Questões de Concurso
Para professor - séries iniciais
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As histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças sendo pequenas, sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas. Quem me dera saber escrever essas histórias, mas nunca fui capaz de aprender, e tenho pena.Além de ser preciso saber escolher as palavras, faz falta um certo jeito de contar, uma maneira muito certa e muito explicada, uma paciência muito grande – e a mim falta-me pelo menos a paciência, do que peço desculpa.
Se eu tivesse aquelas qualidades todas poderia contar, com pormenores, uma linda história que um dia inventei,mas que, assim como a vão ler, é apenas o resumo de uma história, que em duas palavras se diz …
(SARAMAGO, José. A Maior Flor do Mundo. [Ilustração: João Caetano] Lisboa: Editorial Caminho,
2001)
I. Em meados da década de 1980, surgiu no Brasil um novo conceito: letramento – a palavra letramento está ligada ao termo literacy, usado nos Estados Unidos e na Inglaterra no mesmo período.
II. O conceito letramento busca situar os aspectos técnicos da aquisição da escrita, pois compreende que esta ocorre através de uma consciência fonológica de correspondência entre sons e palavras.
III. Alfabetizar e letrar são dois processos metodológicos diferentes, mas que devem ser considerados indissociáveis e simultâneos.
IV. Alfabetizar e letrar são sinônimos, ambos responsáveis pela aquisição do sistema da escrita e pelo desenvolvimento das práticas sociais de leitura e escrita.
Estão corretas apenas as afirmações:
Ela caiu
Coca calou.”
O texto lido faz referência a um processo de aquisição da leitura e escrita baseado:


Sobre a formatação da planilha acima, é INCORRETO afirmar:
De um certo tom azulado
Casou-se com o viúvo de espessa barba,
embora sabendo que antes três esposas haviam
morrido. E com ele subiu em dorso de mula até o
sombrio castelo.
Poucos dias haviam passado, quando ele a
avisou de que numcômodo jamais deveria entrar. Era
o décimo quinto quarto do corredor esquerdo, no
terceiro andar.Achave,mostrou, estava junto comas
outras no grande molho. E a ela seria entregue, tão
certo estava de que sua virtude não lhe permitiria
transgredir a ordem.
E não permitiu, na semana toda em que o
marido ficou no castelo. Mas chegando a
oportunidade da primeira viagem, despediu-se ela
acenando com a mão, enquanto com a outra
apalpava no bolso a chave proibida.
Só esperou ver o marido afastar-se caminho
abaixo. Então, rápida, subiu as escadas do primeiro,
do segundo, do terceiro andar, avançou pelo
corredor, e ofegante parou frente à décima quinta
porta.
Batia seu coração, inundando a cabeça de
zumbidos. Tremia a mão hesitante empunhando a
chave. Nenhum som vinha além da pesada porta de
carvalho. Apenas uma fresta de luz escorria junto ao
chão.
Devagar botou a chave na fechadura.
Devagar rodou, ouvindo o estalar de molas e
l inguetas. E empurrando lentamente, bem
lentamente, entrou.
No grande quarto, sentadas ao redor da
mesa, as três esposas esperavam. Só faltava ela
para completar o jogo de buraco.
(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 115-116 ).
De um certo tom azulado
Casou-se com o viúvo de espessa barba,
embora sabendo que antes três esposas haviam
morrido. E com ele subiu em dorso de mula até o
sombrio castelo.
Poucos dias haviam passado, quando ele a
avisou de que numcômodo jamais deveria entrar. Era
o décimo quinto quarto do corredor esquerdo, no
terceiro andar.Achave,mostrou, estava junto comas
outras no grande molho. E a ela seria entregue, tão
certo estava de que sua virtude não lhe permitiria
transgredir a ordem.
E não permitiu, na semana toda em que o
marido ficou no castelo. Mas chegando a
oportunidade da primeira viagem, despediu-se ela
acenando com a mão, enquanto com a outra
apalpava no bolso a chave proibida.
Só esperou ver o marido afastar-se caminho
abaixo. Então, rápida, subiu as escadas do primeiro,
do segundo, do terceiro andar, avançou pelo
corredor, e ofegante parou frente à décima quinta
porta.
Batia seu coração, inundando a cabeça de
zumbidos. Tremia a mão hesitante empunhando a
chave. Nenhum som vinha além da pesada porta de
carvalho. Apenas uma fresta de luz escorria junto ao
chão.
Devagar botou a chave na fechadura.
Devagar rodou, ouvindo o estalar de molas e
l inguetas. E empurrando lentamente, bem
lentamente, entrou.
No grande quarto, sentadas ao redor da
mesa, as três esposas esperavam. Só faltava ela
para completar o jogo de buraco.
(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 115-116 ).
De um certo tom azulado
Casou-se com o viúvo de espessa barba,
embora sabendo que antes três esposas haviam
morrido. E com ele subiu em dorso de mula até o
sombrio castelo.
Poucos dias haviam passado, quando ele a
avisou de que numcômodo jamais deveria entrar. Era
o décimo quinto quarto do corredor esquerdo, no
terceiro andar.Achave,mostrou, estava junto comas
outras no grande molho. E a ela seria entregue, tão
certo estava de que sua virtude não lhe permitiria
transgredir a ordem.
E não permitiu, na semana toda em que o
marido ficou no castelo. Mas chegando a
oportunidade da primeira viagem, despediu-se ela
acenando com a mão, enquanto com a outra
apalpava no bolso a chave proibida.
Só esperou ver o marido afastar-se caminho
abaixo. Então, rápida, subiu as escadas do primeiro,
do segundo, do terceiro andar, avançou pelo
corredor, e ofegante parou frente à décima quinta
porta.
Batia seu coração, inundando a cabeça de
zumbidos. Tremia a mão hesitante empunhando a
chave. Nenhum som vinha além da pesada porta de
carvalho. Apenas uma fresta de luz escorria junto ao
chão.
Devagar botou a chave na fechadura.
Devagar rodou, ouvindo o estalar de molas e
l inguetas. E empurrando lentamente, bem
lentamente, entrou.
No grande quarto, sentadas ao redor da
mesa, as três esposas esperavam. Só faltava ela
para completar o jogo de buraco.
(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 115-116 ).
De um certo tom azulado
Casou-se com o viúvo de espessa barba,
embora sabendo que antes três esposas haviam
morrido. E com ele subiu em dorso de mula até o
sombrio castelo.
Poucos dias haviam passado, quando ele a
avisou de que numcômodo jamais deveria entrar. Era
o décimo quinto quarto do corredor esquerdo, no
terceiro andar.Achave,mostrou, estava junto comas
outras no grande molho. E a ela seria entregue, tão
certo estava de que sua virtude não lhe permitiria
transgredir a ordem.
E não permitiu, na semana toda em que o
marido ficou no castelo. Mas chegando a
oportunidade da primeira viagem, despediu-se ela
acenando com a mão, enquanto com a outra
apalpava no bolso a chave proibida.
Só esperou ver o marido afastar-se caminho
abaixo. Então, rápida, subiu as escadas do primeiro,
do segundo, do terceiro andar, avançou pelo
corredor, e ofegante parou frente à décima quinta
porta.
Batia seu coração, inundando a cabeça de
zumbidos. Tremia a mão hesitante empunhando a
chave. Nenhum som vinha além da pesada porta de
carvalho. Apenas uma fresta de luz escorria junto ao
chão.
Devagar botou a chave na fechadura.
Devagar rodou, ouvindo o estalar de molas e
l inguetas. E empurrando lentamente, bem
lentamente, entrou.
No grande quarto, sentadas ao redor da
mesa, as três esposas esperavam. Só faltava ela
para completar o jogo de buraco.
(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 115-116 ).