Questões de Concurso
Para enfermeira - psf
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A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
“Chora orvalhos a grama,...” A figura de linguagem que atribui a seres inanimados características de seres humanos denomina-se:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Substituindo o vocábulo em destaque sem prejuízo de sentido ao texto, temos:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Sobre o poema:
1. Segundo o eu lírico a morte representa para o escravo a possibilidade de libertação.
2. O eu lírico repreende o caminheiro por acreditar que o gesto de piedade não fará mais diferença para o escravo.
3. Ao morrer o escravo é recebido por Deus e pela natureza.
4. A “voz” lamentosa do eu lírico reforça o quão ditosa foi a vida do escravo.
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Sobre a conservação adequada de imunobiológicos, desde a produção até a sua administração, assinale a alternativa CORRETA.
A técnica de amamentação está inadequada quando:
Os pais e cuidadores devem ser alertados quanto ao risco de morte súbita de crianças no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros 6 meses.
Eles devem receber a orientação de que a melhor maneira de prevenir casos assim é colocando a criança para dormir:
Assinale a alternativa que contém os sinais ou sintomas corretos presuntivos de gravidez.
No trabalho em saúde mental, para realizar a abordagem familiar, o enfermeiro precisa aliar conhecimentos científicos e tecnológicos às habilidades de observação, comunicação, empatia e intervenção, o que requer aperfeiçoamento de suas competências profissionais.
Dessa forma, ele deve considerar como dicas práticas para o trabalho com família, EXCETO:
A doença pulmonar obstrutiva crônica refere-se a um grupo de distúrbios que causam a obstrução das vias aéreas, incluindo a bronquite crônica, o enfisema e a asma.
Sobre à sistematização da assistência de enfermagem para o portador de DPOC, assinale a alternativa INCORRETA.
De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, trata-se de um direito do enfermeiro:
Considerando as condutas indicadas em reanimação cardiopulmonar, pode-se afirmar, EXCETO:
Analise o caso a seguir.
Um usuário do sexo masculino, 60 anos de idade, obeso, diabético e hipertenso deu entrada na unidade de saúde com relato de dor torácica, náuseas, sudorese, palpitações, recebendo, após exames clínico-laboratoriais e eletrocardiograma, parecer médico de infarto agudo do miocárdio.
Nesse caso, a prescrição de enfermagem é:
O processo cicatricial é dinâmico e sistêmico e está diretamente relacionado às condições gerais do doente e da resposta do organismo.
Considerando a sequência cronológica desse processo, é correto afirmar que a(o):
A úlcera venosa de estase é uma lesão de pele, ocorrendo geralmente em torno do tornozelo ou da parte inferior da perna, causada pela hipertensão venosa prolongada.
Em relação à sistematização da assistência de enfermagem nesse caso, enumere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I.
COLUNA I
1. Diagnóstico de enfermagem
2. Prescrição de enfermagem
3. Resultado esperado
COLUNA II
( ) Risco para distúrbio na autoimagem.
( ) Monitorar a circulação venosa verificando a cor, a temperatura e o tamanho da perna.
( ) Dor crônica relacionada às úlceras e ao tratamento de desbridamento.
( ) Melhora da autoestima.
( ) Ensinar o cliente a realizar trocas de curativo.
Assinale a sequência CORRETA.
Considerando as fases do processo de enfermagem, assinale a alterantiva CORRETA.
De acordo com a publicação Atualização das Diretrizes para RCP e ACE, da American Heart Association (AHA), 2015, são procedimentos indicados em atendimento de emergência cardiovascular, EXCETO:
A prescrição médica solicita a administração de furosemida por via endovenosa.
Sobre a furosemida, é correto afirmar: