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I) O ceticismo profissional é necessário para a avaliação crítica das evidências de auditoria. Isso inclui questionar evidências de auditoria contraditórias e a confiabilidade dos documentos e respostas a indagações e outras informações obtidas junto à administração e aos responsáveis pela governança.
II) O auditor pode aceitar registros e documentos como genuínos, a menos que tenha razão para crer no contrário.
III) Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria
(1) Procedimentos analíticos. (2) Reexecução.
(3) Confirmação externa. (4) Observação. (5) Inspeção.
( ) Evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta escrita de terceiro ao auditor.
( ) Execução pelo auditor de procedimentos ou controles que foram originalmente realizados como parte do controle interno da entidade.
( ) Exame de registros ou documentos, internos ou externos, ou o exame físico de um ativo.
( ) Exame do processo ou procedimento executado por outros.
( ) Avaliação das informações feitas por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros.
Rio de Janeiro , 1970 Passa, tempo, tic-tac Tic-tac, passa, hora Chega logo, tic-tac Tic-tac, e vai-te embora Passa, tempo Bem depressa Não atrasa Não demora Que já estou Muito cansado Já perdi Toda a alegria De fazer Meu tic-tac Dia e noite Noite e dia Tic-tac Tic-tac Tic-tac...
Vinícius de Morais
01. Sobre o texto, considerando que as informações abaixo são Verdadeiras (V) ou Falsas (F), assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) há palavras no texto que dão ideia de movimento: dia; noite; bem depressa; não demora; passa; tempo.
( ) o autor está triste, por isso não quer que o tempo passe.
( ) A palavra “tempo”, na linha 1 do poema, é um vocativo, o qual não tem relação sintática com nenhum outro termo da oração e é “uma forma lingüística usada para chamamento ou interpelação ao leitor no discurso direto”;
( ) Poemas e poesias são tipologias e gêneros textuais, respectivamente.
( ) o texto apresenta figuras de linguagem: nas expressões “Tic-tac, tic-tac”, prosopopéia; e nas expressões “Dia e noite” e “Noite e dia”, antítese
A gente se acostuma a criticar os jovens por eles serem pouco educados, os homens por serem arrogantes, as mulheres por serem chatas, os governos por serem omissos ou incompetentes, quando não mal-intencionados. Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens?
(Lya Luft. Revista Veja, 11 de março de 2009, edição 2103/fragmento)
A respeito da ideias do texto é possível afirmar que:
A gente se acostuma a criticar os jovens por eles serem pouco educados, os homens por serem arrogantes, as mulheres por serem chatas, os governos por serem omissos ou incompetentes, quando não mal-intencionados. Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens?
(Lya Luft. Revista Veja, 11 de março de 2009, edição 2103/fragmento)
O vocábulo “por”, repetido várias vezes no primeiro período do texto, tem por finalidade linguística e textual expressar posteriormente:
A gente se acostuma a criticar os jovens por eles serem pouco educados, os homens por serem arrogantes, as mulheres por serem chatas, os governos por serem omissos ou incompetentes, quando não mal-intencionados. Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens?
(Lya Luft. Revista Veja, 11 de março de 2009, edição 2103/fragmento)
No último período, é feito um questionamento que: