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Q3899335 Português
Em “Ao terminar a prova, entregou o caderno.”, a oração reduzida exprime valor:
Alternativas
Q3899334 Português
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3899333 Português
Em: “Os alunos que se esforçaram se destacaram.” O termo “que” exerce função de: 
Alternativas
Q3899332 Português
Em: “Os meios utilizados foram bastante eficientes.” Os termos destacados classificam-se respectivamente, como: 
Alternativas
Q3899331 Português
A palavra “despolitização” apresenta, respectivamente:
Alternativas
Q3899330 Português
Assinale a frase inteiramente correta:  
Alternativas
Q3899328 Português
Assinale a alternativa inteiramente correta segundo o Acordo Ortográfico:
Alternativas
Q3899327 Português
Considere o trecho:
“Não compareceu à audiência, porque não fora regularmente intimado; eis por que o processo foi anulado.”
A relação semântica estabelecida no plano do discurso argumentativo pelos dois empregos de “porque/por que” é, respectivamente:  
Alternativas
Q3899326 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

Ao afirmar que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social é subestimada, o pesquisador citado no texto sustenta implicitamente que o autor:
Alternativas
Q3899325 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

Ao tratar do desaparecimento do legado de Al Capp nos Estados Unidos, o texto articula dois fatores distintos: o escândalo pessoal envolvendo o autor e as dificuldades de tradução cultural. A menção conjunta desses elementos sugere que a permanência de uma obra no cânone cultural:
Alternativas
Q3899324 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

O fato de o Shmoo ter sido interpretado de maneiras opostas por diferentes espectros ideológicos reforça, no argumento do texto, a ideia de que:  
Alternativas
Q3899323 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

A reação dos agentes econômicos fictícios dentro da narrativa — empresários, banqueiros e industriais — diante da existência do Shmoo permite inferir que, no texto, o capitalismo é apresentado como um sistema que:
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Q3899322 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

A descrição inicial do Shmoo, marcada por traços de fofura, generosidade e utilidade ilimitada, não se esgota em uma caracterização estética. Considerando o desenvolvimento posterior do texto, essa construção inicial cumpre a função de: 
Alternativas
Q3845892 Pedagogia
Nas instituições de Educação Infantil, a rotina constitui um fator de (X) , pois orienta as ações das crianças e dos professores, favorecendo a antecipação e a organização das situações que podem ocorrer no cotidiano escolar.
Fonte: Bilória e Metzner (2013) apud SILVA, Brenda Francisco et al. A rotina na educação infantil: uma experiência do PIBID por meio da teoria histórico-cultural.
Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) no texto. 
Alternativas
Q3845891 Pedagogia
Observe o trecho da Base Nacional Comum Curricular (BNCC):

"Essa concepção de criança como ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo."

De acordo com o texto, analise as alternativas e assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q3845890 Pedagogia
Em qualquer ser humano — e especialmente na criança — imaginação, sensibilidade e inteligência são dimensões integradas, sendo o imaginário fundamental para um desenvolvimento equilibrado e harmonioso.
Fonte: Held (1980) apud Duarte, J.A. O jogo e a criança - estudo de caso. Escola Superior de Educação João de Deus. Dissertação de mestrado, 2009.

Portanto, qual é a relação que se estabelece entre o jogo e o texto apresentado? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3845889 Pedagogia
Hoje existem muitos alimentos que não contribuem para a saúde, especialmente quando substituem refeições principais, como salgadinhos, biscoitos, refrigerantes, balas e bombons. Diante desse contexto, julgue os itens a seguir:

I.Não é responsabilidade dos profissionais que atuam na alimentação das crianças ensinar sobre alimentação saudável nem orientar as famílias.
II.É fundamental reconhecer e compreender a importância da alimentação saudável para o crescimento e o desenvolvimento infantil.
III.A criança precisa aprender a identificar o que é adequado ou inadequado para sua saúde.

Assinale a alternativa que contenha os itens CORRETOS. 
Alternativas
Q3845888 Pedagogia
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), a conduta de oposição pode ocorrer em diferentes contextos do desenvolvimento infantil, variando em intensidade conforme as características pessoais da criança, o grau de liberdade oferecido pelo meio e o momento do seu desenvolvimento. Em algumas fases, essa oposição pode se manifestar de forma mais intensa e frequente.
Sobre a oposição no desenvolvimento da criança, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3845887 Português
Filho birrento deixa a mãe extremamente nervosa por conseguir que ela se sinta impotente e envergonhada perante sua manifestação de birra, que ocorre em qualquer lugar, basta a criança sentir-se frustrada: no shopping, no restaurante, na visita àquele tio importante.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Editora Gente, 1996.

De acordo com o autor, a criança chega à birra quando a mãe age de forma inconsistente, proibindo e cedendo repetidamente. Assim, com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
261: A
262: C
263: B
264: D
265: C
266: B
267: B
268: A
269: B
270: A
271: A
272: D
273: A
274: B
275: E
276: C
277: E
278: D
279: D
280: A