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Q2584300 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está correto.

Alternativas
Q2584299 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância está incorreta.

Alternativas
Q2584298 Português

Analise as sentenças a seguir:


I. Nós ….. de uma cidade do interior de São Paulo.

II. Não vou ao teatro, ….. estou doente.

III. Estou tão ansioso que …. posso esperar para a próxima semana.


Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas das sentenças apresentadas.

Alternativas
Q2584297 Português

Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.


Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!


Mario Quintana

O verbo “fora”, no penúltimo verso do poema, está conjugado no tempo:

Alternativas
Q2584296 Português

Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.


Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!


Mario Quintana

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no poema, possui uma única forma para dois gêneros apenas:

Alternativas
Q2584295 Português

Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.


Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!


Mario Quintana

O pronome em “querê-las” se refere a:

Alternativas
Q2584294 Português

Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.


Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!


Mario Quintana

Segundo o poema apresentado, pode-se concluir que:

Alternativas
Q2584293 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11:


Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.


A pessoa gramatical que corresponde à conjugação do verbo “descobriu”, que ocorre no excerto apresentado, é:

Alternativas
Q2584292 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11:


Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.


A classe gramatical da palavra “não”, que ocorre no excerto apresentado, é:

Alternativas
Q2584291 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11:


Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.


Analise os substantivos I. livros e II. biblioteca, que ocorrem no excerto apresentado. Relacione-os às seguintes subcategorias, típicas da classe gramatical à qual pertencem:


(1) substantivo próprio;

(2) substantivo comum;

(3) substantivo concreto;

(4) substantivo abstrato;

(5) substantivo simples;

(6) substantivo composto.


Os substantivos analisados pertencem, respectivamente, às seguintes subcategorias:

Alternativas
Q2584290 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa que apresenta um advérbio que indica modo.

Alternativas
Q2584289 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto:


I. “Não conseguiria se comunicar com ninguém”.

II. “É o lugar onde começamos a nos conhecer.”


As palavras “se”, “ninguém” e “nos”, que ocorrem nas sentenças dadas, são, respectivamente, pronomes dos tipos:

Alternativas
Q2584288 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6:


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.


As palavras “inverossímeis” e “fascinantes”, que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical:

Alternativas
Q2584287 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6:


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.


A palavra “inverossímeis”, que ocorre no excerto apresentado, é sinônimo de:

Alternativas
Q2584286 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto: “Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan.” No contexto apresentado, a palavra que é empregada com sentido figurado é:

Alternativas
Q2584285 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Para o narrador do texto, a história de Tarzan demonstra:

Alternativas
Q2584283 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Quanto à autoalfabetização de Tarzan, o autor do texto “Eu, Tarzan”:

Alternativas
Q2584202 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.


Eu, Tarzan


Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

De acordo com o texto, o autor dos livros do Tarzan considerava que:

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Respostas
1961: B
1962: C
1963: D
1964: C
1965: C
1966: B
1967: A
1968: C
1969: E
1970: C
1971: E
1972: B
1973: C
1974: D
1975: E
1976: C
1977: A
1978: B
1979: D
1980: C