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Q3694851 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente M.A.S., 15 anos, sexo masculino, compareceu ao ambulatório de Cirurgia Bucomaxilofacial acompanhado da mãe, queixando-se de aumento de volume indolor em região mandibular posterior direita, percebido há cerca de dois meses.

Ao exame físico extraoral, observou-se discreta assimetria facial sem sinais flogísticos. Intraoralmente, notou-se expansão de cortical vestibular na região do ângulo mandibular direito, com mucosa preservada e ausência de mobilidade dentária. Radiografia panorâmica evidenciou imagem radiolúcida unilocular, de limites definidos e corticais regulares, em íntima relação com o germe do dente 48. Diante dos achados, levantou-se a hipótese de lesão odontogênica cística.
Considerando a idade do paciente e a hipótese de ceratocisto odontogênico, qual síndrome deve ser investigada pela possível associação com lesões múltiplas?
Alternativas
Q3694850 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente F.C.S., 25 anos, sexo feminino, gestante de 24 semanas (2º trimestre), compareceu ao centro de especialidades odontológicas queixando-se de aumento de volume em hemiface esquerda e dor contínua em região posterior da mandíbula esquerda. Ao exame clínico, observou-se aumento de volume gengival na região distal do elemento 37, com halitose, dor à palpação e dificuldade para abertura bucal. A radiografia panorâmica revelou o elemento 38 incluso, mésio-angulado, com parte da coroa exposta à cavidade oral e sem lesões ósseas associadas.
Com base nos achados clínicos e radiográficos descritos, qual o diagnóstico mais provável e a conduta cirúrgica indicada?
Alternativas
Q3694849 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente F.C.S., 25 anos, sexo feminino, gestante de 24 semanas (2º trimestre), compareceu ao centro de especialidades odontológicas queixando-se de aumento de volume em hemiface esquerda e dor contínua em região posterior da mandíbula esquerda. Ao exame clínico, observou-se aumento de volume gengival na região distal do elemento 37, com halitose, dor à palpação e dificuldade para abertura bucal. A radiografia panorâmica revelou o elemento 38 incluso, mésio-angulado, com parte da coroa exposta à cavidade oral e sem lesões ósseas associadas.
Considerando a paciente gestante no 2º trimestre e a necessidade de medicação pós-operatória após a exodontia do 38, é CORRETO afirmar que a conduta mais adequada é:
Alternativas
Q3694848 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente F.C.S., 25 anos, sexo feminino, gestante de 24 semanas (2º trimestre), compareceu ao centro de especialidades odontológicas queixando-se de aumento de volume em hemiface esquerda e dor contínua em região posterior da mandíbula esquerda. Ao exame clínico, observou-se aumento de volume gengival na região distal do elemento 37, com halitose, dor à palpação e dificuldade para abertura bucal. A radiografia panorâmica revelou o elemento 38 incluso, mésio-angulado, com parte da coroa exposta à cavidade oral e sem lesões ósseas associadas.
Considerando a condição gestacional e a necessidade de anestesia local para a exodontia do elemento 38, é CORRETO afirmar que a opção mais adequada corresponde a:
Alternativas
Q3694847 Odontologia
As infecções odontogênicas podem se disseminar para diferentes espaços anatômicos da cabeça e pescoço, variando quanto ao grau de gravidade clínica. Sobre a classificação desses espaços em níveis de risco baixo, moderado e alto, respectivamente, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3694846 Odontologia
Traumas de alta energia na região nasal podem ocasionar epistaxe significativa. A área mais importante de sangramento nasal interno é o plexo de Kiesselbach (área de Little). É CORRETO afirmar que as artérias que se anastomosam nessa região são:
Alternativas
Q3694845 Odontologia
As técnicas anestésicas mandibulares são fundamentais para o controle da dor em procedimentos odontológicos, apresentando indicações e características específicas.

Considerando as técnicas de anestesia na região mandibular, analise as assertivas a seguir.

I- A técnica de Gow-Gates consiste em uma abordagem alta do nervo mandibular, bloqueando também os ramos lingual e bucal, sendo indicada em falhas do bloqueio convencional. Requer que o paciente mantenha a boca amplamente aberta durante a punção.
II- A técnica Vazirani-Akinosi é uma modalidade de boca fechada, indicada para pacientes com limitação de abertura bucal, permitindo bloqueio do nervo alveolar inferior, lingual e bucal.
III- No bloqueio direto do nervo alveolar inferior, a agulha deve atravessar o músculo pterigoideo medial até atingir o ramo mandibular.
IV- O bloqueio indireto do nervo alveolar inferior é caracterizado pela inserção da agulha paralela à linha oclusal, penetrando na fossa mandibular até o contato ósseo.
V- A anestesia do nervo mentoniano é realizada por infiltração no forame mentoniano, proporcionando analgesia da região labial inferior e gengiva bucal adjacente, sem efeito sobre o nervo lingual.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694844 Odontologia
Os dentes impactados podem gerar complicações clínicas de diferentes gravidades, variando desde inflamações até alterações que interferem em reabilitações protéticas.
Considerando a conduta em relação a terceiros molares impactados, analise as assertivas a seguir.

I- Quando um terceiro molar inferior erupciona parcialmente, pode ocorrer reação inflamatória denominada pericoronarite, frequentemente associada a bactérias como Peptostreptococcus, Fusobacterium e Porphyromonas. O tratamento inicial envolve desbridamento, irrigação antibacteriana e, em muitos casos, exodontia.
II- Antes da confecção de próteses removíveis ou fixas, é necessário avaliar a presença de dentes impactados na região edêntula; se houver, a remoção deve ser indicada, principalmente em pacientes acima de 40 anos.
III- Terceiros molares totalmente impactados, totalmente recobertos por osso, sem sinais de patologia e em pacientes acima de 40 anos não necessitam ser extraídos de rotina.
IV- A coronectomia é uma técnica recomendada para dentes parcialmente erupcionados, pois evita o risco de lesão de estruturas nobres adjacentes.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694843 Odontologia
Muitos pacientes encaminhados para procedimentos cirúrgicos odontológicos utilizam anticoagulantes orais, como a varfarina, devido a condições como fibrilação atrial, prótese valvar cardíaca ou histórico de tromboembolismo.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Para intervenções cirúrgicas de pequeno porte, como extrações dentárias, a manutenção da varfarina é considerada segura quando a INR está abaixo de 3,0 ou 3,5, visto que a suspensão pode aumentar o risco de eventos embólicos.
II- O cirurgião-dentista pode suspender a varfarina por conta própria quando julgar necessário, sem necessidade de avaliação médica.
III- Medidas hemostáticas locais (ex.: esponjas hemostáticas, suturas) são fundamentais para o controle de sangramento em pacientes anticoagulados.
IV- O risco de sangramento cresce significativamente em pacientes com INR acima de 4, sendo indicada avaliação médica antes de qualquer procedimento cirúrgico.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694842 Odontologia
A artrocentese da articulação temporomandibular (ATM) é um procedimento de intervenção entre o tratamento não cirúrgico e a artroscopia, especialmente indicado em casos de aderência discal com sintomas agudos. Considerando a linha de Holmlund-Helsing traçada entre o canto lateral externo da órbita e o ápice do trágus da orelha, é CORRETO afirmar que os pontos de referência anatômicos para a técnica de dupla punção são:
Alternativas
Q3693567 Raciocínio Lógico
Considerando o abecedário da língua portuguesa, determine a próxima letra da sequência e assinale a alternativa CORRETA cuja palavra inicia com a letra encontrada.

B, D, G, K, P, ___.



Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3239159 Odontologia
Com base no sistema de estadiamento tumor-linfonodo-metástase (TNM) para o carcinoma oral, assinale a alternativa correta em relação ao tumor primário.
Alternativas
Q3239158 Odontologia
De acordo com a classificação das manifestações orais associadas à infecção pelo HIV em adultos (EC-Clearinghouse on Problems Related to HIV Infection and the WHO Collaborating Centre on Oral Manifestations of the Immunodeficiency Virus), são lesões fortemente associadas à infecção pelo HIV:
Alternativas
Respostas
141: B
142: C
143: E
144: C
145: E
146: A
147: C
148: B
149: E
150: A
151: A
152: E
153: B
154: E
155: A
156: E
157: E
158: B
159: C
160: D