Foram encontradas 504 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1021338 Português

                                              Texto 1

               Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil 

   Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada com as políticas de CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação).Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980.

   O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua non para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

   Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente. A expansão notável de produção científica foi baseada na capacidade das universidades públicas brasileiras de produzir ciência. Mais de 95% dessa produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.

    O presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, físico, professor da UFRJ, pesquisador dos mais respeitados por seus brilhantes trabalhos em emaranhamento quântico, relata que, “de acordo com recente publicação feita por Clarivate Analytics a pedido da CAPES, o Brasil, no período de 2011-2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à 13ª posição na produção científica global (mais de 190 países)”. As áreas de maior impacto, prossegue, “correspondem a agricultura, medicina e saúde, física e ciência espacial, psiquiatria, e odontologia, entre outras”.

   Davidovich ressalta que “todos os estados brasileiros estão representados” nessa produção, “o que mostra uma evolução em relação a períodos anteriores e o papel preponderante desempenhado pelas universidades públicas que estão presentes em todos os estados”.Outro ponto fundamental de sua fala: “Mais de 95% das publicações referem-se às universidades públicas, federais e estaduais. O artigo lista as 20 universidades que mais publicam (5 estaduais e 15 federais), das quais 5 estão na região Sul, 11, na região Sudeste, 2, na região Nordeste e 2, na Centro-Oeste”.

 Essas publicações, destaca o presidente da ABC, “estão associadas a pesquisas que beneficiam a população brasileira e contribuem para a riqueza nacional. Graças a essas pesquisas, o petróleo do pré-sal representa atualmente mais de 50% do petróleo produzido no país, a agricultura brasileira sofisticou-se e aumentou sua produtividade, epidemias, como a do vírus da zika, são enfrentadas por grupos científicos de grande qualidade, novos fármacos são produzidos, alternativas energéticas são propostas, novos materiais são desenvolvidos e empresas brasileiras obtêm protagonismo internacional em diversas áreas de alto conteúdo tecnológico, como cosméticos, compressores e equipamentos elétricos”.

(MOURA, Mariluce. Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil. Ciência na Rua, 11 abr. 2019. http://ciencianarua.net/universidades-publicas-respondem-por-mais-de-95-da-producao-cientifica-do-brasil/. Acesso em 09 mai. 2019. Adaptado)

De acordo com o texto, o presidente da ABC, Luiz Davidovich, afirma que:


I - As publicações científicas do Brasil estão associadas a pesquisas que beneficiam a população brasileira e contribuem para a riqueza nacional;

II - O Brasil, no período de 2011-2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento;

III - A participação do setor privado nos investimentos em ciência e tecnologia, desde a redemocratização do país, ultrapassava a marca de 20%.


São CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q1021337 Português

                                              Texto 1

               Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil 

   Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada com as políticas de CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação).Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980.

   O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua non para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

   Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente. A expansão notável de produção científica foi baseada na capacidade das universidades públicas brasileiras de produzir ciência. Mais de 95% dessa produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.

    O presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, físico, professor da UFRJ, pesquisador dos mais respeitados por seus brilhantes trabalhos em emaranhamento quântico, relata que, “de acordo com recente publicação feita por Clarivate Analytics a pedido da CAPES, o Brasil, no período de 2011-2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à 13ª posição na produção científica global (mais de 190 países)”. As áreas de maior impacto, prossegue, “correspondem a agricultura, medicina e saúde, física e ciência espacial, psiquiatria, e odontologia, entre outras”.

   Davidovich ressalta que “todos os estados brasileiros estão representados” nessa produção, “o que mostra uma evolução em relação a períodos anteriores e o papel preponderante desempenhado pelas universidades públicas que estão presentes em todos os estados”.Outro ponto fundamental de sua fala: “Mais de 95% das publicações referem-se às universidades públicas, federais e estaduais. O artigo lista as 20 universidades que mais publicam (5 estaduais e 15 federais), das quais 5 estão na região Sul, 11, na região Sudeste, 2, na região Nordeste e 2, na Centro-Oeste”.

 Essas publicações, destaca o presidente da ABC, “estão associadas a pesquisas que beneficiam a população brasileira e contribuem para a riqueza nacional. Graças a essas pesquisas, o petróleo do pré-sal representa atualmente mais de 50% do petróleo produzido no país, a agricultura brasileira sofisticou-se e aumentou sua produtividade, epidemias, como a do vírus da zika, são enfrentadas por grupos científicos de grande qualidade, novos fármacos são produzidos, alternativas energéticas são propostas, novos materiais são desenvolvidos e empresas brasileiras obtêm protagonismo internacional em diversas áreas de alto conteúdo tecnológico, como cosméticos, compressores e equipamentos elétricos”.

(MOURA, Mariluce. Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil. Ciência na Rua, 11 abr. 2019. http://ciencianarua.net/universidades-publicas-respondem-por-mais-de-95-da-producao-cientifica-do-brasil/. Acesso em 09 mai. 2019. Adaptado)

Assinale o trecho do texto cuja palavra em destaque pode ser substituída pela palavra entre parênteses, sem gerar alteração de sentido no contexto em que se insere.
Alternativas
Q1021336 Português

                                              Texto 1

               Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil 

   Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada com as políticas de CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação).Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980.

   O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua non para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

   Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente. A expansão notável de produção científica foi baseada na capacidade das universidades públicas brasileiras de produzir ciência. Mais de 95% dessa produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.

    O presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, físico, professor da UFRJ, pesquisador dos mais respeitados por seus brilhantes trabalhos em emaranhamento quântico, relata que, “de acordo com recente publicação feita por Clarivate Analytics a pedido da CAPES, o Brasil, no período de 2011-2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à 13ª posição na produção científica global (mais de 190 países)”. As áreas de maior impacto, prossegue, “correspondem a agricultura, medicina e saúde, física e ciência espacial, psiquiatria, e odontologia, entre outras”.

   Davidovich ressalta que “todos os estados brasileiros estão representados” nessa produção, “o que mostra uma evolução em relação a períodos anteriores e o papel preponderante desempenhado pelas universidades públicas que estão presentes em todos os estados”.Outro ponto fundamental de sua fala: “Mais de 95% das publicações referem-se às universidades públicas, federais e estaduais. O artigo lista as 20 universidades que mais publicam (5 estaduais e 15 federais), das quais 5 estão na região Sul, 11, na região Sudeste, 2, na região Nordeste e 2, na Centro-Oeste”.

 Essas publicações, destaca o presidente da ABC, “estão associadas a pesquisas que beneficiam a população brasileira e contribuem para a riqueza nacional. Graças a essas pesquisas, o petróleo do pré-sal representa atualmente mais de 50% do petróleo produzido no país, a agricultura brasileira sofisticou-se e aumentou sua produtividade, epidemias, como a do vírus da zika, são enfrentadas por grupos científicos de grande qualidade, novos fármacos são produzidos, alternativas energéticas são propostas, novos materiais são desenvolvidos e empresas brasileiras obtêm protagonismo internacional em diversas áreas de alto conteúdo tecnológico, como cosméticos, compressores e equipamentos elétricos”.

(MOURA, Mariluce. Universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica do Brasil. Ciência na Rua, 11 abr. 2019. http://ciencianarua.net/universidades-publicas-respondem-por-mais-de-95-da-producao-cientifica-do-brasil/. Acesso em 09 mai. 2019. Adaptado)

Em relação ao Texto 1, considere as seguintes afirmativas.


I - A meta da aplicação de 2% do PIB no setor na produção científica é sonhada pela comunidade científica nacional;

II - O desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição essencial para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa;

III - Mais de 95% da produção científica do Brasil listada nas bases internacionais se deve à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.


São CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1236680 Geologia
A respeito dos métodos de prospecção e de sondagem, julgue os seguintes itens.
Os mapas de composição ternária com os canais de K, U e Th possibilitam a identificação de camadas geológicas, visto que a radiação gama registrada provém de elevadas profundidades da Terra, desde o núcleo até a crosta. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1236674 Geologia
A respeito dos métodos de prospecção e de sondagem, julgue os seguintes itens.
Na amostragem de rochas do tipo chip sample, recomenda-se a coleta de amostras de rochas intemperizadas uma vez que elas serão pulverizadas para a realização da análise geoquímica.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210144 Geologia
Com relação à cartografia geológica e à legislação mineral, julgue os itens a seguir
A documentação exigida junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para o desenvolvimento de uma pesquisa mineral tem como responsável técnico um profissional cadastrado no CREA/CONFEA . Este profissional é habilitado em engenharia de minas, ou geologia, ou engenharia geológica, ou técnico em geologia, ou técnico em mineração. 


Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210112 Geologia
Com relação à cartografia geológica e à legislação mineral, julgue os itens a seguir
Em georreferenciamento, o termo ponto de controle é atribuído a locais que apresentem uma feição física perfeitamente identificável, como intersecção de estradas ou rios, barragens e aeroportos. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210104 Geologia
Com relação à cartografia geológica e à legislação mineral, julgue os itens a seguir
Não estão sujeitos aos preceitos do Código Brasileiro de Mineração os trabalhos de movimentação de terra e desmonte de materiais in natura, que se fizerem necessários para a abertura de vias de transporte, obras gerais de terraplenagem e de edificações, desde que não haja comercialização das terras e dos materiais resultantes dos referidos trabalhos e que fique o seu aproveitamento restrito à utilização na própria obra. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210103 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
No limite entre o manto inferior e o núcleo externo da Terra, registram-se diminuição na velocidade da onda sísmica primária (P) e ausência de onda secundária (S), fato que ocorre em função do trânsito da onda sísmica de um meio elástico para um meio viscoso. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210013 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
Comumente, os grandes cristais de uma rocha porfirítica formam-se em um ambiente em que haja resfriamento lento do magma ou quando ocorre perda repentina de parte fluida do magma, rica em água, o que provocará um aumento de temperatura do magma
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210012 Geologia
A respeito dos métodos de prospecção e de sondagem, julgue os seguintes itens.
Em prospecção mineral, o azimute de um furo não vertical é a direção horizontal, com referência ao norte geográfico, no qual a sondagem é perfurada. 


Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1210001 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
Os conglomerados dividem-se em ortoconglomerados, em que os clastos são suportados pela matriz, e paraconglomerados, que mostram um arcabouço suportado pelos clastos. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209999 Geologia
Com relação à cartografia geológica e à legislação mineral, julgue os itens a seguir
No georreferenciamento de mapas geológicos, utilizam-se frequentemente tanto as projeções geográficas — nas quais a latitude e longitude representam, respectivamente, a distância entre o Meridiano de Greenwich e a distância entre o Equador — quanto o sistema UTM — no qual as zonas de projeção são definidas pelo Meridiano Central
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209987 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
O eclogito é uma rocha metamórfica formada em alta pressão, com a paragênese mineral típica de muscovita, clinopiroxênio e granada. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209969 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
Os minerais são elementos ou compostos químicos, no estado sólido, formados por processos geológicos. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209963 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
Na subclasse dos inossilicatos, predominam os minerais dos grupos dos piroxênios e anfibólios, que possuem as mesmas composições mineralógicas, apenas distinguíveis pelo sistema cristalino: os piroxênios somente se cristalizam no sistema ortorrômbico; e os anfibólios, no sistema monoclínico. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209927 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
A crosta terrestre compõe-se principalmente de silício, oxigênio e alumínio e é classificada como crosta continental — caracterizada pelo predomínio de rochas silicáticas félsicas ricas em Al, K, U e Th — e crosta oceânica — formada comumente por rochas ricas em Mg, Fe e Na. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB
Q1209899 Geologia
Julgue os itens seguintes, relativos à geologia e à mineralogia. 
A saussurutização é o processo geológico em que os feldspatos ou feldspatoides são substituídos por anfibólios ou cloritas
Alternativas
Q759526 Geografia

Com relação aos impactos da mineração no meio ambiente, julgue o item subsequente.

Na mineração, a poluição por gases é pouco significativa e, em geral, se restringe à emissão de gases pelos motores das máquinas e dos veículos utilizados na lavra.

Alternativas
Q759525 Geografia

Com relação aos impactos da mineração no meio ambiente, julgue o item subsequente.

Após o fechamento da mina, o minerador tem a obrigação de implantar um plano de recuperação da área degradada.

Alternativas
Respostas
201: A
202: C
203: B
204: E
205: E
206: E
207: C
208: C
209: C
210: C
211: C
212: E
213: E
214: E
215: C
216: E
217: C
218: E
219: C
220: C