Questões de Concurso Para economista

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Q3224048 Legislação Federal
Com base na Lei n° 8.027/1990 que dispõe sobre normas de conduta aos servidores públicos da União, autarquias e fundações públicas, assinale a alternativa que apresenta falta administrativa punível com pena de advertência por escrito.
Alternativas
Q3224047 Direito Administrativo
Em relação às penas previstas em desfavor daquele que é condenado por improbidade administrativa, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3224046 Direito Administrativo
Lucas é funcionário público e, no exercício de sua atividade como administrador, frustrou a licitude de processo seletivo para celebração de parcerias com entidades sem fins lucrativos e, com sua conduta, acarretou efetiva perda patrimonial ao ente estatal. Com base na Lei nº 8.429/92, assinale a alternativa que indica a modalidade de ato praticada por Lucas.
Alternativas
Q3224045 Direito Administrativo
Sobre os efeitos do recurso administrativo, assinale a alternativa correta de acordo com a Lei nº 9.784/1999.
Alternativas
Q3224044 Direito Administrativo
Nos termos da Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, assinale a alternativa incorreta no que tange à decisão coordenada.
Alternativas
Q3224043 Direito Administrativo
Com base na Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3224042 Direito Administrativo
Luana foi recentemente aprovada em concurso público e aguarda ansiosamente pela forma inaugural de provimento de cargo público. Nos termos da Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa que apresenta a forma de provimento de cargo público nesta situação.
Alternativas
Q3224041 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta a principal função do socket presente na placa-mãe.
Alternativas
Q3224040 Noções de Informática
Sobre o tema de Backup de arquivos, assinale a alternativa que apresenta a função da Deduplicação de Dados.
Alternativas
Q3224039 Noções de Informática
No programa Microsoft Excel, assinale a alternativa que apresenta a finalidade da barra de fórmulas.
Alternativas
Q3224038 Noções de Informática
Sobre o Spam, assinale a alternativa que apresenta a característica principal desse tipo de ameaça.
Alternativas
Q3224037 Noções de Informática
Sobre o gerenciamento de permissões de arquivos e pastas no Windows 7 e no Windows 10, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3224036 Raciocínio Lógico
Dois amigos investiram juntos dinheiro em uma loja de roupa. João investiu R$ 3.000,00 e Maria investiu R$ 2.000,00. Ao final do ano, o lucro foi de R$ 6.000,00. O lucro deverá ser dividido de forma justa e racional entre João e Maria. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3224035 Raciocínio Lógico
Em uma festa, todos os convidados comeram pizza e/ou lasanha. Sabe-se que:

10 pessoas comeram apenas pizza. 15 pessoas comeram apenas lasanha. 5 pessoas comeram ambos.

Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de pessoas que frequentaram essa festa.
Alternativas
Q3224034 Raciocínio Lógico
Quanto às Proposições Lógicas Simples e Compostas, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A água é líquida assim como o gelo é gasoso. ( ) Se um número é ímpar, então ele é sempre negativo. ( ) Se um número é par, então ele é divisível por 3.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q3224033 Raciocínio Lógico
"Uma receita de bolo serve 6 pessoas, utilizando 3 ovos e 180 g de farinha. Para atender a 10 pessoas, serão necessários ______ ovos e ______ gramas de farinha. "

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3224032 Raciocínio Lógico
Quanto aos conceitos básicos sobre Conectivos Lógicos, analise as afirmativas abaixo.

I. Disjunção é verdadeira se pelo menos uma das proposições for falsa.
II. A negação de uma proposição inverte seu valor lógico.
III. Conjunção é verdadeira se ambas as proposições forem verdadeiras.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q3224031 Português
Texto II
A Rua dos Cataventos (Mário Quintana)
Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meus cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca1 Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!
1retorcida
Considere o emprego do vocábulo destacado em “o que não tem mais nada” (v.6). É correto afirmar que se classifica morfologicamente como um pronome:
Alternativas
Q3224030 Português
Texto I
Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível) A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado (Amanda Ruggeri, BBC Future) Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo. Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos. Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial. É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação". Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos. O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas. Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior. E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária. Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas. [...] Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim. É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis. Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.
[...]

(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Texto II
A Rua dos Cataventos (Mário Quintana)
Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meus cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca1 Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!
1retorcida
O texto I trata da normalização de eventos, inclusive violentos como as mortes. No texto II, ao tratar de assassinatos, percebe-se:
Alternativas
Q3224029 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Ao comparar o posicionamento presente no título do texto com o que se encontra nos dois últimos parágrafos, notam-se abordagens:
Alternativas
Respostas
921: B
922: D
923: E
924: C
925: A
926: D
927: B
928: B
929: C
930: B
931: B
932: D
933: D
934: D
935: E
936: B
937: C
938: B
939: A
940: E