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Considere as assertivas a seguir, relacionadas à inclusão e às múltiplas diversidades. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) A adoção de práticas pedagógicas que respeitem as especificidades culturais, linguísticas e sociais de cada estudante é uma estratégia essencial para promover a inclusão.
( ) A valorização da diversidade de gênero, etnia, religião e orientação sexual no ambiente escolar contribui para combater preconceitos e promover um ambiente de respeito e acolhimento.
( ) A inclusão de estudantes com deficiência em escolas regulares dispensa adaptações no ambiente escolar, já que todos devem se adaptar ao currículo padrão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Em 2024, pela primeira vez, o Brasil participou do Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências (Timss, em inglês), que ocorre desde 1995. Os resultados, divulgados pela Associação Internacional para a Avaliação do Desempenho Educacional (IEA), comprovam que, na escala do Timss, a média do Brasil em matemática, entre os alunos de 9 anos, foi de 400 pontos, à frente apenas de três dos 64 países participantes: Marrocos, Kuwait e África do Sul. 51% das crianças brasileiras do 4º ano do ensino fundamental não dominam habilidades básicas de matemática, como fazer tabuada, interpretar gráficos simples ou somar e subtrair números de três algarismos (200 - 150, por exemplo). No 8º ano, 62% não sabem calcular o lado de um quadrado, tampouco sabem lidar com formas básicas (como círculo e quadrado) e suas representações visuais; não entendem relações lineares de proporção; não conseguem determinar o lado de um polígono e não são capazes de interpretar informações em gráficos. Nessa faixa, com a média de 378 pontos, o Brasil ficou à frente apenas do Marrocos. Foi ultrapassado por nações como Irã, Uzbequistão, Chile, Malásia, Arábia Saudita, África do Sul e Jordânia. Em ciências, no 4º ano: 39% não dominam conhecimentos básicos, como saber informações simples sobre plantas, animais e meio ambiente. Já no 8º ano: 42% não conseguiram responder a perguntas sobre células, tecidos e órgãos, e também não souberam distinguir uma reação química de uma física (Tenente, 2024).
Em um contexto educacional em que avaliações e nacionais internacionais apontam desafios significativos na educação brasileira, especialmente em áreas fundamentais como matemática e ciências, qual proposta pedagógica seria mais adequada para utilizar estes dados avaliativos de forma construtiva no processo de ensino-aprendizagem? Assinale a alternativa correta:

(Disponível em: @desenhosdonando. Acesso em 08 dez.2024.)
A respeito da charge, marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) O humor e a crítica são construídas a partir da relação intertextual entre a especulação imobiliária instigada pela PEC da privatização da praias com um clássico personagem da TV, implacável em cobrar aluguel.
( ) É uma crítica à PEC de privatização das praias e, para compreendê-la, é necessário que o leitor mobilize seus conhecimentos a respeito da atualidade.
( ) O tema central da charge é a interação entre diferentes gerações, proporcionada pelo conhecimento partilhado entre elas, no caso, a possibilidade de as praias brasileiras serem privatizadas.
( ) A charge é um gênero textual composto por desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão, geralmente veiculado pela imprensa e tendo por tema algum acontecimento atual, que comporta crítica e focaliza, por meio de caricatura, uma ou mais personagens envolvidas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Mudanças climáticas em cena: A importância das narrativas cinematográficas para a preservação ambiental
Milene Souza
As mudanças climáticas são um tema que permeia diversas esferas da sociedade, e para a sétima arte, ele não é uma exceção. No Brasil, onde a diversidade cultural e a riqueza de paisagens naturais são frequentemente exploradas nas produções cinematográficas, os impactos das alterações climáticas começam a se manifestar de maneira preocupante.
Nos últimos meses, o Brasil tem enfrentado diversos eventos extremos relacionados à crise climática. Em janeiro de 2024, chuvas torrenciais atingiram São Paulo, resultando em inundações que deixaram dezenas de pessoas desabrigadas e causaram danos significativos à infraestrutura. Em fevereiro, o Nordeste sofreu com uma onda de calor severo, causando secas prolongadas que afetaram a agricultura e o abastecimento de água em estados como Bahia e Pernambuco.
Enquanto isso, em março, o Rio de Janeiro enfrentou deslizamentos de terra em áreas montanhosas, exacerbados por chuvas intensas, resultando em tragédias e evacuações. Em abril, chuvas intensas no Rio Grande do Sul causaram inundações, deixando mais de 1 milhão de pessoas afetadas, sendo considerada a maior tragédia climática do estado após décadas. Esses eventos refletem não apenas a vulnerabilidade das regiões brasileiras às mudanças climáticas, mas também a necessidade urgente de políticas de mitigação e adaptação para proteger comunidades e ecossistemas.
A crise climática também tem implicações econômicas para a indústria cinematográfica. Eventos climáticos extremos podem atrasar filmagens e aumentar os custos de produção, além de afetar a distribuição de filmes, especialmente em regiões vulneráveis. Festivais de cinema ao ar livre, que costumam ser populares, podem ser prejudicados por condições climáticas imprevisíveis, afetando a visibilidade de filmes e a conexão com o público.
As mudanças climáticas estão remodelando a paisagem do cinema brasileiro, desafiando cineastas a se adaptarem e a abordarem questões ambientais de maneira inovadora. À medida que o Brasil enfrenta essas transformações, a sétima arte se torna um importante veículo para a reflexão e a conscientização sobre a urgência da crise climática, incentivando a sociedade a agir em prol de um futuro mais sustentável.
A indústria do cinema tem um potencial significativo de influenciar a transição energética e ajudar a frear a crise climática no Brasil e no mundo. Com sua capacidade de alcançar e impactar grandes audiências, o cinema pode não apenas entreter, mas também educar e mobilizar a sociedade em torno de questões ambientais urgentes. Histórias que abordam os efeitos das mudanças climáticas, como secas, enchentes e desmatamento, podem sensibilizar o público para a gravidade da situação. Produções que mostram alternativas sustentáveis e práticas de energia limpa podem inspirar a adoção de soluções em nível individual e comunitário. Os filmes têm a capacidade de contar histórias que inspiram mudanças.
A colaboração entre cineastas, comunidades e especialistas em meio ambiente pode transformar a sétima arte em uma força poderosa para a mudança, ajudando a moldar um Brasil mais resiliente e comprometido com a preservação do planeta.
(Disponível em:
https://midianinja.org/mudancas-climaticas-em-cena-a-importancia-das- narrativas-cinematograficas-para-a-preservacao-ambiental/. Acesso em 02 dez. 2024. Adaptado.)
A respeito dos inúmeros eventos climáticos em 2024, no Brasil, de acordo com o texto, é possível afirmar que:
I. Eles trazem à tona um país vulnerável às mudanças climáticas e a urgente necessidade de políticas públicas que mitiguem os efeitos e promovam adaptações a fim de proteger não apenas comunidades, como também ecossistemas.
II. Esses eventos extremos causaram danos significativos à infraestrutura, desabrigaram milhares de pessoas e comprometeram a agricultura e o abastecimento de água.
III. Eles são uma manifestação preocupante das alterações climáticas.
É correto o que se afirma em:
Mudanças climáticas em cena: A importância das narrativas cinematográficas para a preservação ambiental
Milene Souza
As mudanças climáticas são um tema que permeia diversas esferas da sociedade, e para a sétima arte, ele não é uma exceção. No Brasil, onde a diversidade cultural e a riqueza de paisagens naturais são frequentemente exploradas nas produções cinematográficas, os impactos das alterações climáticas começam a se manifestar de maneira preocupante.
Nos últimos meses, o Brasil tem enfrentado diversos eventos extremos relacionados à crise climática. Em janeiro de 2024, chuvas torrenciais atingiram São Paulo, resultando em inundações que deixaram dezenas de pessoas desabrigadas e causaram danos significativos à infraestrutura. Em fevereiro, o Nordeste sofreu com uma onda de calor severo, causando secas prolongadas que afetaram a agricultura e o abastecimento de água em estados como Bahia e Pernambuco.
Enquanto isso, em março, o Rio de Janeiro enfrentou deslizamentos de terra em áreas montanhosas, exacerbados por chuvas intensas, resultando em tragédias e evacuações. Em abril, chuvas intensas no Rio Grande do Sul causaram inundações, deixando mais de 1 milhão de pessoas afetadas, sendo considerada a maior tragédia climática do estado após décadas. Esses eventos refletem não apenas a vulnerabilidade das regiões brasileiras às mudanças climáticas, mas também a necessidade urgente de políticas de mitigação e adaptação para proteger comunidades e ecossistemas.
A crise climática também tem implicações econômicas para a indústria cinematográfica. Eventos climáticos extremos podem atrasar filmagens e aumentar os custos de produção, além de afetar a distribuição de filmes, especialmente em regiões vulneráveis. Festivais de cinema ao ar livre, que costumam ser populares, podem ser prejudicados por condições climáticas imprevisíveis, afetando a visibilidade de filmes e a conexão com o público.
As mudanças climáticas estão remodelando a paisagem do cinema brasileiro, desafiando cineastas a se adaptarem e a abordarem questões ambientais de maneira inovadora. À medida que o Brasil enfrenta essas transformações, a sétima arte se torna um importante veículo para a reflexão e a conscientização sobre a urgência da crise climática, incentivando a sociedade a agir em prol de um futuro mais sustentável.
A indústria do cinema tem um potencial significativo de influenciar a transição energética e ajudar a frear a crise climática no Brasil e no mundo. Com sua capacidade de alcançar e impactar grandes audiências, o cinema pode não apenas entreter, mas também educar e mobilizar a sociedade em torno de questões ambientais urgentes. Histórias que abordam os efeitos das mudanças climáticas, como secas, enchentes e desmatamento, podem sensibilizar o público para a gravidade da situação. Produções que mostram alternativas sustentáveis e práticas de energia limpa podem inspirar a adoção de soluções em nível individual e comunitário. Os filmes têm a capacidade de contar histórias que inspiram mudanças.
A colaboração entre cineastas, comunidades e especialistas em meio ambiente pode transformar a sétima arte em uma força poderosa para a mudança, ajudando a moldar um Brasil mais resiliente e comprometido com a preservação do planeta.
(Disponível em:
https://midianinja.org/mudancas-climaticas-em-cena-a-importancia-das- narrativas-cinematograficas-para-a-preservacao-ambiental/. Acesso em 02 dez. 2024. Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A descoberta suíça e a produção de chocolate com cacau inteiro e sem açúcar
Imagine pegar uma maçã suculenta, mas em vez de comê-la, você guarda as sementes e joga o resto fora.
É o que os produtores de chocolate tradicionalmente fazem com o cacau: usam as sementes e descartam o resto.
Agora, cientistas de alimentos na Suíça descobriram uma maneira de fazer chocolate usando todo o fruto do cacaueiro, em vez de apenas as sementes, e sem usar açúcar.
O chocolate, desenvolvido no renomado Instituto Federal de Tecnologia de Zurique pelo cientista Kim Mishra e sua equipe, inclui a polpa do cacau, o sumo e a casca, ou endocarpo.
O processo já chamou a atenção de empresas de alimentos sustentáveis.
Elas dizem que a produção tradicional de chocolate, usando apenas as sementes, também chamadas de amêndoas, envolve deixar o restante da fruta — do tamanho de um mamão papaia e repleto de valor nutritivo — apodrecendo nos campos.
O segredo para o novo chocolate está em seu sumo bastante doce, tendo um gosto "bem frutado, um pouco como o abacaxi", explica Mishra.
Esse sumo, que tem 14% de açúcar, é destilado para formar um xarope altamente concentrado, combinado com a polpa e, na sequência, misturado com a casca seca, ou endocarpo, para formar um gel de cacau bem doce, levando a sustentabilidade a um novo patamar. Este gel, quando adicionado às amêndoas de cacau para fazer o chocolate, elimina a necessidade de açúcar.
Mishra vê sua invenção como a mais recente de uma longa linha de inovações dos fabricantes de chocolate suíços.
No século 19, Rudolf Lindt, da família que fundou os chocolates Lindt, acidentalmente inventou a etapa crucial da conchagem do chocolate — processo de mistura, agitação e arejamento da massa de cacau aquecida para torná-la suave e reduzir sua acidez —, deixando a máquina de mixagem de cacau funcionando durante a noite. O resultado pela manhã? Um chocolate doce e deliciosamente suave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw3y59g66vo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
(__)Nos dez primeiros anos da promulgação desta emenda, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios destinarão não menos de cinquenta por cento dos recursos a que se refere o caput do Art. 212 da Constituição Federal, a manutenção e ao desenvolvimento do ensino fundamental, com o objetivo de assegurar a universalização de seu atendimento e a remuneração condigna do magistério.
(__)A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios ajustarão progressivamente, em um prazo de cinco anos, suas contribuições ao Fundo, de forma a garantir um valor por aluno correspondente a um padrão mínimo de qualidade de ensino, definido nacionalmente.
(__)A lei disporá sobre a organização dos Fundos, a distribuição proporcional de seus recursos, sua fiscalização e controle, bem como sobre a forma de cálculo do valor mínimo nacional por aluno.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)A partir da Lei nº 9.394/96, a formação de professores para o Ensino Fundamental foi restringida exclusivamente às instituições de ensino superior, eliminando a possibilidade de formação em nível médio.
(__)Com a promulgação do Decreto nº 3.810, em 1931, os Institutos de Educação foram reorganizados, buscando consolidar um modelo pedagógico com ênfase na formação científica e prática para professores.
(__)Durante o período da Lei nº 5.692/71, a formação de professores ficou restrita aos cursos de licenciatura plena, que foram instituídos como a única forma de habilitação para o ensino médio.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão, no prazo de seis meses da vigência desta Lei, dispor de novo Plano de Carreira e Remuneração do Magistério, de modo a assegurar a remuneração condigna dos professores do ensino fundamental público, em efetivo exercício no magistério.
(__)Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão, no prazo de seis meses da vigência desta Lei, dispor de novo Plano de Carreira e Remuneração do Magistério, de modo a assegurar o estímulo ao trabalho extraclasse.
(__)Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão, no prazo de seis meses da vigência desta Lei, dispor de novo Plano de Carreira e Remuneração do Magistério, de modo a assegurar a melhoria da qualidade do ensino.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
I.O planejamento escolar deve abranger a elaboração e execução dos planos de ensino, enfatizando o papel crítico do educador no processo.
II.A responsabilidade pela organização escolar recai unicamente sobre os gestores, desconsiderando a intervenção dos professores.
III.O planejamento escolar pode ser visto como uma atividade que promove a autonomia dos professores na organização das práticas pedagógicas.
Assinale a alternativa correta: