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Q3442323 Matemática
Para fazer um drinque, uma pessoa mistura 50 ml de uma bebida destilada, com suco e gelo. Se a pessoa comprar 2 litros dessa bebida, quantos drinques ela conseguirá fazer?
Alternativas
Q3442322 Matemática
Uma empresa de hospedagem cobra do cliente por cada hora utilizada na hospedagem, porém horários diferentes têm taxas diferentes. Entre 7h e 18h, cobra-se R$ 12,00 por hora, e entre 18h e 7h do dia seguinte, cobra-se R$ 15,00 por hora, independentemente do dia da semana. Um determinado cliente chegou na hospedagem às 22h de uma sexta-feira e saiu às 12h da segunda-feira seguinte. Quanto este cliente pagou pela estadia? 
Alternativas
Q3442321 Português
Das condições apresentadas a seguir a respeito do uso do acento indicativo de crase, quando ocorre a preposição “a”, é verdadeiro que seu emprego é facultativo apenas: 
Alternativas
Q3442320 Português
Analise o emprego dos verbos em destaque nas sentenças a seguir. Assinale a alternativa em que se verifica incorreção quanto à conjugação verbal apresentada. 
Alternativas
Q3442319 Português
O emprego incorreto da vírgula, que separa um verbo de seu(s) complemento(s), ocorre em: 
Alternativas
Q3442318 Português
A sentença a seguir que apresenta um advérbio funcionando como recurso de coesão anafórico é: 
Alternativas
Q3442317 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Na locução verbal que ocorre em “Acabei o poema e vou fazer uma canção.”, a expressão de tempo decorre: 
Alternativas
Q3442316 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Em “Está fascinado por ele mesmo, amando.”, o pronome “ele” é um: 
Alternativas
Q3442315 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Em “Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.”, o papel do pronome “lhe”, em relação ao verbo com o qual ocorre, é de: 
Alternativas
Q3442314 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

A locução “em vez de”, que ocorre no texto — “O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia.” —, é classificada gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3442313 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

No excerto “Só tomando distância, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso.”, a palavra “burilando” exprime o mesmo significado que: 
Alternativas
Q3442312 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



        A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado. 


        — Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?


        — Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.


        — É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...


        — Não! É sobre a felicidade sem fim!


        — Não pode ser.


         — Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.


         — E a mulher amada? 


        — Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.


        Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.


        — Esses seus versos para mim... Estão ótimos.


        — Obrigado.


        — Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?


        — Eu mesmo inventei. Pensando em você.


        — Seu falso!


        — O quê?


        — Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!


        — Mas...


        — Não fale mais comigo.


        Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo. 


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Para o narrador do texto:
Alternativas
Q3434682 Direito Administrativo
O __________ é uma nova modalidade de licitação prevista na Lei nº 14.133/2021, cuja finalidade é selecionar licitantes para desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às necessidades da Administração Pública. Indique a opção que preenche corretamente o espaço vazio. 
Alternativas
Q3434681 Contabilidade Pública
A LRF consagra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório da Gestão Fiscal como mecanismos cujo propósito é assegurar a transparência na administração e utilização dos recursos públicos. Em relação a esse assunto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma. A seguir, indique a alternativa com a sequência correta.

( ) Quando se trata do último bimestre de cada exercício, o RREO deverá acrescentar a demonstração das projeções atuariais dos regimes de previdência social, da variação patrimonial e da conformidade do montante das operações de crédito com as despesas de capital (Regra de Ouro).
( ) Dentre os anexos que devem acompanhar o Relatório de Gestão Fiscal, que tem periodicidade de divulgação trimestral, está o Demonstrativo das Receitas e Despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde.
( ) Estão abrangidos no Relatório Resumido da Execução Orçamentária de cada ente as Autarquias e todas as empresas em que detenha participação acionária.
Alternativas
Q3434680 Administração Financeira e Orçamentária
A LRF estipula limites máximos para as Despesas com Pessoal dos entes federados, e elenca a Receita Corrente Líquida (RCL)como parâmetro de averiguação destes limites. Sobre o tema, assinale a alternativa correta acerca dos Municípios.
Alternativas
Q3434679 Contabilidade Pública
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO faz parte do conceito de Receita Corrente Líquida, na forma como definido pela Lei Complementar nº 101/2000 (LRF). 
Alternativas
Q3434678 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para responder à questão considere os números a seguir, extraídos do sistema contábil de informações orçamentárias e financeiras do Município de Radamés, referentes ao exercício de 2022.



De acordo com a Lei nº 4.320/1964, os Restos a Pagar inscritos no exercício de 2022 importam em:
Alternativas
Q3434677 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para responder à questão considere os números a seguir, extraídos do sistema contábil de informações orçamentárias e financeiras do Município de Radamés, referentes ao exercício de 2022.



Com base nos dados informados, é correto afirmar que o resultado orçamentário apurado em 2022, de acordo com a Lei nº 4.320/1964, é: 
Alternativas
Q3434676 Administração Financeira e Orçamentária
Classificação da despesa orçamentária que reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários e visa identificar a unidade responsável pela execução da despesa, contribuindo para melhora da transparência no processo orçamentário. O enunciado está a se referir à Classificação:
Alternativas
Q3434675 Contabilidade Pública
Sobre o atual Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
12321: B
12322: C
12323: C
12324: C
12325: D
12326: E
12327: A
12328: C
12329: B
12330: D
12331: A
12332: B
12333: B
12334: B
12335: D
12336: C
12337: A
12338: D
12339: B
12340: E