Questões de Concurso
Para analista judiciário - engenharia de segurança do trabalho
Foram encontradas 569 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se
faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente
que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo
quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não
porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm
o gosto pelo crec-crec.
A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em
linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-
mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-
dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito
de “melhor”.
Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja
uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças
impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem
uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)
pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde
as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons
argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do
horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o
século passado estatizou e transformou no seu mito mais
destrutivo.
O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-
culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não
redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.
(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)
O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se
faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente
que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo
quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não
porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm
o gosto pelo crec-crec.
A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em
linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-
mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-
dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito
de “melhor”.
Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja
uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças
impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem
uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)
pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde
as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons
argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do
horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o
século passado estatizou e transformou no seu mito mais
destrutivo.
O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-
culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não
redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.
(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)
I. Destituídos de qualquer qualidade pessoal, os homens-placa, em sua função mais recente, funcionam como meros sinalizadores físicos da localização dos negócios.
II. No terceiro parágrafo, as referências à Estátua da Liberdade, Marilyns e Kennedys mostram como a propaganda se vale de imagens estereotipadas para incutir prestígio em certos produtos.
III. A despersonalização a que se submetem os homens e mulheres-placa só não é maior do que a que sofre um guardador de carros.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
O no-break online usa a energia da tomada para alimentar o computador até que um problema na rede seja detectado. No no-break offline, o computador é sempre alimentado pela bateria, que será recarregada quando sua capacidade de fornecimento de energia atingir 50% da capacidade nominal.
A alimentação do no-break é provida por bateria, com determinada autonomia, que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente. A autonomia é o tempo durante o qual a bateria da fonte consegue fornecer energia para a carga, após cessar o fornecimento da rede elétrica.
A respeito desse tema, julgue o item que se seguem.
AET é um estudo realizado no ambiente de trabalho visando encontrar situações que possam dar origem a LER/DORT decorrentes das cargas físicas do trabalho e fatores como repetitividade, posturas, dispêndio de energia.
O ar insuflado em um recinto condicionado retorna ao equipamento de refrigeração, impulsionado pelo ventilador. Parte desse ar é perdida pelas frestas, aberturas e exaustores e precisa ser completada pelo ar exterior. Além desse ar que recompleta as perdas, há a necessidade de ar para as pessoas. O ar exterior introduz o calor sensível e o calor latente ao ser misturado com o ar de retorno antes de passar pelo evaporador.
Durante a confecção do mapa de riscos, a identificação dos indicadores de saúde, como queixas mais freqüentes, acidentes de trabalho ocorridos, doenças profissionais diagnosticadas e causas mais freqüentes de ausência ao trabalho propicia a tabulação dos empregados mais propensos a acidentes e a definição das sanções legais a eles aplicáveis.



