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Q403873 Matemática
Para zelar pelos jovens internados e orientá-los a respeito do uso adequado dos materiais em geral e dos recursos utilizados em atividades educativas, bem como da preservação predial, realizou-se uma dinâmica elencando “atitudes positivas” e “atitudes negativas”, no entendimento dos elementos do grupo. Solicitou-se que cada um classificasse suas atitudes como positiva ou negativa, atribuindo (+4) pontos a cada atitude positiva e (–1) a cada atitude negativa. Se um jovem classificou como positiva apenas 20 das 50 atitudes anotadas, o total de pontos atribuídos foi
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Q403872 Matemática
Ao se ministrar um curso de qualificação profissional básica aos adolescentes em uma unidade de internação, surgiu uma questão de matemática financeira. A situação apresentou-se ao ser necessária a reposição de um aparelho eletrônico danificado em uma atividade. Para se adquirir esse aparelho eletrônico, há duas opções de pagamento: uma à vista, por R$ 410,00, e outra em duas parcelas iguais de R$ 210,00, sendo uma na entrada e outra após um mês. Lembrando-se de que o juro a ser considerado incide sempre sobre o saldo devedor, é correto afirmar que o juro embutido no pagamento parcelado é de
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Q403871 Matemática
Em uma gincana esportiva-cultural, em que participaram as unidades de internação provisória, a pontuação final atribuída a cada unidade participante foi dada pela média ponderada das notas de 4 provas com pesos 1, 2, 3 e 4, respectivamente. Se as notas atribuídas às provas de uma das unidades de internação foram 5, 4, 6 e 4, nesta ordem, então a nota final dessa unidade foi
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Q403870 Matemática
Para corrigir 1 000 redações, 6 professores precisaram de 5 dias. Mantendo-se o mesmo ritmo, o número de professores necessários para corrigir 1 600 redações, em 6 dias, é
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Q403869 Matemática
Se, em um plano de ensino, a razão entre o número de atividades programadas e o número de atividades executadas é de 5 para 3, é correto afirmar que falta executar
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Q403868 Matemática
Ao se construir um projeto de trabalho para o acompanhamento e orientação das atividades diárias dos adolescentes da Fundação CASA, definiu-se que seriam realizadas reuniões de avaliação e de realinhamento lideradas por dois agentes educacionais. Um agente faria essas reuniões a cada 42 dias, e o outro, a cada 30 dias. Se a reunião inicial foi realizada pelos dois agentes num mesmo dia, essa coincidência da data de reunião ocorrerá a cada
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Q403867 Matemática
Ao ser elaborado o projeto político-pedagógico de um curso técnico, ficou estabelecido que um terço das disciplinas fossem básicas, um quarto das restantes fossem técnicas, e as demais 18, que completam o conjunto das disciplinas, fossem de especialização ou de formação da cidadania. É correto afirmar que o total de disciplinas desse curso é
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Q403866 Português
Leia a tirinha para responder à questão.

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Em – Nem tente copiar minhas respostas desta vez... – o verbo em destaque está conjugado no modo imperativo, que é o modo verbal utilizado para expressar, por exemplo, uma ordem, um aconselhamento, ou uma solicitação, como ocorre em:
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Q403865 Português
Assinale a alternativa em que a sequência da frase a seguir traz o uso correto do acento indicativo de crase, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Um bom conhecimento de matemática é indispensável
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Q403864 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q403863 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q403862 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Considere o seguinte trecho do 4.º parágrafo do texto:

Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.

Observando as regras de regência verbal e de colocação pronominal, ao se substituir a expressão em destaque por um pronome, o trecho estará corretamente reescrito em:
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Q403861 Português
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Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Releia o seguinte trecho do 3.º parágrafo do texto:

Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.

Sem que haja alteração de sentido, e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, ao se substituir o termo em destaque, o trecho estará corretamente reescrito em:
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Q403860 Português
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Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Releia os trechos apresentados a seguir.

• Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)

• Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de
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Q403859 Português
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Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Considere o trecho a seguir.

Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar. (4.º parágrafo)

Sem que haja alteração de sentido do trecho, as palavras em destaque podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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Q403858 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Segundo a opinião do autor do texto,
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Q403857 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



De acordo com o texto, Steven Pinker aponta que um intelectual reconhecer que chegou à universidade com o conhecimento mínimo necessário de física e sem saber as operações mais básicas de estatística é
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Q594803 Administração Geral
Em pleno terceiro milênio, ambiente de trabalho, relacionamento interpessoal, lideranças e qualidade de vida são elementos poderosos nos resultados de desempenho organizacional, grupai e pessoal. Lehdermann, Lima e Limongi-França (2009) apresentam em seu capítulo um estudo que investigou as possíveis relações entre Gestão de Qualidade de Vida da Equipe e Ambiente Organizacional. Na empresa escolhida para a realização do trabalho, foram selecionados três grupos que se destacaram em pesquisa anterior sobre clima organizacional por terem obtido melhor e pior resultado. Como resultado eles identificaram as seguintes questões.

Lehdermann G; Lima SAML; Dias S; Limongi-França AC. O impacto da gestão da qualidade de vida no trabalho em equipes. In: AL Fischer; JS Dutra; WAC Amorim (orgs.). Gestão de pessoas: desafios estratégicos das organizações contemporâneas. São Paulo: Atlas, 2009, p.77-98. 

I. O grupo que apresentou maior alinhamento entre as percepções de seus gestores e da equipe obteve melhor resultado nas questões referentes à qualidade de vida.
II. A ação dos gestores é item fundamental no quesito Qualidade de Vida da Equipe, e quanto maior for o alinhamento entre a percepção do gestor sobre sua atuação e percepção da equipe sobre a atuação de seu gestor, maior o impacto positivo da gestão sobre a qualidade de vida da equipe.
III. A questão da qualidade de vida, como prática empresarial, é tratada de forma muito intensa pelos gestores com seus respectivos grupos.
IV. Apesar de a pesquisa ter sido realizada com um grupo limitado de pessoas, os autores acreditam que o estudo pode ser replicado em outras organizações que utilizem a gestão de clima organizacional.
Está correto o que se afirma em:
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Q594802 Administração Geral
A teoria motivacional mais conhecida é a de Maslow, que se baseia na hierarquia das necessidades humanas. Pode-se afirmar sobre essa teoria que:
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Q594801 Administração Geral
O processo de comunicação pode sofrer influências de barreiras que servem como obstáculos ou resistências à comunicação entre as pessoas. Assim, algumas variáveis intervém no processo de comunicação e afetam profundamente, fazendo com que a mensagem tal como é enviada se torne diferente da mensagem tal como é recebida. A seguir, informações dos três tipos de barreiras que ocorrem na comunicação humana segundo Chiavenato
(2009).
I. Barreiras pessoais: são interferências que decorrem de limitações, emoções e valores humanos de cada pessoa. As mais comuns em situações de trabalho são os hábitos deficientes de ouvir, as emoções, as motivações, os sentimentos pessoais.
II. Barreiras físicas: são as interferências que ocorrem no ambiente em que decorre o processo de comunicação, como exemplo, ruídos estáticos na comunicação por telefone.
III. Barreiras semânticas: são as limitações ou distorções decorrentes dos símbolos por meio dos quais a comunicação é feita.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
241: A
242: E
243: C
244: A
245: B
246: E
247: D
248: C
249: D
250: A
251: E
252: A
253: D
254: B
255: C
256: E
257: B
258: E
259: A
260: D