Questões de Concurso Para analista - arquivologia

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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Itapevi - SP Provas: VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Auditor Fiscal Tributário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Arquiteto | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Estratégia Saúde da Família - ESF | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Dermatologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Ambiental | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista de Gestão de Pessoas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Arquivologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Biblioteconomia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Tecnologia da Informação e Comunicação | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Assistente Social | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista Bucomaxilofacial | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Contador | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Educador Desportivo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Enfermeiro | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro de Tráfego e Trânsito | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Obras | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Posturas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Vigilância Sanitária | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Geral | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Neurológico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fonoaudiólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Ortopédico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Clínico - UBS | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Psiquiatria | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Nutricionista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Veterinário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Psicólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Terapeuta Ocupacional | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Gestão Pública |
Q984751 Português
Leia o texto para responder à questão.

“Tire suas próprias conclusões” 

Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.

É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.

Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.
Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?
Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.
É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.

(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)



Da menção ao conflito descrito por Clarice Lispector, no último parágrafo, deduz-se o seguinte:
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Itapevi - SP Provas: VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Auditor Fiscal Tributário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Arquiteto | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Estratégia Saúde da Família - ESF | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Dermatologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Ambiental | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista de Gestão de Pessoas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Arquivologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Biblioteconomia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Tecnologia da Informação e Comunicação | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Assistente Social | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista Bucomaxilofacial | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Contador | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Educador Desportivo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Enfermeiro | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro de Tráfego e Trânsito | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Obras | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Posturas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Vigilância Sanitária | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Geral | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Neurológico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fonoaudiólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Ortopédico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Clínico - UBS | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Psiquiatria | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Nutricionista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Veterinário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Psicólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Terapeuta Ocupacional | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Gestão Pública |
Q984750 Português
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“Tire suas próprias conclusões” 

Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.

É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.

Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.
Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?
Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.
É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.

(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)



No sexto parágrafo, o verbo pensar em “Pensamos estar pensando...” veicula, em cada ocorrência respectivamente, sentidos que equivalem a
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Itapevi - SP Provas: VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Auditor Fiscal Tributário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Arquiteto | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Estratégia Saúde da Família - ESF | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Dermatologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Ambiental | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista de Gestão de Pessoas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Arquivologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Biblioteconomia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Tecnologia da Informação e Comunicação | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Assistente Social | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista Bucomaxilofacial | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Contador | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Educador Desportivo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Enfermeiro | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro de Tráfego e Trânsito | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Obras | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Posturas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Vigilância Sanitária | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Geral | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Neurológico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fonoaudiólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Ortopédico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Clínico - UBS | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Psiquiatria | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Nutricionista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Veterinário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Psicólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Terapeuta Ocupacional | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Gestão Pública |
Q984749 Português
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“Tire suas próprias conclusões” 

Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.

É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.

Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.
Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?
Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.
É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.

(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)



No contexto do segundo parágrafo, a “experimentação libertária” refere-se
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Itapevi - SP Provas: VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Auditor Fiscal Tributário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Arquiteto | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Estratégia Saúde da Família - ESF | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Dermatologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Ambiental | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista de Gestão de Pessoas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Arquivologia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista Documental - Biblioteconomia | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Tecnologia da Informação e Comunicação | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Assistente Social | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista Bucomaxilofacial | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Cirurgião-Dentista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Contador | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Educador Desportivo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Enfermeiro | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro de Tráfego e Trânsito | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Obras | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Posturas | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fiscal Municipal de Vigilância Sanitária | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Geral | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Neurológico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fonoaudiólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Fisioterapeuta - Ortopédico | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Clínico - UBS | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico - Psiquiatria | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Nutricionista | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico Veterinário | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Psicólogo | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Terapeuta Ocupacional | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Médico do Trabalho | VUNESP - 2019 - Prefeitura de Itapevi - SP - Analista em Gestão Pública |
Q984748 Português
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“Tire suas próprias conclusões” 

Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.

É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.

Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.
Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?
Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.
É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.

(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)



Na opinião do autor, o mal-estar provado pelos indivíduos atualmente está relacionado com
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: ALESE
Q1197644 Português
[Linguagens e culturas]
Este livro estuda as modificações que se deram na cultura das classes populares ao longo das últimas décadas, de modo especial aquelas que podem ser atribuídas à influência das publicações de massa. Creio que obteríamos resultados muito semelhantes caso tomássemos como exemplos algumas outras formas de comunicação, como o cinema, o rádio ou a televisão. Penso que tenho sempre tentado dirigir-me principalmente ao “leitor comum” sério ou “leigo inteligente” de qualquer classe  social. Não significa isto que eu tenha tentado adotar qualquer tom de voz específico, ou que tenha evitado o uso de quaisquer termos  técnicos, para só empregar expressões banais. Escrevi tão claramente quanto o permitiu a minha compreensão do assunto, e apenas  usei termos técnicos quando me pareceram susceptíveis de se tornarem úteis e sugestivos. O “leigo inteligente” é uma figura vaga, e a popularização uma tarefa perigosa; mas parece-me que aqueles de nós que consideram uma urgente necessidade escrever para ele devem continuar a tentá-lo. Porque um dos mais nefastos aspectos da nossa condição cultural é a divisão entre a linguagem dos peritos e o nível extraordinariamente baixo daquela utilizada nos órgãos de  comunicação de massa.
(Adaptado de: HOGGART, Richard. As utilizações da cultura. Trad. de Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1973.)
Ao introduzir um livro no qual estudará o efeito das publicações de massa sobre a cultura das classes populares, o autor preocupa-se, inicialmente, com
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Q888153 Arquivologia
A certificação digital pode ser definida como o
Alternativas
Q888152 Arquivologia

Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética: 


                            1. categoria jurídico-administrativa

                            2. conteúdo substantivo

                            3. data cronológica

                            4. data tópica

                            5. dimensões/espaço

                            6. espécie

                            7. forma/estágio de preparação

                            8. formato

                            9. funções/atividades

                          10. gênero

                          11. proveniência

                         12. quantidade

                         13. suporte

                         14. tipo

                         15. trâmite

                         16. volume

Os elementos considerados intermediários (nem externos, nem internos) são os de números
Alternativas
Q888151 Arquivologia

Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética: 


                            1. categoria jurídico-administrativa

                            2. conteúdo substantivo

                            3. data cronológica

                            4. data tópica

                            5. dimensões/espaço

                            6. espécie

                            7. forma/estágio de preparação

                            8. formato

                            9. funções/atividades

                          10. gênero

                          11. proveniência

                         12. quantidade

                         13. suporte

                         14. tipo

                         15. trâmite

                         16. volume

Os elementos internos ou intrínsecos, relacionados com o teor e a natureza do documento, são os de números
Alternativas
Q888150 Arquivologia

Atenção: Para responder à questão, considere os elementos internos, intermediários e externos que, segundo a renomada arquivista Heloísa Liberalli Bellotto, permitem à Diplomática averiguar a autenticidade dos documentos. Tais elementos vêm enumerados abaixo, em ordem alfabética: 


                            1. categoria jurídico-administrativa

                            2. conteúdo substantivo

                            3. data cronológica

                            4. data tópica

                            5. dimensões/espaço

                            6. espécie

                            7. forma/estágio de preparação

                            8. formato

                            9. funções/atividades

                          10. gênero

                          11. proveniência

                         12. quantidade

                         13. suporte

                         14. tipo

                         15. trâmite

                         16. volume

Os elementos externos ou extrínsecos, relacionados com o modo de apresentação do documento, são os de números
Alternativas
Q888149 Arquivologia
Originalmente relacionada à herança material de famílias, a palavra patrimônio há muito designa também o conjunto de bens culturais herdados pelas sociedades. Ampliada da esfera do direito privado para o público, no século X V III, patrimônio passaria a expressar o conjunto de bens materiais - edifícios, logradouros, obras de arte e coleções documentais - cujo valor foi reconhecido pelo poder público, tornando-se, por isso, objeto de proteção jurídica advinda do tombamento. A afirmação é da historiadora Marly Rodrigues, em artigo publicado em 1999. Poder-se-ia estender o conceito aos arquivos, não fossem as particularidades que impedem lhes seja aplicado o instituto do tombamento. A expressão patrimônio arquivístico, no âmbito dos arquivos públicos, corresponde aos documentos
Alternativas
Q888148 Arquivologia
A fim de apoiar as demandas internas da instituição em que trabalha e auxiliar o pesquisador que a ela recorre em busca de subsídios, o arquivista deve conhecer profundamente o potencial informativo da documentação sob seus cuidados. Para tanto, precisa realizar pesquisas na área de
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Q888147 Arquivologia
Dentre as recomendações do Conselho Nacional de Arquivos para a digitalização de documentos de valor permanente, destacase a que focaliza manuscritos sem a presença de cor. Para tais documentos, nos quesitos tipo de reprodução, formato de arquivo digital e resolução mínima, recomendam-se, respectivamente,
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Q888146 Arquivologia
Sobre o processo de microfilmagem de documentos oficiais, no Brasil, é correto afirmar que
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Q888145 Arquivologia
Ao processo de identificação de fundos, o arquivista australiano Peter Scott acrescentou uma característica que não havia sido elencada anteriormente por Michel Duchein. Segundo Scott, o órgão produtor deve ter
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Q888144 Arquivologia

Os historiadores reescrevem a história produzida pelos seus contemporâneos e, ocasionalmente, ainda revisam suas próprias conclusões. De modo similar, os arquivistas deveriam estar sempre vendo sua política de avaliação à luz das exigências cambiantes e expansivas da pesquisa. A opinião de Meyer H. Fishbein, partilhada por outros autores, tem como desdobramentos:


I. a presença de historiadores nas comissões de avaliação.

II. a possibilidade de reavaliar periodicamente os critérios utilizados no processo de avaliação.

III. políticas cautelosas de eliminação de documentos, garantindo a preservação de material cujo uso futuro é insuspeitado.


Do ponto de vista lógico, há coerência entre o postulado do autor e o que está enunciado em

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Q888143 Arquivologia
As diferentes abordagens do processo de avaliação em arquivos, conhecidas pelos nomes de estratégia documentária, macroavaliação, microavaliação, avaliação integrada e plano documental, têm sua matriz teórica, respectivamente, nos seguintes autores:
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Q888142 Arquivologia
A ordem alfabética, utilizada em listas, índices, catálogos, bibliografias e trabalhos similares, foi consolidada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. De acordo com a norma,
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Q888141 Arquivologia
Há uma série de normas internacionais dedicadas ao processo de descrição de documentos de arquivo. Além da norma geral, a ISAD(G), há outras que a complementam: a que dá diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística, isto é, de pessoas físicas e jurídicas (públicas e privadas) que produzem e custodiam arquivos; a que apresenta regras gerais para a caracterização das instituições detentoras de acervo arquivístico; e a que trata das funções das entidades coletivas responsáveis pela produção e manutenção de arquivos. Tais normas complementares são, respectivamente,
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Q888140 Arquivologia
Ao afirmar que a classificação não pode responder mais sozinha pela importante e atualizada tarefa de busca à informação contida nos documentos de arquivo, Renato Tarciso Barbosa de Sousa (no artigo “Alguns apontamentos sobre a classificação de documentos de arquivo”, publicado em 2014 pelo Brazilian Journal of Information Science, de Marília) aponta, entre as possíveis causas desse fenômeno,
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Q888139 Arquivologia
AtoM, acrônimo de Access to Memory, é um software livre desenvolvido pelo Conselho Internacional de Arquivos, em colaboração com parceiros e patrocinadores, que vem sendo utilizado, em suas três versões, para cumprir funções arquivísticas básicas: descrição, difusão e preservação de documentos. Adotado por inúmeras instituições, apresenta, entre outras características, a de
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581: D
582: E
583: A
584: C
585: B
586: D
587: B
588: B
589: C
590: D
591: E
592: C
593: B
594: A
595: D
596: A
597: C
598: E
599: A
600: D