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Q864527 Noções de Informática
Qual função do MS Excel 2013, em português, pode tratar um erro de divisão por zero para, por exemplo, exibir 0 (zero) no lugar da mensagem de erro do MS Excel?
Alternativas
Q864526 Matemática

Uma pessoa decide cercar três lados de um terreno quadrangular (no formato de um quadrado) de área 2500 m2 .


O comprimento mínimo de cerca necessário é:

Alternativas
Q864525 Matemática

Para um encontro com amigos Maria encomenda 9 pizzas. O preço unitário de cada pizza é R$ 20,22 e para compras acima de 10 pizzas há um desconto de 8% no total da compra.


Portanto, a diferença entre o custo de Maria comprar 10 pizzas ou 9 pizzas é:

Alternativas
Q864524 Matemática

Um filme tem duração de Imagem associada para resolução da questão horas.


João assiste a 1/3 do filme quando tem que parar o filme para atender seu filho.


Quanto tempo falta para João acabar de assistir a seu filme?

Alternativas
Q864523 Matemática

Para organizar um armazém que contém 1773 caixas, uma empresa decide comprar paletes, de maneira que se formem pilhas de exatamente 9 caixas sobre cada palete.


Portanto, o número de paletes que deve ser comprado é:

Alternativas
Q864522 Matemática
Em um supermercado o preço do quilo de carne sofre um aumento de 12%. Percentualmente, a redução que deve ser aplicada ao novo custo do quilo da carne para que este volte ao preço original (antes do aumento de 12%) é:
Alternativas
Q864521 Português

Leia o texto.


Memória:

Otto Lara Resende ou

a importância da leitura


As três coisas que mais fez na vida foram, pela ordem, ler jornais, escrever cartas e falar ao telefone.

Em 1975 confessava: “De uns anos para cá, leio jornais e revistas como verdadeiro louco. Qualquer junta médica me internaria se verificasse o tempo, o sono que perco com essa leitura perfeitamente dispensável. Gostei muito quando li no diário de João XXIII que a leitura de jornal é frívola. O Papa lia, mas era doido para parar. Como eu, só que eu no duro não quero parar. Quero diminuir.”

Acordava cedo, antes do galo, quando havia galo. Lia os jornais, todos os jornais do Rio e de São Paulo, antes do café. Telefonava, em seguida, a alguns amigos, já indignado com os fatos ou com os jornais. Amava a Deus sobre todas as coisas e o Brasil abaixo de Deus.

Depois de escrever e reescrever o artigo para a Folha, continuava na velha máquina Olivetti a bater, desesperadamente, cartas e mais cartas. Para os amigos com quem não tinha conseguido falar e sobretudo com quem tinha acabado de falar. Escrever, escrever, escrever. “Vivo, sobrevivo, dizia, porque tenho esse recado, esse telegrama a entregar”.

in. Enani &Nicola. Redação para o 2°grau.

Assinale a alternativa em que a pontuação foi corretamente empregada.
Alternativas
Q864520 Português

Leia o texto.


Memória:

Otto Lara Resende ou

a importância da leitura


As três coisas que mais fez na vida foram, pela ordem, ler jornais, escrever cartas e falar ao telefone.

Em 1975 confessava: “De uns anos para cá, leio jornais e revistas como verdadeiro louco. Qualquer junta médica me internaria se verificasse o tempo, o sono que perco com essa leitura perfeitamente dispensável. Gostei muito quando li no diário de João XXIII que a leitura de jornal é frívola. O Papa lia, mas era doido para parar. Como eu, só que eu no duro não quero parar. Quero diminuir.”

Acordava cedo, antes do galo, quando havia galo. Lia os jornais, todos os jornais do Rio e de São Paulo, antes do café. Telefonava, em seguida, a alguns amigos, já indignado com os fatos ou com os jornais. Amava a Deus sobre todas as coisas e o Brasil abaixo de Deus.

Depois de escrever e reescrever o artigo para a Folha, continuava na velha máquina Olivetti a bater, desesperadamente, cartas e mais cartas. Para os amigos com quem não tinha conseguido falar e sobretudo com quem tinha acabado de falar. Escrever, escrever, escrever. “Vivo, sobrevivo, dizia, porque tenho esse recado, esse telegrama a entregar”.

in. Enani &Nicola. Redação para o 2°grau.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q864519 Português

Leia o texto.


Memória:

Otto Lara Resende ou

a importância da leitura


As três coisas que mais fez na vida foram, pela ordem, ler jornais, escrever cartas e falar ao telefone.

Em 1975 confessava: “De uns anos para cá, leio jornais e revistas como verdadeiro louco. Qualquer junta médica me internaria se verificasse o tempo, o sono que perco com essa leitura perfeitamente dispensável. Gostei muito quando li no diário de João XXIII que a leitura de jornal é frívola. O Papa lia, mas era doido para parar. Como eu, só que eu no duro não quero parar. Quero diminuir.”

Acordava cedo, antes do galo, quando havia galo. Lia os jornais, todos os jornais do Rio e de São Paulo, antes do café. Telefonava, em seguida, a alguns amigos, já indignado com os fatos ou com os jornais. Amava a Deus sobre todas as coisas e o Brasil abaixo de Deus.

Depois de escrever e reescrever o artigo para a Folha, continuava na velha máquina Olivetti a bater, desesperadamente, cartas e mais cartas. Para os amigos com quem não tinha conseguido falar e sobretudo com quem tinha acabado de falar. Escrever, escrever, escrever. “Vivo, sobrevivo, dizia, porque tenho esse recado, esse telegrama a entregar”.

in. Enani &Nicola. Redação para o 2°grau.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q864518 Português

Leia o texto.


Memória:

Otto Lara Resende ou

a importância da leitura


As três coisas que mais fez na vida foram, pela ordem, ler jornais, escrever cartas e falar ao telefone.

Em 1975 confessava: “De uns anos para cá, leio jornais e revistas como verdadeiro louco. Qualquer junta médica me internaria se verificasse o tempo, o sono que perco com essa leitura perfeitamente dispensável. Gostei muito quando li no diário de João XXIII que a leitura de jornal é frívola. O Papa lia, mas era doido para parar. Como eu, só que eu no duro não quero parar. Quero diminuir.”

Acordava cedo, antes do galo, quando havia galo. Lia os jornais, todos os jornais do Rio e de São Paulo, antes do café. Telefonava, em seguida, a alguns amigos, já indignado com os fatos ou com os jornais. Amava a Deus sobre todas as coisas e o Brasil abaixo de Deus.

Depois de escrever e reescrever o artigo para a Folha, continuava na velha máquina Olivetti a bater, desesperadamente, cartas e mais cartas. Para os amigos com quem não tinha conseguido falar e sobretudo com quem tinha acabado de falar. Escrever, escrever, escrever. “Vivo, sobrevivo, dizia, porque tenho esse recado, esse telegrama a entregar”.

in. Enani &Nicola. Redação para o 2°grau.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o texto.


( ) Escrever cartas era a segunda atividade que Otto Lara Resende mais fazia na vida.

( ) O texto fala sobre Otto Lara Resende.

( ) João XXIII achava a leitura de jornais uma atividade supérflua.

( ) O Papa gostava muito de ler jornais e queria sempre ler mais.

( ) Otto Lara Resende amava pouco o Brasil.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q864517 Português

Leia o texto.


Memória:

Otto Lara Resende ou

a importância da leitura


As três coisas que mais fez na vida foram, pela ordem, ler jornais, escrever cartas e falar ao telefone.

Em 1975 confessava: “De uns anos para cá, leio jornais e revistas como verdadeiro louco. Qualquer junta médica me internaria se verificasse o tempo, o sono que perco com essa leitura perfeitamente dispensável. Gostei muito quando li no diário de João XXIII que a leitura de jornal é frívola. O Papa lia, mas era doido para parar. Como eu, só que eu no duro não quero parar. Quero diminuir.”

Acordava cedo, antes do galo, quando havia galo. Lia os jornais, todos os jornais do Rio e de São Paulo, antes do café. Telefonava, em seguida, a alguns amigos, já indignado com os fatos ou com os jornais. Amava a Deus sobre todas as coisas e o Brasil abaixo de Deus.

Depois de escrever e reescrever o artigo para a Folha, continuava na velha máquina Olivetti a bater, desesperadamente, cartas e mais cartas. Para os amigos com quem não tinha conseguido falar e sobretudo com quem tinha acabado de falar. Escrever, escrever, escrever. “Vivo, sobrevivo, dizia, porque tenho esse recado, esse telegrama a entregar”.

in. Enani &Nicola. Redação para o 2°grau.

Assinale a alternativa que apresenta a correta concordância nominal ou verbal.
Alternativas
Q749161 Português
Quanto à predicação, há um verbo significativo na frase:
Alternativas
Q749160 Português
O emprego da vírgula está inadequado em:
Alternativas
Q749155 Português
Está indevido o emprego de eu/mim:
Alternativas
Q749154 Português
Analise as frases a seguir. I. As situações _______ passei não me trouxeram respostas. II. Com este _________ você acabará me convencendo. III. Sou grato __________ me ouves. IV. Ficou com essa cara _______ ? A sequência que completa corretamente:
Alternativas
Q749150 Português

Avesso

Quem sou eu

E meu avesso?

Que urdiduras

Na sombra

Que tramas secretas

Num quarto escuro de mim?

Quem sou eu

Quando durmo

Ou quando

De olhos abertos

Me arremesso

Para o futuro

Saltando sobre ilhas

E desertos?

Quem sou eu

Quando me confundo

E

Tropeço. 

Alço voo e mergulho?

Roseana Murray 

Qual é o centro da reflexão feita pelo eu lírico?
Alternativas
Q749147 Português

                                                                        Móveis ao mar

    Vi num programa de televisão que, entre as inúmeras melhorias necessárias para as Olimpíadas do Rio, está “a limpeza da Baía de Guanabara”. Dita a frase, a TV mostrou um sofá, encalhado num mangue: três lugares, revestimento acetinado, puxando pro lilás, com os assentos enlameados sendo disputados por dois urubus. Incrível.

    Não pretendo, de forma alguma, desmerecer o Rio. Quando vi o presidente do COI tirando o cartão do envelope e dizendo Rrrio de Rrranêro, no início do mês, lágrimas cruzaram minhas bochechas, tão rápidas quanto, imagino, canoas e barcos à vela singrarão as águas da rediviva Cidade Maravilhosa, daqui seis anos e meio. A amplitude de meu desespero vai muito além das pequenas rixas regionais: como pode um ser humano, oh céus!, jogar um sofá no mar?

    Todos nós já nos encontramos na rua, algum dia, com um papel de bala na mão, ou uma latinha de refrigerante, olhando em volta, em busca de uma lixeira. Muitos de nós, não encontrando nenhuma, já jogaram o papel no chão, colocaram a latinha num canto, ou ao lado de um saco de lixo – como se, durante a noite, por osmose, quem sabe, ela fosse parar do lado de dentro do plástico preto. Agora, até onde pude ver, nesses trinta e dois anos sobre a Terra, as pessoas não andam por aí com sofás velhos nos ombros. Sequer com poltronas. Nem mesmo uma almofada costuma-se levar à rua. Para se atirar um móvel ao mar, portanto, é preciso não apenas má fé, mas esforço, engenho, planejamento e trabalho em equipe.

    Imagino o sujeito, lá pela quarta-feira, ligando pros amigos: “Ô Gouveia, tudo bom? É o Túlio. Seguinte, tô precisando de uma forcinha aí, no sábado, pra jogar um sofá da ponte…”; “Maravilha, Valdeci! Então sábado à tarde cê traz a Kombi do teu cunhado e a gente resolve o problema”; “Fica tranquilo, Murilão, depois a gente volta aqui e faz um churrasquinho!”.

    Sábado à tarde, os amigos se reúnem. O Valdeci com a Kombi do cunhado, o Murilão e o Gouveia cheios de entusiasmo, o Túlio pondo as Brahmas pra gelar, enquanto sua mulher orienta os homens na sala: “cuidado com o batente”, “olha o abajur, o abajur, Gouveia!”

    Os amigos amarram o sofá na caçamba da Kombi – é uma dessas Kombis caminhonete – e dirigem meia hora até a ponte mais próxima. Talvez, no caminho, façam um bolão: sofá boia ou afunda? O Murilão diz que o fogão da prima afundou, semana passada. O Valdeci comenta que a geladeira da tia boiou, já faz o que, dois anos?

    Chegam à ponte. Param no acostamento. Tiram o sofá da caçamba, contam um, dois, e lá vão os… Pronto, atiraram o sofá no mar. O sofá boia. Os três o contemplam, sendo levado pela correnteza, naquele silêncio que só as verdadeiras amizades permitem. Túlio brinca: “saravá, Iemanjá!”. Depois vão comer churrasco. Incrível.

                                                                                                                                            Antônio Prata 

“Tulio brinca: Saravá, Iemanjá!. Depois vão comer churrasco.” O efeito de sentido produzido pela parte destacada, de acordo com o contexto é:
Alternativas
Q749141 Meio Ambiente
O tratamento convencional da água consiste na adição de _____ que irá aglomerar partículas sólidas que se encontram dispersas, em seguida as partículas sólidas se alglutinam em flocos maiores; esse processo é denominado_____. A próxima etapa ocorre por ação da gravidade, na qual os flocos se depositam nos fundos do tanque. Após a decantação, a água passa por _____, onde as impurezas de menor tamanho ficam retidas. A água limpa passa então por um processo de desinfeccção, ________ e fluoretação. Assinale a alternativa que corresponde as palavras CORRETAS para cada respectivo espaço vazio.
Alternativas
Q749140 Meio Ambiente
De acordo com a Portaria nº 2.914 de 12 de dezembro de 2011 do Ministério da Saúde, o conjunto de parâmetros caracterizados por provocar estímulos sensoriais que afetam a aceitação para consumo humano, mas que não necessariamente implicam em risco à saúde é denominado como? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q749139 Meio Ambiente
Ao longo do tratamento de água convencional utiliza-se produtos químicos de diversas naturezas como coagulantes/floculantes, desinfetantes e substâncias com flúor. Assinale a alternativa CORRETA, que apresenta os produtos químicos de acordo com sua classificação, respectivamente.
Alternativas
Respostas
861: C
862: A
863: C
864: E
865: B
866: D
867: E
868: C
869: D
870: B
871: A
872: D
873: C
874: A
875: D
876: A
877: A
878: B
879: B
880: B