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Q3867186 Conhecimentos de Serviços Gerais

A escolha do tipo de limpeza e do método empregado influencia diretamente a higiene, a segurança e a conservação dos ambientes, considerando a criticidade das áreas e a finalidade do procedimento. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir.



I. A limpeza concorrente é realizada diariamente e tem como finalidade manter o asseio do ambiente, incluindo a limpeza de pisos, superfícies e a reposição de materiais de consumo.


II. A limpeza terminal é realizada periodicamente, conforme cronograma pré-estabelecido, abrangendo todas as superfícies e mobiliários, com o objetivo de reduzir a sujidade e a população microbiana.


III. A limpeza seca é indicada para áreas internas cobertas, sendo preferencial à limpeza úmida por apresentar maior eficiência na remoção de sujidades aderidas.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3867185 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Em serviços de saúde, os ambientes são classificados conforme o risco de transmissão de infecções e o tipo de atividade realizada, o que orienta os cuidados necessários com a limpeza e a organização dos espaços. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867184 Direito Administrativo
A Lei Orgânica do Município estabelece princípios e regras que devem ser observados pela administração pública direta, indireta ou fundacional, no âmbito dos Poderes municipais. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867183 Direito Administrativo
A Lei Orgânica estabelece limites à atuação do Município, definindo condutas que não podem ser praticadas pela administração pública municipal, com o objetivo de preservar a legalidade, a igualdade entre os cidadãos e o interesse público. À luz dessas vedações, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3867182 Direito Constitucional

A Lei Orgânica do Município prevê atribuições que são exercidas de forma compartilhada entre o Município, a União e o Estado, envolvendo áreas sociais, ambientais, culturais e institucionais. Considerando essas competências comuns, analise as assertivas a seguir.



I. Cuidar da saúde e da assistência pública, incluindo a proteção e a garantia das pessoas com deficiência.


II. Proteger o meio ambiente e atuar no combate à poluição em suas diversas formas.


III. Elaborar normas gerais relacionadas ao direito penal e processual aplicáveis no território nacional.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3867181 Legislação Municipal
No exercício de suas atividades, o servente atua diretamente na conservação de espaços públicos, como ruas, praças e prédios municipais, integrando serviços que dependem de planejamento e organização da administração local. À luz da Lei Orgânica, que define as competências privativas municipais, assinale a alternativa que indica uma atribuição que cabe exclusivamente ao Município no âmbito desses serviços públicos locais. 
Alternativas
Q3867180 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 200 litros de produto de limpeza armazenados no depósito. Ao final do mês, verificou-se que 35% desse total haviam sido consumidos. Depois disso, foram repostos 40 litros do produto. A quantidade de produto existente no depósito após o consumo e a reposição foi: 
Alternativas
Q3867179 Matemática
Para a reposição de materiais de limpeza, um servente recebeu R$ 150,00. Desse valor, foram gastos R$ 36,75 na compra de produtos de higiene e R$ 45,60 na aquisição de utensílios. O valor restante foi dividido igualmente entre 3 setores para pequenas despesas. O valor destinado a cada setor foi: 
Alternativas
Q3867178 Matemática
Em uma escola, um corredor possui 18 metros de comprimento. Para a limpeza do local, foram utilizados 3 carrinhos, cada um com 4 kg de material. O trabalho iniciou às 8h20 e foi concluído às 10h05. O comprimento do corredor, a quantidade total de material utilizada e o tempo total gasto, em minutos, foram, respectivamente: 
Alternativas
Q3867177 Matemática
Durante a limpeza de um corredor, um servente utilizou uma mangueira com 12 metros de comprimento, mas precisou cortar 3 metros para ajustá-la ao local. No mesmo serviço, foram utilizados 10 kg de produto de limpeza, distribuídos igualmente em 5 baldes. O comprimento final da mangueira e a quantidade de produto colocada em cada balde foram, respectivamente: 
Alternativas
Q3867176 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 360 sacos de lixo durante a semana. Na segunda-feira foram usados 85 sacos e, na terça-feira, 115 sacos. O restante dos sacos foi utilizado igualmente nos 4 dias seguintes. A quantidade de sacos de lixo utilizada em cada um desses 4 dias foi: 
Alternativas
Q3867175 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, a palavra espetáculo é classificada como: 
Alternativas
Q3867174 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Qual das alternativas a seguir apresenta separação silábica INCORRETA de vocábulos do texto?  
Alternativas
Q3867173 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “o meio termo não interessa”, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por: 
Alternativas
Q3867172 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No desenvolvimento do texto, a aproximação entre figuras mitológicas e personagens do cotidiano permite compreender que o autor entende a mitologia como: 
Alternativas
Q3867171 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Ao afirmar que “viver no limite não é coragem nem intensidade”, o autor sugere que esse modo de vida corresponde a 
Alternativas
Q3862874 Conhecimentos Gerais
Aos 95 anos de idade, uma artista brasileira teve homologado o recorde de maior público para uma leitura filosófica no mundo. No parque do Ibirapuera em São Paulo, ela reuniu mais de dez mil pessoas para apresentar a obra “A Cerimônia do Adeus”, de Simone de Beauvoir. Qual das alternativas abaixo se refere a esta artista?
Alternativas
Q3862873 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Marmeleiro tem sua história política formalizada na década de 1960. Qual das alternativas abaixo se refere ao nome do primeiro prefeito eleito em Marmeleiro?
Alternativas
Q3862872 Geografia
O município de Marmeleiro está localizado na região sudoeste do Paraná. Qual das alternativas abaixo se refere ao município mais importante de sua região intermediária?
Alternativas
Q3862871 Direito Administrativo
De acordo com o art. 152 da Lei Complementar nº 2.095/2013, se um servidor for demitido e a causa da demissão tiver gerado prejuízo (dano material) para a Prefeitura, o que ele deve fazer, além da demissão? 
Alternativas
Respostas
481: B
482: C
483: A
484: D
485: B
486: A
487: D
488: C
489: B
490: A
491: B
492: C
493: A
494: C
495: A
496: B
497: B
498: E
499: A
500: C