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Considerando que “T” assuma tais valores: T=47, 19, 59, 35, 56, 2, 17, 42, 14, 23, 67, 32, 16. Ao final obteremos a saída:

As teclas que devemos associar para fazer este tipo de seleção no texto são

Sabendo que são necessários 25cm de linha para unir dois gomos (um lado de um hexágono
com um lado de um pentágono ou outro hexágono), quantos metros de linha são necessários
para costurar a bola inteira?
Assinale a alternativa que corresponde à posição 2016.
Continuando a sequência de maneira a manter o mesmo padrão geométrico, o número de
círculos da Figura 18 é Em uma escola foi feita uma pesquisa relacionando as notas dos alunos em cinco matérias: Português, História, Matemática, Filosofia e Física. Depois da pesquisa, foi concluído que
I. todo aluno bom em Física é bom em Matemática.
II. nenhum aluno bom em Português é bom em Física.
III. alguns alunos bons em Português são bons em Matemática.
IV. todo aluno bom em História é bom em Português.
V. todo aluno bom em Filosofia é bom em Matemática e Português.
VI. alguns alunos bons em História são bons em Matemática.
Sabendo que todas as proposições acima são verdadeiras, é possível afirmar que a alternativa CORRETA é:

I. A intertextualidade é garantida, sobretudo, pela paródia, no outdoor da Hortifruti, de um trecho da música “Garota de Ipanema”.
II. As imagens utilizadas no segundo plano quebram o caráter intertextual proposto no anúncio publicitário.
III. O slogan “Entre no ritmo da Hortifruti” ganha sentido a partir do diálogo entre a campanha e a composição musical.
IV. Não se pode afirmar que há uma intertextualidade explícita, pois não há uma intencionalidade latente na referência à música de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
V. A intertextualidade com “Garota de Ipanema” não é encontrada na superfície textual do outdoor, ocorre, portanto, o que se denomina de intertexto implícito.
Estão CORRETAS, apenas, as proposições
Leia o TEXTO 05 para responder à questão a seguir.
TEXTO 05
ANDORINHA
Andorinha lá fora está dizendo:
-Passei o dia à toa, à toa.
Andorinha, andorinha, minha canção é mais triste:
-Passei a vida à toa, à toa.
BANDEIRA, M. Andorinha.José Olympio, Rio de Janeiro, 1966.
No poema de Manuel Bandeira, foi utilizado um acento grave indicativo da crase entre a preposição “a” e o
artigo “a”. Assinale, entre as alternativas a seguir, a única em que a utilização do acento grave seria
obrigatório na palavra sublinhada
Leia o TEXTO 04 e responda à questão a seguir.
TEXTO 04
O GIGOLÔ DAS PALAVRAS
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.[...]
VERRÍSSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In:____ . Para gostar de ler: Luis Fernando Verissímo: o nariz e outras crônicas. 10 . ed. V. 14. São Paulo: Ática, 2002. P. 77-78.