Questões de Concurso
Para auditor médico
Foram encontradas 1.069 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I- Programação e execução física e financeira do orçamento, de projetos, de planos e de atividades.
II- Comprovação dos resultados alcançados quanto à execução do plano de saúde.
III- Matrizes de informação e papéis de trabalho do Planejamento de Saúde selecionados pela Secretaria Municipal de Saúde.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Também chamados de Matrizes de Dados, constituem um registro temporário dos fatos e das informações obtidos, que irá embasar constatações, conclusões e recomendações.
II- Devem ser completos e detalhados para que mesmo que um servidor que não tenha participado da auditoria possa compreender seus procedimentos.
III- São elaborados a partir do Relatório Preliminar e das respostas aos questionamentos do auditado.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Atestado ou certificado é o documento que tem por objetivo firmar a veracidade de um fato ou a existência de determinado estado, ocorrência ou obrigação.
II- As notificações são comunicações obrigatórias realizadas por médicos a uma autoridade, por necessidade sanitária ou social, a respeito de um fato profissional.
III- O relatório médico-legal é a descrição mais minuciosa de uma perícia médica a fim de responder à solicitação de autoridade.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Conferir a qualidade, a propriedade e a efetividade dos serviços de saúde prestados à população.
II- Produzir informações para subsidiar o planejamento das ações que contribuam para o aperfeiçoamento do SUS.
III- Analisar determinados fatos, registrando seus motivos, estimando seu estado e apontando suas repercussões, com vistas a subsidiar a decisão da autoridade jurídica sobre uma controvérsia em processo que necessite de conhecimento técnico especializado.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Agir com honestidade, probidade e intempestividade, escolhendo sempre, quando estiver diante de mais de uma opção legal, a que melhor se coadunar com a ética e com o interesse público.
II- Adotar procedimentos objetivos e imparciais em relatórios que deverão ser tecnicamente fundamentados, baseados exclusivamente nas evidências obtidas e organizadas.
III- Manter neutralidade no exercício profissional, conservando sua independência em relação às influências político-partidárias, ideológicas e mesmo religiosas, de modo a evitar que venham a afetar imparcialidade em suas responsabilidades profissionais.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O médico não pode ser perito ou auditor de empresa em que atue ou mesmo que tenha atuado no passado.
II- O médico não pode, em hipótese alguma, receber remuneração vinculada a glosas, quando na função de perito ou de auditor.
III- O médico deve vetar procedimentos propedêuticos, enquanto auditor, nas situações que onerem excessivamente o paciente ou o Sistema Único de Saúde.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O médico pode deixar de assumir responsabilidade sobre procedimento médico que indicou, quando não participou do ato e outros médicos assistiram o paciente.
II- O médico não deixará de assumir a responsabilidade de ato profissional que tenha indicado, ainda que este ato tenha sido consentido e solicitado pelo paciente.
III- O médico deve esclarecer o trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco sua saúde, não devendo comunicar aos empregadores responsáveis em respeito ao sigilo profissional.
É CORRETO o que se afirma em:
Sejam p,q e r proposições simples.
Quais os respectivos valores lógicos das proposições compostas P: pv(qʌr), Q: p →q e R: (pvq)→~r, sabendo que a proposição S: q→~r é falsa?

“Uma placa afixada na entrada da Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento (AIFA), em Macapá, tem chamado a atenção por um erro ortográfico”.
Assinale a alternativa que apresenta uma nova possibilidade de pontuação e reestruturação dos constituintes oracionais:


I- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeiçoamento”, grafado com “cêcedilha”.
II- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeissoamento”, grafado com “ss”.
III- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “empresa”, escrita com “s” em vez de “empreza”, grafado com “z”.
IV- O termo “administrativo” deveria ter recebido acentuação gráfica.
V- O termo “municipio” deveria ter recebido acentuação gráfica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.
O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.
Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.
Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.
Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.
Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.
Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.
Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.
Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.
Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.
Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.
O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.
Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.
Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.
Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.
Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.
Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.
Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.
Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.
Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.
“Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais” ( 4º§) .
I - Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, o verbo “existir” não será flexionado.
II - Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, a forma verbal adequada é “existem”.
III - A forma verbal “representam” poderia ser substituída pela forma “representa”, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical.
É CORRETO o que se afirma em: