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Q3734106 Matemática
Durante uma campanha de arrecadação de alimentos, três escolas do município contribuíram com diferentes quantidades de cestas básicas. A Escola Sol Nascente arrecadou 245 cestas, a Escola Caminho Novo arrecadou 378, e a Escola Esperança arrecadou 152. Após a contagem geral, a Secretaria de Educação decidiu dividir igualmente todas as cestas arrecadadas entre 5 instituições de caridade. Assim, o número de cestas que cada instituição recebeu é: 
Alternativas
Q3734105 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Considerando a ocorrência de dígrafos vocálicos e consonantais na língua portuguesa, qual alternativa apresenta o número de fonemas e dígrafos da palavra envelhecer? 
Alternativas
Q3734104 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a separação silábica das palavras destacadas no texto:

I. A palavra “excesso” divide-se em sílabas como ex-ces-so.
II. A palavra “reconexão” divide-se como re-co-ne-xão.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3734103 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
No trecho “Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis”, o termo “centáureas” designa:
Alternativas
Q3734102 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
A formiga, descrita no primeiro parágrafo do texto, é utilizada pela autora como um símbolo dentro da narrativa reflexiva. Sobre o papel simbólico desse elemento, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3734101 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Enquanto vai, passeia

    Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos. Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos. Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés. Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai, passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso. Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o passo e sentindo a textura da vida.
    É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso próprio desafino.
    É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais. Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
    Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas. Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de nada. E ao invés de ir mais, ir menos.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
O texto apresenta uma reflexão sobre o ritmo acelerado da vida moderna Com base na leitura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3692164 Administração de Recursos Materiais
Marcilene é servente interna e foi incumbida de controlar o estoque dos materiais de limpeza. Sabendo da importância dessa atividade, ela deve manter atenção e responsabilidade nesse controle.
Quais problemas podem surgir caso Marcilene não cumpra corretamente essa tarefa? Assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q3692163 Segurança e Saúde no Trabalho

Observe a imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Manual de Orientações de Uso dos Equipamentos de Proteção Individual − EPI. UFVJM, 2019.


Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) têm a função de reduzir a exposição dos trabalhadores a riscos de contaminação durante a execução de determinadas atividades. A figura ilustra uma atitude que auxilia na redução dos riscos de exposição acidental. Assinale-a corretamente.

Alternativas
Q3692162 Conhecimentos de Serviços Gerais

A limpeza de ambientes internos requer o uso de materiais específicos, que auxiliam na execução das tarefas, facilitando o trabalho e otimizando o tempo gasto. Abaixo estão alguns materiais utilizados em limpeza em geral, assinale aquele utilizado em ambiente interno.


Figuras extraídas de: PROGARU. Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S. A. Manual de Limpeza Urbana e Segurança do paciente em serviços de saúde. Limpeza e desinfecção de superfícies. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Brasília, 2010.

Alternativas
Q3692161 Segurança e Saúde no Trabalho
A varrição úmida deve ser realizada diariamente, com atenção especial às áreas de maior fluxo de pessoas, onde a sujeira se acumula com mais rapidez. Esse procedimento não apenas mantém o ambiente limpo e organizado, mas também reduz a dispersão de poeira e a presença de microrganismos, contribuindo para a higiene e a saúde dos usuários. Assinale a alternativa que descreve corretamente como executar essa técnica. 
Alternativas
Q3692160 Segurança e Saúde no Trabalho

Observe a imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Manual de Orientações de Uso dos Equipamentos de Proteção Individual − EPI. UFVJM, 2019.


Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) têm, basicamente, a função de prevenir o funcionário contra contaminações no ambiente de trabalho. Ao retirar uma calça de proteção, qual deve ser o procedimento correto a ser adotado? Assinale a alternativa CORRETA. 


Alternativas
Q3692159 Administração de Recursos Materiais
Os equipamentos, máquinas, ferramentas e utensílios utilizados diariamente pelo profissional Servente Interno devem ser manuseados com atenção e responsabilidade, garantindo a qualidade do trabalho, a segurança dos colegas e a preservação do meio ambiente. Portanto, algumas características associadas a esses itens, assinale aquela que NÃO deve ser associada.
Alternativas
Q3692158 Segurança e Saúde no Trabalho
A limpeza dos ambientes exige conhecimentos básicos e noções gerais sobre procedimentos de higienização, incluindo a identificação de superfícies, tipos de resíduos e produtos adequados para cada situação. Além disso, envolve a aplicação correta de técnicas, uso de equipamentos e produtos específicos, garantindo eficiência, segurança e preservação dos ambientes. No contexto deste tema, marque aquela que NÃO representa uma boa prática.
Alternativas
Q3692157 Engenharia Ambiental e Sanitária
A palavra "lixo" vem do latim lix, que significa cinza. Antigamente, na Europa, a maior parte dos resíduos domésticos vinha do fogão e da lareira, como lenha, carvão e cinzas. Restos de comida eram usados como ração ou adubo, e as cinzas serviam até para fabricar sabão, mostrando o aproveitamento inteligente dos materiais.
Fonte: O lixo agora é problema de todos.
Disponível em: https://www.gov.br/compras/pt-br/agente-publico/logistica-publica-sustentavel/materiais-de-apoio/biblioteca-digital/ProjetoCidado GuiasobreResponsabilidadeCompatilhada.pdf
Observe atentamente os resíduos abaixo:
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: Cunha, F.M.B et al. Manual de Boas Práticas para o Serviço de Limpeza − Abordagem Técnica e Prática. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Odontologia São José Dos Campos − SP, 2010.
Diante disso, observando os resíduos da figura, classifique-os e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3692156 Gestão de Pessoas
A boa organização dos ambientes de trabalho contribui para o aumento da produtividade e promove o bem-estar dos profissionais que atuam nesses espaços. São formas de manter um ambiente organizado:
I.Utilizar a estratégia de fazer o máximo com o mínimo.
II.Adoção de práticas não sustentáveis.
III.Acumulando papéis desnecessariamente.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3692155 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante a coleta seletiva, selecionam-se diferentes tipos de resíduos conforme suas características, dispondo-os em recipientes de cores específicas. Caso um ambiente tenha uma lixeira acoplada com quatro recipientes, eles normalmente são para:
Alternativas
Q3692154 Administração de Recursos Materiais
Uma das principais características de um profissional responsável pelo controle de estoque em uma instituição é agir com ética, garantindo que todos os materiais sejam gerenciados de forma correta, transparente e responsável, evitando desperdícios, perdas ou uso indevido, e contribuindo para o bom funcionamento da instituição.
Portanto, assinale a característica pessoal indispensável a esse profissional e marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q3692153 Administração Geral
A manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado é fundamental para a produtividade e a saúde ocupacional de todos. O engajamento dos profissionais para a arrumação e a manutenção de um ambiente organizado favorece itens como os citados abaixo, assinale aquele que NÃO favorece um ambiente limpo e organizado.
Alternativas
Q3692152 Segurança e Saúde no Trabalho
Um dos aspectos da higiene no trabalho é a correta limpeza das mãos, fundamental para prevenir a proliferação de doenças e microrganismos. Das etapas a seguir, qual delas deverá ser realizada por último? Analise cada uma delas:
I.Aplique o sabonete para cobrir toda a superfície das mãos, friccionando as palmas entre si.
II.Seque as mãos com papel toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos.
II.Esfregue o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimentos de vai e vem.
IV.Enxague as mãos com água, retirando resíduos de sabonete.
V.Entrelace os dedos palma com palma e friccione os espaços interdigitais.
Fonte: Governo do Estado do Paraná. Importância da higiene. Semana pedagógica, 2016.
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3692151 Conhecimentos de Serviços Gerais
Em relação às atividades que compõem as atribuições do cargo de Servente Interno, destaca-se a responsabilidade pela manutenção dos ambientes sempre limpos, higienizados e organizados, assegurando condições adequadas de trabalho, bem-estar dos usuários e preservação do patrimônio institucional. Sobre os procedimentos relacionados a essas atividades, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
(__)Sempre varrer as superfícies a seco.
(__)O funcionário deve manter a higiene pessoal.
(__)É permitido acumular resíduos em locais inadequados.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
821: C
822: A
823: C
824: C
825: D
826: A
827: A
828: D
829: D
830: C
831: D
832: A
833: A
834: B
835: E
836: C
837: A
838: A
839: D
840: C