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Na classificação de materiais pelo método da curva ABC, os maiores esforços de controle e segurança devem ser concentrados nos itens classificados como C, pois eles representam os itens em maior quantidade no estoque, embora seu valor seja menor valor que o dos itens classificados como A e B.
Considere que uma instituição possua uma frota de veículos utilizada para transporte interno e que, ao fim da vida útil econômica desses veículos, pretenda vendê-los como sucata ou para partes de reposição, obtendo com isso uma pequena receita. Nesse caso, o valor que a instituição espera obter com a venda desses veículos ao fim de sua vida útil corresponde ao valor residual.
A vida útil de um bem é o período de tempo durante o qual se espera obter dele benefícios econômicos, sendo definida exclusivamente pelos aspectos físicos e de durabilidade do material.
No inventário periódico, opta-se por concentrar a conferência detalhada nos itens de maior valor, enquanto os materiais de menor valor são verificados ao longo do ano, durante o inventário rotativo, para a otimização dos recursos da equipe de patrimônio.
No inventário rotativo, a equipe responsável pelo levantamento deve realizar a contagem contínua dos itens, concentrando-se nos materiais mais utilizados em todo o período fiscal, o que evita a necessidade de paralisar as atividades para um levantamento completo.
Suponha que uma empresa utilize o sistema de reposição contínua para gerenciar seus estoques e mantenha um estoque de segurança de 50 unidades de um item para cobrir possíveis atrasos no fornecimento. Considere, também, que a demanda diária por tal item seja de 20 unidades e que o tempo de ressuprimento seja de 3 dias. Nessa situação, o ponto de pedido deve ser definido em 110 unidades, pois, assim, a empresa poderá preservar o estoque de segurança.
No sistema de reposição contínua, considera-se variável a demanda do item, ajustando-se o ponto de pedido de acordo com flutuações na necessidade de consumo, para evitar rupturas de estoque.
Para melhor aproveitamento do espaço do almoxarifado, convém armazenar alguns materiais com base na disponibilidade imediata das prateleiras, priorizando-se áreas mais acessíveis para itens de maior valor, independentemente de sua frequência de uso.
No uso do espaço do almoxarifado, deve-se priorizar o armazenamento de materiais mais leves e frequentemente usados em áreas de fácil acesso, enquanto materiais pesados e de menor uso devem ser armazenados em prateleiras superiores e de difícil alcance.
Se a fundação optar por manter um sistema de registro automatizado para todos os itens do almoxarifado, incluindo materiais de baixo valor e de uso frequente, isso facilitará a recuperação dos itens e evitará perdas.
A fundação deve instalar extintores, sinalização de emergência e rotas de evacuação no almoxarifado, para garantir a segurança dos colaboradores e dos materiais, considerando riscos de incêndio e outros incidentes.
O sistema de reposição periódica caracteriza-se pela realização do pedido de novos itens assim que o estoque atinge o ponto de pedido, independentemente de períodos fixos para reposição.
O estoque de segurança é mantido para atender a organização durante o tempo de ressuprimento, garantindo a continuidade do abastecimento mesmo em casos de flutuações de demanda ou atrasos no fornecimento.
Em uma organização que adota o método PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair), os itens mais antigos são utilizados antes dos mais novos, o que ajuda a evitar a obsolescência e a perecibilidade dos materiais em estoque.
No processo de inventário patrimonial, é suficiente que a organização conte apenas os bens disponíveis no almoxarifado, pois os bens em uso não fazem parte desse levantamento.
A atividade de tombamento é fundamental na administração patrimonial, pois garante a identificação e o registro dos bens da organização, permitindo um controle preciso e organizado do patrimônio.
A baixa de um bem patrimonial ocorre apenas quando o bem é totalmente depreciado, sendo sua alienação a única condição para realizar essa ação.
Materiais como papel e toner para impressão são considerados bens patrimoniais, pois são registrados e controlados como parte do ativo permanente da instituição.
Os bens patrimoniais móveis, como mobiliários e equipamentos de informática, devem ser identificados e registrados, para facilitar o controle de sua localização e uso.
Os materiais permanentes que compõem o patrimônio da organização são definidos como itens de longa durabilidade e alto custo e demandam controle rigoroso nos registros patrimoniais, o que não ocorre com os materiais de consumo, por serem de menor valor.