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Q2389586 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
A proposta de ensino da professora centra-se na
Alternativas
Q2389585 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
De acordo com Tatiana Arruda, na educação infantil as atividades de letramento devem 
Alternativas
Q2389584 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
A tese defendida no texto é a de que é
Alternativas
Q2389583 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.comoeurealmente.com/>. Acesso em: 02 dez. 2023.

Há na tirinha o pressuposto de que
Alternativas
Q2389582 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

Segundo o texto, o presentismo é a
Alternativas
Q2389581 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

No texto, considera-se que o resultado dos anacronismos dos historiadores americanos para os estudos de história na atualidade é
Alternativas
Q2389580 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<https://br.pinterest.com/pin/713398397246393572/> Acesso em: 02 dez. 2023.

O texto é caracterizado como multimodal. Essa caracterização se deve ao uso de
Alternativas
Q2389579 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
O ponto de vista presente no texto é o de que erro é o que
Alternativas
Q2389578 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
No segundo parágrafo do texto, há o uso das palavras bibliógrafo e bibliófilo, sendo que a mudança de significado dessas palavras se dá mediante o emprego dos sufixos – grafo e –filo. Os significados das palavras separam o
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Q2389577 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
No primeiro parágrafo do texto, o segundo enunciado interrogativo utiliza uma pergunta 
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Q2369450 Regimento Interno
Segundo disposições do Regimento Interno da Câmara Municipal de Anápolis, vereadores são agentes políticos, que exercem mandato legislativo eleitos pelo sistema partidário e de representação proporcional, por voto secreto e direto. Desde a posse, nos termos ao Art. 68 do Regimento, nenhum vereador poderá 
Alternativas
Q2369449 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
A Lei Orgânica do Município de Anápolis estabelece no Art. 45 as disposições sobre a instalação, funcionamento e poderes das Comissões Especiais de Inquérito na Câmara Municipal. Nos termos do referido texto legal, tais Comissões terão poderes de investigação, próprios das autoridades judiciais e serão criadas pela Câmara mediante requerimento de 
Alternativas
Q2369448 Direito Administrativo
Leia o texto a seguir.

Com efeito, as várias competências previstas na Constituição para a União, Estados e Municípios são distribuídas entre seus respectivos órgãos, cada qual dispondo de determinado número de cargos criados por lei, que lhes confere denominação própria, define suas atribuições e fixa o padrão de vencimento ou remuneração. [...] Durante muito tempo, essa unidade de atribuições correspondia ao cargo e era atribuída ao funcionário público sob regime estatutário. Quando se passou a aceitar a possibilidade de contratação de servidores sob o regime da legislação trabalhista, a expressão “emprego público” passou a ser utilizada, paralelamente à “cargo público”, também para designar uma unidade de atribuições, distinguindo-se uma da outra pelo tipo de vínculo que liga o servidor ao Estado. 
PIETRO, Maria Sylvia Zanella D. Direito Administrativo. 36 ed. Grupo GEN, 2023.

A partir das considerações acima, a Administração Pública passou a adotar dois regimes jurídicos distintos, dependendo da categoria de agentes públicos, quais sejam, estatutário ou celetista. Nestes termos, a Administração Pública pode adotar regime jurídico 
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Q2369447 Direito Administrativo
Leia o caso a seguir. 

Uma servidora pública efetiva da Câmara Municipal de Anápolis, adquiriu, durante o exercício do cargo público, imóveis de luxo em condomínio horizontal de alto padrão nos arredores da cidade. Ao declarar seus bens, foi possível constatar que os imóveis adquiridos são avaliados em valores bem superiores à evolução de seu patrimônio e da sua renda. 

Juridicamente, tendo como base as disposições da Lei de Improbidade Administrativa (Lei n° 8.429/1992), em tese, ela praticou 
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Q2369446 Direito Administrativo
A anulação trata-se da forma de desfazimento dos atos administrativos nas situações em que são verificadas ilegalidades. Nesse sentido, a Lei n° 9.784/1999 estabelece ao administrador a perspectiva de anular seus próprios atos. A anulação de atos gera efeitos jurídicos para a Administração Pública e os administrados. Assim, uma vez anulados os atos administrativos, seus efeitos
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Q2369445 Direito Administrativo
Leia o texto a seguir sobre a definição de atos administrativos. 

“[...] toda manifestação unilateral de vontade da Administração, ou de quem lhe faça as vezes, que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos ou impor obrigações aos administrados, passível de reapreciação pelo Poder Judiciário”.

  SPITZCOVSKY, Celso. Esquematizado – Direito Administrativo. 5 ed. Editora Saraiva, 2022. 

Conforme exposto no texto, as espécies dos atos administrativos se diferenciam pelo conteúdo do ato emanado. Dessa forma, são espécies de atos administrativos os punitivos, os enunciativos, os ordinatórios, os normativos e os negociais. Os últimos – atos negociais – são indispensáveis à manifestação de vontade da Administração Pública.  Mediante o exposto, quanto ao conceito e aplicabilidade dos atos administrativos negociais, eles são entendidos como aqueles 
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Q2369444 Direito Constitucional
O artigo 37 da Constituição Federal de 1988 estabelece em suas normas gerais, a Administração Pública direta e indireta, bem como elenca disposições sobre servidores públicos. Especificamente sobre a investidura dos agentes públicos, os incisos I e II do dispositivo legal assegura que a investidura em cargo ou emprego público é acessível 
Alternativas
Q2369443 Direito Constitucional
A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel da União, Estados-Membros, municípios e Distrito Federal, cujos entes possuem competências instituídas pela Constituição Federal de 1988. O texto constitucional as divide em legislativas ou processuais, não-legislativas ou materiais. De acordo com o que está disposto no Título III da Organização do Estado, a competência legislativa dos entes federativos, trata-se daquela constitucionalmente definida para elaborar leis, distribuídas entre a União, Estados, Distrito Federal e Municípios, de acordo com a matéria, podendo ser privativa, exclusiva ou concorrente. Nesses termos, a competência legislativa concorrente da União pode ser  
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Q2369442 Legislação Federal
A Lei n° 12.527/2011, também conhecida como Lei de Acesso à Informação Pública, estabelece regras de restrição a certas informações, observado o teor e em razão da imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado. Tais informações sensíveis poderão ser classificadas como ultrassecreta, secreta ou reservada e podem ser restritas, com amparo no dispositivo constitucional supra. Ao disciplinar a restrição de acesso por meio da classificação de informações, a Lei de Acesso à Informação estabeleceu hipóteses de restrição. Estão sujeitas à classificação, portanto, as informações que possam 
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Q2369441 Direito Administrativo
Nos termos da Lei n° 8.429/1992, com as alterações feitas pela Lei n° 14.230/2021, consideram-se atos de improbidade administrativa as condutas dolosas tipificadas nos artigos 9º, 10 e 11. Assim, conforme previsão do artigo 11, constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública a ação ou omissão dolosa que viole os deveres de honestidade, de imparcialidade e de legalidade, caracterizada por 
Alternativas
Respostas
21: A
22: D
23: B
24: D
25: A
26: C
27: D
28: A
29: B
30: C
31: D
32: C
33: B
34: A
35: D
36: B
37: C
38: B
39: C
40: A