Questões de Concurso
Para analista - arquivologia
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Este livro estuda as modificações que se deram na cultura das classes populares ao longo das últimas décadas, de modo especial aquelas que podem ser atribuídas à influência das publicações de massa. Creio que obteríamos resultados muito semelhantes caso tomássemos como exemplos algumas outras formas de comunicação, como o cinema, o rádio ou a televisão. Penso que tenho sempre tentado dirigir-me principalmente ao “leitor comum” sério ou “leigo inteligente” de qualquer classe social. Não significa isto que eu tenha tentado adotar qualquer tom de voz específico, ou que tenha evitado o uso de quaisquer termos técnicos, para só empregar expressões banais. Escrevi tão claramente quanto o permitiu a minha compreensão do assunto, e apenas usei termos técnicos quando me pareceram susceptíveis de se tornarem úteis e sugestivos. O “leigo inteligente” é uma figura vaga, e a popularização uma tarefa perigosa; mas parece-me que aqueles de nós que consideram uma urgente necessidade escrever para ele devem continuar a tentá-lo. Porque um dos mais nefastos aspectos da nossa condição cultural é a divisão entre a linguagem dos peritos e o nível extraordinariamente baixo daquela utilizada nos órgãos de comunicação de massa.
(Adaptado de: HOGGART, Richard. As utilizações da cultura. Trad. de Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1973.)
Ao introduzir um livro no qual estudará o efeito das publicações de massa sobre a cultura das classes populares, o autor preocupa-se, inicialmente, com
Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética:
1. categoria jurídico-administrativa
2. conteúdo substantivo
3. data cronológica
4. data tópica
5. dimensões/espaço
6. espécie
7. forma/estágio de preparação
8. formato
9. funções/atividades
10. gênero
11. proveniência
12. quantidade
13. suporte
14. tipo
15. trâmite
16. volume
Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética:
1. categoria jurídico-administrativa
2. conteúdo substantivo
3. data cronológica
4. data tópica
5. dimensões/espaço
6. espécie
7. forma/estágio de preparação
8. formato
9. funções/atividades
10. gênero
11. proveniência
12. quantidade
13. suporte
14. tipo
15. trâmite
16. volume
Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética:
1. categoria jurídico-administrativa
2. conteúdo substantivo
3. data cronológica
4. data tópica
5. dimensões/espaço
6. espécie
7. forma/estágio de preparação
8. formato
9. funções/atividades
10. gênero
11. proveniência
12. quantidade
13. suporte
14. tipo
15. trâmite
16. volume
Os historiadores reescrevem a história produzida pelos seus contemporâneos e, ocasionalmente, ainda revisam suas próprias conclusões. De modo similar, os arquivistas deveriam estar sempre vendo sua política de avaliação à luz das exigências cambiantes e expansivas da pesquisa. A opinião de Meyer H. Fishbein, partilhada por outros autores, tem como desdobramentos:
I. a presença de historiadores nas comissões de avaliação.
II. a possibilidade de reavaliar periodicamente os critérios utilizados no processo de avaliação.
III. políticas cautelosas de eliminação de documentos, garantindo a preservação de material cujo uso futuro é insuspeitado.
Do ponto de vista lógico, há coerência entre o postulado do autor e o que está enunciado em