Questões de Concurso Para historiador

Foram encontradas 1.056 questões

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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073407 Matemática
De uma cópia de um antigo documento, na forma de um retângulo de área igual a 864 cm2, foi recortada a região triangular T, conforme mostra a figura, cujas dimensões indicadas estão em centímetros.
Imagem associada para resolução da questão

Nessas condições, é correto afirmar que, após o recorte, o perímetro dessa cópia ficou igual, em centímetros, a
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073406 Matemática
A fim de facilitar a consulta e assegurar sua preservação, n documentos históricos foram classificados e organizados. Para tanto, foram divididos em três lotes: A, B e C. O lote A ficou com x documentos, enquanto o restante foi dividido igualmente entre os lotes B e C, cabendo a cada um uma quantidade de documentos igual a 4/11 de n. Se o lote B ficou com 9 documentos a mais do que o lote A, então o número total de documentos que foram classificados e organizados é
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073405 Português
Considere a charge do artista Iotti Radicci.
Imagem associada para resolução da questão
(https://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/07/ charge-iotti-dc-2010-07-20.jpg?w=630 Publicada no Diário Catarinense em 20.07.2010.)
Parte do humor presente na charge advém __________ duplo sentido atribuído __________ termo selvagem, que remete o leitor __________ uma comparação entre o “selvagem” homem das cavernas e o “selvagem” homem do século XXI que, no trânsito, se comporta agressivamente.
Para que o texto a respeito da charge esteja de acordo com a regência verbal e nominal padrão, suas lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073404 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
Leia as alternativas, elaboradas a partir de consulta ao site Infoescola, e assinale a que está correta quanto à concordância verbal e nominal prevista pela norma-padrão da língua portuguesa.
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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073403 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
A pontuação foi empregada corretamente na alternativa:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073402 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome destacado atende à colocação pronominal determinada pela norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073401 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
Considere a frase do penúltimo parágrafo.
Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado.
Assinale a alternativa em que a frase reescrita mantém o sentido do texto e apresenta a correta correspondência entre os tempos verbais.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073400 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o pronome relativo onde está corretamente empregado em:
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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073399 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo – Grigory Kessel [...] notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard. –, a expressão destacada pode ser substituída, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073398 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
Calvície: o melhor remédio é o charme
Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro. De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses. Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca. Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.  Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion. Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora. O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu- -panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade. (Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/ calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)


Considerando “Calvície: o melhor remédio é o charme” como texto 1 e “As folhas que faltavam” como texto 2, assinale a alternativa que traz a afirmação correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073397 Português
Leia o texto e responda à questão.

As folhas que faltavam

    Grigory Kessel, catedrático de idioma siríaco na Universidade Philipps, em Marburg, na Alemanha, pesquisava textos antigos na biblioteca de um rico colecionador de Baltimore, nos EUA, quando – ao ver um velho manuscrito incompleto, composto por páginas de couro milenares – notou certa semelhança com uma única página solta que vira havia três semanas em uma biblioteca da Universidade de Harvard.
    A obra que ele estudava, sem algumas de suas páginas, era nada menos que a mais antiga tradução já encontrada do importante manuscrito do médico e filósofo greco-romano, Cláudio Galeno – conhecido como Galeno de Pérgamo –, que morreu no ano 200 d.C., intitulado “Das misturas e poderes das drogas simples”.
    O achado da primeira página perdida, feito por Kessel, ocorreu em fevereiro de 2013. A partir de então, foi iniciada uma caçada global às demais seis folhas que faltavam. E elas foram encontradas em diversas instituições mundo afora. Em seguida, iniciou-se a digitalização de toda a obra, finalizada em maio deste ano.
    Agora, especialistas estão começando a explorar os textos, praticamente invisíveis a olho nu. A perspectiva é de que o conteúdo seja totalmente traduzido em um prazo de cinco anos.
    O manuscrito é um palimpsesto, ou seja, um texto antigo recoberto por outro escrito. A prática era comum na Idade Média, como forma de reciclagem. Nesse caso, escribas sírios do século XI rasparam o texto médico de Galeno, que estava no pergaminho, e escreveram hinos religiosos por cima dele.
    Na fase atual, cada página foi fotografada digitalmente em alta resolução, com diferentes cores e configurações de luz, destacando diversas formas de tintas, sulcos da escrita e o próprio pergaminho, e os algoritmos do computador têm explorado essas variações de modo a ampliar a visibilidade do texto que ficou por baixo. As imagens resultantes foram disponibilizadas na internet e podem ser estudadas por acadêmicos para qualquer finalidade não comercial.
    Durante séculos, as diversas traduções de “Das misturas e poderes das drogas simples” foram leituras obrigatórias para aspirantes a médicos, por conter conhecimentos antigos sobre Medicina, cuidados ao paciente e uso de plantas medicinais.
    “Esse provavelmente será um texto fundamental assim que for completamente decifrado. Descobriremos coisas com as quais nem poderíamos sonhar até agora”, entusiasma-se Peter Pormann, especialista em greco-árabe da Universidade de Manchester, que lidera atualmente os estudos do livro de Galeno.
    A descoberta, concordam os pesquisadores, poderá lançar uma nova luz sobre as raízes da Medicina e como ela se espalhou pelo mundo antigo.
(Colaboração de Clébio Silva. http://www.cremesp.org.
br/?siteAcao=Revista&id=823. Adaptado)
Assinale a afirmação correta a respeito do texto.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073396 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)
Leia os trechos do texto.
Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou.
É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as expressões destacadas estão, correta e respectivamente, substituídas pelos pronomes na alternativa:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073395 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)
O sinal indicativo de crase está corretamente empregado em:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073394 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)
Considere as frases a seguir, observando que, no texto, as expressões destacadas exercem, respectivamente, a função de substantivo e de adjetivo.
O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça.
Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model.
Assinale a alternativa em que as expressões destacadas exerçam, respectivamente, as mesmas funções presentes nas frases selecionadas do texto.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073393 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)

Considere a frase do segundo parágrafo.

De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença.

Assinale a alternativa em que essa frase foi reescrita sem alterar o sentido do texto.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073392 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)
Pela leitura do texto, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073391 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Calvície: o melhor remédio é o charme

    Pouca gente nota, mas sou careca. Rasparam meu cabelo quando entrei na faculdade, e de lá pra cá a coisa não melhorou. Conheço o assunto. Portanto, me surpreendi com essa notícia de os japoneses terem descoberto a cura da calvície com o uso de células-tronco. A princípio, desconfiei; são poucos os orientais realmente carecas. Perto de 20% da população (segundo o Japan Times). Então, qual a razão de perder tempo pesquisando? Não é um problema nacional, manja? Segundo a mesma publicação, 41% dos holandeses são carecas – mas eles preferiram inventar uma marca de cerveja do que um remédio para as entradas. Também prefiro.
    De cara, implico com esse termo: “cura”, porque pressupõe que calvície é doença. Me recuso a olhar para esta minha cabeça redonda, graciosa e útil (sirvo de ponto de referência em qualquer Lollapalooza) e julgá-la como patologia. Chamar calvície de doença é coisa de quem nunca foi careca, por exemplo, os japoneses.
    Ser careca é ótimo. Não tem demérito nenhum. E dá trabalho, sim. Um careca cônscio é vaidoso. Tem que raspar, passar protetor solar, hidratante e até cera, se a calva estiver opaca.
    Tomar banho, por exemplo, é ótimo. O pouca-telha sente a água batucando diretamente na cabeça. Na hora do soninho, o travesseiro refresca. Até o cafuné rende mais, já que feito diretamente na pele. A gente se arruma mais rápido, o ralo do nosso banheiro nunca entope.
    Aí o cabeludo, em defesa da categoria, argumenta que cabelo é item de beleza superior e charme: dá pra deixar crescer, tingir de ruivo, fazer trancinha e até coque casal-top model. De fato, carecas não se divertem com o cabelo. Mas usam gorros, de cores variadas e marcas sofisticadas. Se a natureza não foi pródiga, a moda ajuda. É fato: desde que o Bruce Willis apareceu que careca é sinônimo de sedução fashion.
    Falei do Bruce, mas posso citar Kelly Slater, Zidane, Stanley Tucci, Guardiola, Jason Statham – e por aí vai. Temos nosso borogodó. Não somos de jogar fora.
    O único problema do careca é querer renegar a raça. É querer virar as costas para os seus. É querer enganar o próximo. O grande problema do careca é o implante. Ou, Deus nos livre, a peruca. Aí, não. Vamos manter a dignidade. Melhor raspar tudo, passar um perfuminho, adotar um chapéu-panamá. Dá certo também; tem sempre quem goste. Vai por mim, sou careca desde que entrei na faculdade.
(Lusa Silvestre. http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/xavecos-e-milongas/
calvicie-o-melhor-remedio-e-o-charme/. Adaptado)
De acordo com o autor do texto,
Alternativas
Q1150041 Atualidades
Em agosto de 2015, cerca de 70 mil pessoas participaram da 5ª edição da Marcha das Margaridas, que teve como tema “Margaridas seguem em marcha pelo desenvolvimento sustentável com democracia, justiça autonomia, liberdade e igualdade”. A marcha saiu do Estádio Nacional Mané Garrincha e seguiu até o  Congresso Nacional.  Além de reivindicações históricas, como agilidade na reforma agrária e igualdade de direitos, as manifestantes também pediram este ano reforma política e até a saída de:
Alternativas
Q1150040 Conhecimentos Gerais
O Banco de investimentos Goldman Sachs identificou na primeira década do século XXI um agrupamento de países formado por Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Coreia do Sul, Turquia e Vietnã que possuem um elevado potencial de tornarem‐se as maiores economias em crescimento do mundo no século XXI e denominou este grupo de:
Alternativas
Q1150039 Conhecimentos Gerais

O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia‐o atentamente.


“Primeira delegada especial para mulheres, Rosmary Corrêa conta que o equipamento foi a primeira política pública direcionada a vítimas de violência no Brasil. ‘A ideia era oferecer um espaço diferenciado para a mulher, que seria atendida por outras mulheres, para que ela ficasse mais à vontade para falar a respeito desse assunto’, lembra. Hoje, existem nove delegacias da mulher somente na capital paulista e 130 em todo o estado. A partir da criação da delegacia, o governo passou a ter ciência e a enxergar a violência sofrida pelas mulheres, tanto agressões físicas quanto discriminações e ofensas. Para atendê‐las integralmente, criou‐se um setor de assistência social, dentro da própria delegacia, além de um abrigo para mulheres que não podiam voltar para casa por medo de serem mortas pelo marido. ‘Tudo começou a aparecer depois que se mostrou a realidade que muitas mulheres viviam dentro de casa’, afirma Rosmary.” 

 

(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos‐humanos/noticia/2015‐08/ha‐30‐anos‐delegacia‐da‐mulher‐deu‐inicio‐politicas‐de‐ combate.)

Atualmente, o Brasil é governado por uma mulher, a mineira Dilma Rousseff, reeleita por votação popular. Mas as conquistas da mulher na política nacional são todas recentes como se pode exemplificar:


I. Roseana Sarney foi a primeira mulher eleita governadora de um estado brasileiro, o Amapá.  


II. Zélia Cardoso de Mello foi a primeira ministra do Brasil, assumindo a pasta da Economia no governo de Fernando Collor, na década de 1990.


III. A ex‐vice‐governadora (no governo de Milton Cardoso), Júnia Marise, foi a primeira mulher eleita senadora no Brasil no ano de 1990, pelo do PDT/MG.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Respostas
1001: D
1002: A
1003: D
1004: E
1005: A
1006: C
1007: B
1008: E
1009: A
1010: C
1011: D
1012: B
1013: D
1014: A
1015: E
1016: C
1017: C
1018: D
1019: C
1020: A