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Q4163722 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Na frase “Os carta__es tinham um chafari__ e um avestru__.”, quantas das três lacunas devem ser preenchidas com a letra “z” para correção ortográfica? 
Alternativas
Q4163721 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Em “Aquele ingrato deixou dívidas em meu nome.”, o prefixo utilizado no termo destacado indica: 
Alternativas
Q4163720 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Em “O ambiente organizado contribuiu para evitar acidentes.”, qual é a classificação da palavra em destaque? 
Alternativas
Q4163719 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Assinalar a frase em que a palavra destacada NÃO está no grau diminutivo. 
Alternativas
Q4163718 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com a classificação das sílabas, as palavras sublinhadas no último parágrafo são: 
Alternativas
Q4163717 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com o texto, o sono: 
Alternativas
Q4163716 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Sobre as fases do sono, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4163715 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) 65% dos brasileiros afirmam ter uma qualidade de sono regular.
( ) Poucas pessoas estão sujeitas a problemas de sono.
( ) Fatores como estilo de vida, rotina e contexto social afetam a qualidade do sono. 
Alternativas
Q4103020 Meio Ambiente
A separação do lixo nos depositos do local de trabalho a.1uda o meio ambiente e organiza a destinação dos resíduos. Seguindo o codigo de cores padrão para lixeiras recicláveis, o lixo composto por papéis e papelões deve ser jogado na lixeira de cor ______. iá os resíduos plásticos, como copos e garrafas PET, devem ser colocados na lixeira de cor _____.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4103019 Conhecimentos de Serviços Gerais
Durante a faxina, o Servente deve remover o po de paredes, portas, janelas e tetos. Existe um princípio básico na operacionalização da limpeza para evitar que a sujeira escorra ou manche a superfície. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4103018 Saúde Pública
Ao realizar a varrição de pátios e escadas, o Servente deve usar o metodo correto para não prejudicar o ambiente. A varredura a seco com vassoura de palha ou nylon é proibida nas áreas internas das unidades de saúde, pois ela levanta e espalha a poeira e os microrganismos pelo ar. (1a parte). Nas áreas fechadas e corredores, o Servente deve realizar a varredura úmida, utilizando um pano umedecido em água ou detergente enrolado em um rodo. (2a parte).

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4103017 Engenharia Ambiental e Sanitária
O trabalho de faxina em geral nos predios envolve conhecer a diÍerença entre os tipos de limpeza. Diante disso, julgue as aÍirmativas abaixo em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A limpeza terminal e a higienização mais completa e profunda, que inclui lavar paredes, pisos, vidros e tetos, geralmente feita apos o esvaziamento do ambiente.
( ) A limpeza concorrente e a limpeza de manutenção feita diariamente, como recolher o lixo, varrer o chão úmido e repor papel higiênico, com as pessoas usando o local.
( ) A limpeza terminal exige que os moveis sejam deixados exatamente onde estão e que não se limpe debaixo deles.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4103016 Enfermagem
Na rotina de ajudar na remoção e arrumação de moveis em um posto de saúde, o Servente atua em diferentes ambientes. Os locais onde existe um alto risco de transmissão de doenças, como as salas de cirurgia, são classificados como áreas ______. Já os locais onde não há pacientes e não ocorrem procedimentos médicos, como o almoxarifado e o escritorio, são classificados como áreas _______.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4103015 Segurança e Saúde no Trabalho
O Servente realiza tarefas rotineiras, como fazer e servir café para a equipe e, em seguida, limpar os sanitários. Nesses casos, o protocolo de higienização das mãos é essencial para a saúde. Sobre a higienização das mãos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101639 Direito Constitucional
A Lei Orgânica traz que o Vice-Prefeito substituirá o Prefeito em seus impedimentos e ausências e suceder-lhe-á no caso de vaga. Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito, caberá ao Presidente da Câmara substituí-los.
Havendo impedimento também do Presidente da Câmara, cabe a quem designar o servidor de sua confiança para responder pelo expediente da Prefeitura, não podendo este servidor praticar atos de governo?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101637 Direito Constitucional
Pode-se afirmar, conforme a Lei Orgânica, que sempre que o Prefeito manifestar o propósito de, pessoalmente, apresentar seu relatório anual sobre a sua gestão no exercício anterior ou expor assuntos de interesse público perante a Câmara, comunicá-lo-á ao Presidente do Legislativo Municipal, que o receberá:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101635 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

A análise da estrutura e dos processos de formação das palavras permite compreender como os morfemas constroem o sentido dos vocábulos no texto. Com base nos conceitos de morfologia e nos termos empregados no texto, analise as afirmações a seguir:
I. O elemento "des" em desigualdades é um prefixo que acrescenta à palavra a ideia de intensidade.
II. Na palavra analisar, o elemento sublinhado corresponde à vogal temática do verbo.
III. A palavra alunos apresenta desinência de gênero masculino marcada pela letra "s".
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101634 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

Analise o uso do conectivo destacado no seguinte trecho do último parágrafo: Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial. Do ponto de vista da coesão textual, a substituição de apesar de mantém a coerência e a correção gramatical do trecho em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101633 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto afirma que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos, aproximando-se da Meta 8 do PNE. Em seguida, pondera que esse dado não mostra as desigualdades locais (como os 9,4 anos na zona rural). A relação lógica e a hierarquia de ideias estabelecidas entre essas duas informações configuram uma relação de:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101632 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No último parágrafo, ao cruzar variáveis de gênero, renda, região e cor ou raça, o texto sublinha um fenômeno socioeducacional complexo. A análise desse trecho permite concluir que.
Alternativas
Respostas
301: D
302: C
303: B
304: D
305: C
306: A
307: B
308: B
309: C
310: C
311: C
312: A
313: B
314: B
315: B
316: B
317: A
318: C
319: D
320: A