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Q3957964 Matemática
Painéis publicitários, geralmente em formatos retangulares, são bastante utilizados para divulgação de marcas e também para poluir visualmente uma cidade. Eses painéis necessitam de reparos constantes devido a chuva, ventos, depredações, etc. Suponhamos que um painel publicitário de determinada avenida necessite de reparos e, para isso, um técnico posicionou uma escada de forma que ela encostasse exatamente no topo do painel, formando um triângulo retângulo com o chão e a estrutura vertical do painel.
A escada tem 13 metros de comprimento e foi posicionada de forma que sua base ficou a 5 metros de distância da base do painel.

Com base nessas informações e sabendo que o painel se inicia a 7 metros do chão, qual é o tamanho vertical do painel?
Alternativas
Q3957963 Matemática
Nessa época de calor e seca, o número de incêndios aumenta bastante. Por conta disso, bombeiros foram acionados a combater um incêndio em um galpão industrial e, para isso, utilizaram um caminhão-pipa com capacidade total de 20.000 litros de água. A água foi direcionada por mangueiras para encher rapidamente reservatórios cilíndricos temporários, cada um com 60 cm de altura e 80 cm de diâmetro interno.
Após encher completamente todos os reservatórios possíveis, os bombeiros perceberam que ainda restavam, aproximadamente, 11600 litros de água no caminhão.

Com base nessas informações, determine quantos reservatórios cilíndricos foram completamente preenchidos.
obs: considere π = 3,14 e utilize uma aproximação de 4 casas decimais durantes as operações.
Alternativas
Q3957962 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

No trecho "aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta", o termo "se" (destacado) atua como: 
Alternativas
Q3957961 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

No trecho "Gosto de muitas delas — preciso delas" (quarto parágrafo), o pronome duplamente destacado retoma, no contexto, o termo: 
Alternativas
Q3957960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


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É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

Nas frases "O cinema não vive sem. O amor não vive sem." (primeiro parágrafo), ocorre a supressão da palavra "música", que pode ser entendida pelo contexto. Essa figura de linguagem chama-se:
Alternativas
Q3957959 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


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É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

Com base no texto, julgue verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

(__) A autora considera as palavras mais importantes do que o som das canções.
(__) A autora acredita ser muito simples a tarefa de escrever sobre música.
(__) O texto aconselha os ouvintes a não escutarem músicas simplistas e inofensivas.
(__) Para a autora, as duas categorias de canções (inofensivas e dilacerantes) são importantes.
Alternativas
Q3957958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


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É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

A autora do texto distingue as canções em duas categorias: as inofensivas e as dilacerantes. Essa divisão baseia-se:
Alternativas
Q3842031 Gestão de Pessoas

Uma secretaria municipal realiza diagnóstico organizacional e identifica que os servidores apresentam baixos índices de engajamento, apesar de a estrutura física ter sido recentemente modernizada e os salários estarem acima da média regional. Nas entrevistas, os servidores relatam que "aqui o reconhecimento para quem trabalha bem é receber mais trabalho", que "a chefia só aparece para cobrar prazos" e que "os colegas não valorizam quem se esforça porque isso expõe quem faz o mínimo". A gestão, surpresa com os resultados, questiona como o engajamento pode estar baixo se as condições objetivas de trabalho são satisfatórias. Considerando essa situação, analise as proposições apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A percepção de reconhecimento pelos pares, embora relevante para o clima organizacional, exerce influência secundária sobre o engajamento quando comparada ao reconhecimento institucional formalizado em progressões de carreira.


(__)A modernização da estrutura física e a remuneração competitiva constituem condições necessárias, porém insuficientes, para a promoção do engajamento, que demanda investimento em dimensões relacionais e simbólicas do trabalho.


(__)O relato de que servidores dedicados recebem mais tarefas como forma de reconhecimento indica prática gerencial que, embora sobrecarregue individualmente, tende a elevar o engajamento coletivo pela redistribuição de demandas.


(__)A resistência dos colegas à dedicação diferenciada de alguns servidores reflete dinâmica grupal que pode neutralizar os efeitos de práticas institucionais de reconhecimento sobre o engajamento individual.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3842029 Contabilidade Pública
A Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, também conhecida como a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Entre os limites estabelecidos na LRF para gestão fiscal, está o limite da despesa com pessoal. Segundo a LRF, a despesa total com pessoal nos Municípios, em cada período de apuração, não poderá exceder o seguinte percentual da receita corrente líquida:
Alternativas
Q3842028 Contabilidade Pública
Entre as Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP), uma delas visa evidenciar as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicar o resultado patrimonial do exercício. Como é denominada esta demonstração?
Alternativas
Q3842027 Contabilidade Pública
Segundo o MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público, as características qualitativas são atributos que tornam a informação útil para os usuários e dão suporte ao cumprimento dos objetivos da informação contábil. Sobre as características qualitativas da informação contábil, assinale a alternativa que corresponde à característica da representação fidedigna.
Alternativas
Q3842026 Administração Financeira e Orçamentária
Sobre o Plano Plurianual, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3842025 Contabilidade Pública
Sobre o Patrimônio Público, julgue as assertivas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Ativo é um recurso controlado no presente pela entidade como resultado de evento passado, sendo que a forma física não é uma condição necessária para um recurso.
(__)Um passivo deve envolver uma saída de recursos da entidade para ser liquidado ou extinto. A obrigação que pode ser liquidada ou extinta sem a saída de recursos da entidade não é um passivo.
(__)A situação patrimonial líquida é a diferença entre os ativos e os passivos após a inclusão de outros recursos e a dedução de outras obrigações.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3842024 Contabilidade Pública
Sobre a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), é correto afirmar que:
Alternativas
Q3842023 Contabilidade Pública
Sobre a dívida pública, julgue as assertivas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A dívida pública considera exclusivamente as dívidas contraídas no País, ou seja, as dívidas internas.
(__)A dívida pública fundada independe de autorização orçamentária.
(__)A dívida mobiliária é um exemplo de dívida pública flutuante.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3842022 Contabilidade Geral
Também conhecido como "método veneziano", é o método que determina que a soma de todos os créditos deve ser igual à soma de todos os débitos. Essa é a definição do método de escrituração contábil denominado:
Alternativas
Q3842021 Contabilidade Pública
Em conformidade com a Lei 4.320/1964, sobre os restos a pagar, julgue os itens a seguir.

I.Restos a pagar são as despesas empenhadas, mas não pagas até 31 de dezembro.
II.Os restos a pagar distinguem-se em fundados e flutuantes.
III.No balanço financeiro os restos a pagar do exercício serão computados na receita extraorçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3842020 Administração Financeira e Orçamentária
O ciclo orçamentário é o período em que se processam as atividades típicas do orçamento público. Sobre o tema, assinale a alternativa que representa a etapa do ciclo orçamentário em que podem ser feitas alterações no projeto de Lei Orçamentária Anual por meio de emendas parlamentares.
Alternativas
Q3842019 Contabilidade Pública
Considere as afirmativas relacionadas aos regimes contábeis apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Sob o enfoque orçamentário, é aplicado o regime misto.
(__)Na Contabilidade Pública, sob o enfoque patrimonial, é aplicado o regime de competência.
(__)As receitas e despesas orçamentárias são reconhecidas pelo regime de caixa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3842018 Administração Financeira e Orçamentária
"_____________________ é o instrumento orçamentário em que são definidas as metas e prioridades da Administração Pública, estabelecendo as diretrizes da política fiscal e respectivas metas, em consonância com a trajetória sustentável da dívida pública."

Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Respostas
4121: D
4122: E
4123: C
4124: E
4125: C
4126: E
4127: B
4128: B
4129: D
4130: A
4131: D
4132: A
4133: E
4134: B
4135: E
4136: C
4137: E
4138: D
4139: C
4140: D