos algoritmos que moldam os resultados de nossas buscas na internet; podem questionar a ética dos sistemas de previsão e recomendação, ou ainda o design por trás das interfaces das redes sociais que utilizam, incluindo os chamados "dark patterns", que manipulam nossas decisões. Devem estar atentos a dinâmicas que promovem imagens inalcançáveis ou vulnerabilizam determinados grupos. Precisam perceber e questionar exclusões ou vieses refletidos na produção das IAs generativas. Sobretudo, devem entender os mecanismos de engajamento e de atenção que favorecem conteúdos que segregam, ofendem e desestabilizam as comunidades.
       Em suma, educar para as novas dinâmicas sociotécnicas implica reconhecer que as tecnologias não são neutras e incorporam valores daqueles que as criam ou programam; que seus efeitos são ecológicos, impactando e redefinindo relações sociais e econômicas; e que, agindo sobre sociedades desiguais, podem amplificar exponencialmente as injustiças sociais e a exclusão.
     Nesse novo ambiente, a educação midiática deve ir além de construir as habilidades de acessar, avaliar e criar mensagens, examinando autoria, propósito e contexto; deve abranger também uma compreensão mais profunda da dinâmica complexa, e muitas vezes oculta, entre os indivíduos, as mídias e os sistemas tecnológicos que moldam nosso mundo. Sem a capacidade de identificar e agir sobre esses sistemas, nos tornamos vulneráveis aos efeitos desestabilizadores da desinformação e da polarização, que ameaçam as instituições e a própria paz social, e ao potencial excludente das IAs. É preciso abrir a caixa preta.


Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 09 nov. 2023. (texto adaptado)
No sexto parágrafo, a partir do segundo período, o principal recurso coesivo de substituição empregado foi
Alternativas
Q2353830 Português
LETRAMENTO ALGORÍTMICO: ENFRENTANDO A SOCIEDADE DA CAIXA PRETA


Mariana Ochs


         Nos últimos anos, avançamos bastante no entendimento da necessidade urgente de construir a autonomia dos jovens para que atuem nos ambientes informacionais da sociedade com segurança, ética e responsabilidade. Cada vez mais presente nas normas educacionais, na legislação e em diversos esforços da sociedade civil, a educação midiática apresenta-se como forma mais eficaz e sustentável de lidarmos com desinformação, boatos, discursos de ódio, propaganda e outros fenômenos que podem violar direitos e até desestabilizar a democracia.
       Mas, além dos conteúdos que circulam nas mídias, há, também, a parte mais opaca dos ecossistemas de comunicação: os algoritmos que, sujeitos a lógicas e interesses comerciais, personalizam o que vemos a ponto de nos expor a recortes seletivos da realidade, direcionando comportamentos, moldando nossas opiniões de maneira sutil e, por vezes, prejudicial. Esses algoritmos muitas vezes priorizam e reforçam engajamento com conteúdo enviesados, ofensivos ou violentos, podendo, inclusive, empurrar determinados indivíduos mais suscetíveis para ambientes  — e ações —  extremistas.
       Com os ambientes digitais mediando cada vez mais a nossa visão de mundo, enfrentar esses desafios exige olharmos não só para as habilidades de acessar e avaliar mensagens mas também, e cada vez mais, educar os jovens para perceber o funcionamento e os efeitos do próprio ambiente tecnológico. Em tempos de inteligência artificial, em que perguntas humanas podem encontrar respostas incorretas ou enviesadas criadas por sistemas preditivos, a computação precisa urgentemente entrar na pauta da educação midiática.
     No entanto, deve ser explorada de forma crítica, para entendermos os seus impactos sobre a justiça social e a democracia — e não apenas como ferramenta de trabalho em uma sociedade digital. A esse novo campo, que expande os limites da educação para a informação e oferece uma ponte entre a computação e a educação midiática, chamamos de "letramento algorítmico crítico".
       Hoje vivemos o crescimento exponencial da automação baseada em dados — tecnologias chamadas de algorítmicas ou de inteligência artificial capazes de fazer previsões e tomar decisões a partir dos dados que as alimentam. Esses sistemas operam de forma silenciosa e quase onipresente na vida contemporânea, impactando desde a escolha do vídeo que vai ser apresentado a uma criança no YouTube até o sistema que vai regular sua oferta de emprego ou de crédito quando crescer. É o que vem sendo chamado de "sociedade da caixa preta”. Segundo o pesquisador australiano Neil Selwin, nesse modelo, decisões automatizadas, geralmente invisíveis para o usuário comum, moldam seu acesso a direitos, serviços e informação.
        Na prática, a educação midiática pode desenvolver as habilidades necessárias para que os jovens sejam capazes de perceber, questionar e influenciar o comportamento dos sistemas tecnológicos. Crianças e jovens devem ser levados a explorar as formas de funcionamento dos algoritmos que moldam os resultados de nossas buscas na internet; podem questionar a ética dos sistemas de previsão e recomendação, ou ainda o design por trás das interfaces das redes sociais que utilizam, incluindo os chamados "dark patterns", que manipulam nossas decisões. Devem estar atentos a dinâmicas que promovem imagens inalcançáveis ou vulnerabilizam determinados grupos. Precisam perceber e questionar exclusões ou vieses refletidos na produção das IAs generativas. Sobretudo, devem entender os mecanismos de engajamento e de atenção que favorecem conteúdos que segregam, ofendem e desestabilizam as comunidades.
       Em suma, educar para as novas dinâmicas sociotécnicas implica reconhecer que as tecnologias não são neutras e incorporam valores daqueles que as criam ou programam; que seus efeitos são ecológicos, impactando e redefinindo relações sociais e econômicas; e que, agindo sobre sociedades desiguais, podem amplificar exponencialmente as injustiças sociais e a exclusão.
     Nesse novo ambiente, a educação midiática deve ir além de construir as habilidades de acessar, avaliar e criar mensagens, examinando autoria, propósito e contexto; deve abranger também uma compreensão mais profunda da dinâmica complexa, e muitas vezes oculta, entre os indivíduos, as mídias e os sistemas tecnológicos que moldam nosso mundo. Sem a capacidade de identificar e agir sobre esses sistemas, nos tornamos vulneráveis aos efeitos desestabilizadores da desinformação e da polarização, que ameaçam as instituições e a própria paz social, e ao potencial excludente das IAs. É preciso abrir a caixa preta.


Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 09 nov. 2023. (texto adaptado)
De acordo com o texto,
Alternativas
Q2353829 Português
LETRAMENTO ALGORÍTMICO: ENFRENTANDO A SOCIEDADE DA CAIXA PRETA


Mariana Ochs


         Nos últimos anos, avançamos bastante no entendimento da necessidade urgente de construir a autonomia dos jovens para que atuem nos ambientes informacionais da sociedade com segurança, ética e responsabilidade. Cada vez mais presente nas normas educacionais, na legislação e em diversos esforços da sociedade civil, a educação midiática apresenta-se como forma mais eficaz e sustentável de lidarmos com desinformação, boatos, discursos de ódio, propaganda e outros fenômenos que podem violar direitos e até desestabilizar a democracia.
       Mas, além dos conteúdos que circulam nas mídias, há, também, a parte mais opaca dos ecossistemas de comunicação: os algoritmos que, sujeitos a lógicas e interesses comerciais, personalizam o que vemos a ponto de nos expor a recortes seletivos da realidade, direcionando comportamentos, moldando nossas opiniões de maneira sutil e, por vezes, prejudicial. Esses algoritmos muitas vezes priorizam e reforçam engajamento com conteúdo enviesados, ofensivos ou violentos, podendo, inclusive, empurrar determinados indivíduos mais suscetíveis para ambientes  — e ações —  extremistas.
       Com os ambientes digitais mediando cada vez mais a nossa visão de mundo, enfrentar esses desafios exige olharmos não só para as habilidades de acessar e avaliar mensagens mas também, e cada vez mais, educar os jovens para perceber o funcionamento e os efeitos do próprio ambiente tecnológico. Em tempos de inteligência artificial, em que perguntas humanas podem encontrar respostas incorretas ou enviesadas criadas por sistemas preditivos, a computação precisa urgentemente entrar na pauta da educação midiática.
     No entanto, deve ser explorada de forma crítica, para entendermos os seus impactos sobre a justiça social e a democracia — e não apenas como ferramenta de trabalho em uma sociedade digital. A esse novo campo, que expande os limites da educação para a informação e oferece uma ponte entre a computação e a educação midiática, chamamos de "letramento algorítmico crítico".
       Hoje vivemos o crescimento exponencial da automação baseada em dados — tecnologias chamadas de algorítmicas ou de inteligência artificial capazes de fazer previsões e tomar decisões a partir dos dados que as alimentam. Esses sistemas operam de forma silenciosa e quase onipresente na vida contemporânea, impactando desde a escolha do vídeo que vai ser apresentado a uma criança no YouTube até o sistema que vai regular sua oferta de emprego ou de crédito quando crescer. É o que vem sendo chamado de "sociedade da caixa preta”. Segundo o pesquisador australiano Neil Selwin, nesse modelo, decisões automatizadas, geralmente invisíveis para o usuário comum, moldam seu acesso a direitos, serviços e informação.
        Na prática, a educação midiática pode desenvolver as habilidades necessárias para que os jovens sejam capazes de perceber, questionar e influenciar o comportamento dos sistemas tecnológicos. Crianças e jovens devem ser levados a explorar as formas de funcionamento dos algoritmos que moldam os resultados de nossas buscas na internet; podem questionar a ética dos sistemas de previsão e recomendação, ou ainda o design por trás das interfaces das redes sociais que utilizam, incluindo os chamados "dark patterns", que manipulam nossas decisões. Devem estar atentos a dinâmicas que promovem imagens inalcançáveis ou vulnerabilizam determinados grupos. Precisam perceber e questionar exclusões ou vieses refletidos na produção das IAs generativas. Sobretudo, devem entender os mecanismos de engajamento e de atenção que favorecem conteúdos que segregam, ofendem e desestabilizam as comunidades.
       Em suma, educar para as novas dinâmicas sociotécnicas implica reconhecer que as tecnologias não são neutras e incorporam valores daqueles que as criam ou programam; que seus efeitos são ecológicos, impactando e redefinindo relações sociais e econômicas; e que, agindo sobre sociedades desiguais, podem amplificar exponencialmente as injustiças sociais e a exclusão.
     Nesse novo ambiente, a educação midiática deve ir além de construir as habilidades de acessar, avaliar e criar mensagens, examinando autoria, propósito e contexto; deve abranger também uma compreensão mais profunda da dinâmica complexa, e muitas vezes oculta, entre os indivíduos, as mídias e os sistemas tecnológicos que moldam nosso mundo. Sem a capacidade de identificar e agir sobre esses sistemas, nos tornamos vulneráveis aos efeitos desestabilizadores da desinformação e da polarização, que ameaçam as instituições e a própria paz social, e ao potencial excludente das IAs. É preciso abrir a caixa preta.


Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 09 nov. 2023. (texto adaptado)
De forma global, o texto tematiza
Alternativas
Q3256440 Segurança da Informação

Segundo Stallings & Brown, “política de segurança organizacional ou corporativa pode ser um grande documento único ou, mais comumente, um conjunto de documentos relacionados”. Alguns dos tópicos que essa política precisa abordar estão relacionados abaixo, EXCETO:


(STALLINGS, William & BROWN, Laurie. Segurança de computadores: princípios e práticas. 2ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.)

Alternativas
Q3256439 Algoritmos e Estrutura de Dados

Analise o seguinte trecho de algoritmo:



Imagem associada para resolução da questão



Trata-se de uma solução: 

Alternativas
Q3256438 Sistemas Operacionais

Executando o comando rm -rf / no terminal do Linux: 

Alternativas
Q3256437 Segurança da Informação

As sentenças abaixo são inspiradas no texto de Ramos (2006) sobre Segurança da Informação:



I. Evento que tem potencial em si próprio para comprometer os objetivos da organização e pode trazer danos diretos aos ativos, ou prejuízos decorrentes de situações inesperadas.


II. Ausência de um mecanismo de proteção ou falhas em um mecanismo de proteção existentes.


III. Medida indicativa de probabilidade de uma ocorrência que possa comprometer os objetivos da organização, combinada com os impactos que ela trará.


Fonte: (RAMOS, Anderson. Security Officer - 1: guia oficial para formação de gestores em segurança da informação. Porto Alegre: Zouk, 2006.)



Tais sentenças descrevem, respectivamente, as definições de:

Alternativas
Q3256436 Sistemas Operacionais

Sobre o Configuration Manager disponível na Microsoft Endpoint Manager, afirma-se que:



I. Suas sequências de tarefas são utilizadas para instalar automaticamente uma imagem do sistema operacional em um computador de destino.


II. É possível criar uma sequência de tarefas que utilizará uma imagem de inicialização para iniciar o computador destino, uma imagem do sistema operacional que será instalado no computador de destino e qualquer outro conteúdo adicional (como outras aplicações e atualizações de software) desejado.


III. Podemos utilizar o Configuration Manager para gerenciar clientes pela Internet através de dois métodos: por um Gateway de Gerenciamento em Nuvem ou pelo Gerenciamento de Cliente através da Internet.



Estão CORRETAS a(s) afirmação(ões): 

Alternativas
Q3256435 Segurança da Informação

Segundo Sêmola, o teste de Invasão avalia o grau de segurança oferecido pelos controles de segurança de determinado perímetro, simulando tentativas de acesso indevido e invasão a partir de pontos distintos.


Fonte: (SÊMOLA, Marcos. Gestão da Segurança da Informação - Uma visão executiva. 17 ed. São Paulo: Elsevier, 2003).


As sentenças abaixo descrevem formatos de testes de invasão, com EXCEÇÃO de:

Alternativas
Q3256434 Segurança da Informação

Leia as sentenças abaixo.



I. programa capaz de se propagar automaticamente pelas redes, explorando vulnerabilidades nos programas instalados e enviando cópias de si mesmo de equipamento para equipamento.


II. conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a presença de um invasor ou de outro código malicioso em um equipamento comprometido.


III. programa que permite o retorno de um invasor a um equipamento comprometido, por meio da inclusão de serviços criados ou modificados para este fim.


IV. programa que possui mecanismos de comunicação com o invasor que permitem que ele seja remotamente controlado.



As sentenças dizem respeito a códigos maliciosos e são, respectivamente, as definições de:

Alternativas
Q3256433 Redes de Computadores

Num dos passos para a criação de uma conta de e-mail em um computador, é necessário escolher entre criar uma conta POP ou IMAP. A respeito desses tipos de conta, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3256432 Algoritmos e Estrutura de Dados

Analise as afirmativas abaixo a respeito de Modularização de Algoritmos:



I. Refinamento Sucessivo denomina a busca por melhoria do algoritmo otimizando etapas e reduzindo o uso de variáveis dentro da solução dada ao problema.


II. Outro nome para a técnica de Refinamento Sucessivo é Top-Down.


III. O processo seguinte à decomposição do algoritmo em subproblemas (Top-Down) é sua recomposição agrupando os conceitos mais detalhados em níveis mais abrangentes, até o nível de abstração desejado.



Estão CORRETAS a(s) afirmação(ões):

Alternativas
Q3256431 Algoritmos e Estrutura de Dados

Segundo Manzano & Oliveira (2016), um laço incondicional, entre outras coisas, é um tipo de laço que é iterativo, porém não é interativo e tem seu funcionamento controlado por uma variável denominada contador. Com essa descrição, o autor se refere ao laço do tipo:


Fonte: (MANZANO, José Augusto & OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 18 ed. São Paulo: Érica, 2016).

Alternativas
Q3256430 Redes de Computadores

Avalie as afirmativas sobre componentes das redes de computadores:



I. Hubs são usados para conectar dois ou mais segmentos Ethernet.


II. Repetidores são elementos de redes de computadores utilizados para amplificar o sinal de uma determinada mídia.


III. Pontes (bridges) conectam segmentos de redes em si, da mesma tecnologia de rede ou não.


IV. Switches interligam dispositivos às suas portas, constituindo um segmento com domínio de colisão independente em cada uma dessas portas.


V. Roteadores conectam redes diferentes entre si.



Sobre as afirmativas, marque a opção CORRETA:

Alternativas
Q3256429 Redes de Computadores

Sobre topologia de redes, marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Q3256428 Redes de Computadores

Sobre o IPv4, marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Q3256427 Arquitetura de Computadores

Sobre a memória, marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Q3256426 Arquitetura de Computadores

Avalie as afirmativas sobre a Unidade Central de Processamento:



I. A CPU é composta por várias partes distintas.


II. A unidade de controle é responsável por buscar instruções na memória principal e determinar seu tipo.


III. A unidade de aritmética e lógica efetua operações como adição e AND (E) booleano para executar as instruções.


IV. A CPU também contém uma pequena memória de alta velocidade usada para armazenar resultados temporários e para algum controle de informações.


V. Registradores podem ser lidos e escritos em alta velocidade porque são internos à CPU.



Sobre as afirmativas, marque a opção CORRETA:

Alternativas
Q3256425 Arquitetura de Computadores

Sobre barramento, marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Q3256424 Redes de Computadores

Sobre o modelo de referência Open System Interconnection (OSI), marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Respostas
581: A
582: C
583: A
584: C
585: C
586: B
587: A
588: E
589: D
590: D
591: E
592: B
593: A
594: B
595: D
596: D
597: C
598: C
599: E
600: A