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Analise as afirmativas abaixo.
I - criar e implementar instrumentos e meios de preservação e controle do meio ambiente;
II - garantir a participação popular nas decisões relacionadas ao meio ambiente;
III - garantir a preservação da biodiversidade do patrimônio natural e contribuir para o seu conhecimento científico.
- Assinale a alternativa que reúne objetivos da Política de Meio Ambiente do estado do Pará.
Substâncias não biodegradáveis lançadas ao meio ambiente podem ter sua concentração aumentada ao longo da cadeia alimentar, sendo seus efeitos manifestados principalmente nos organismos do topo. Esse fenômeno é denominado de
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE AS QUESTÕES DE 01 A 10.
Julgue as afirmações abaixo com base nas noções de níveis de língua e funções da linguagem.
I. Há desvio quanto ao padrão culto em “Até se pode dizer...” (linha 19).
II. No quinto parágrafo do texto (linhas 19-21), predomina a função metalinguística.
III. O verbo “começara” (linha 2) poderia ser substituído, sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical, por “havia começado”.
IV. No primeiro parágrafo do texto (linhas 1-5), o autor transmite uma informação com base em dados e fatos históricos, sem tecer avaliações subjetivas. Por isso, pode-se afirmar que, nesse parágrafo, predomina a função referencial.
Está correto o que se afirma em
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE AS QUESTÕES DE 01 A 10.
Haverá alteração de sentido se substituirmos
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Avalie as afirmações com base nas noções de coerência e coesão.
I. “Mas também” (linha 28) introduz uma justificativa.
II. “Dela” (linha 20) retoma “noite de primavera” (linha 19).
III. O pronome “ela” (linha 29) refere-se à “arte nova” (linha 29).
IV. Com o termo “o vexame” (linha 26), o autor refere-se ao “comportamento daquela plateia em 1913” (linhas 25-26).
V. As palavras “vaias” (linha 9), “invasão” (linha 9), “linchamento” (linha 10) pertencem ao mesmo campo semântico, garantindo a manutenção do sentido textual.
Está correto o que se afirma em
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A ideia de “acontecimento próximo, que está a ponto de acontecer” não aparece em
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A expressão “num ‘crescendo’” (linha 7) significa
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A informação que vem logo após os dois-pontos (linha 7)
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A tese defendida pelo autor não está expressa em
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Segundo Luis Fernando Verissimo, hoje, no domínio da arte,
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Da leitura do texto, depreende-se que o autor considera a rejeição a “Ritos da primavera”
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A revolta da plateia no teatro dos Champs-Élysées em Paris ilustra o(a)
Com praticamente apenas um quarto da população brasileira na internet, não há a expectativa de que as redes sociais sejam decisivas para o resultado das eleições municipais deste ano. Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, na matéria “Redes sociais serão coadjuvantes na escolha para prefeitos”, publicada na segunda-feira passada. Entretanto, embora não sejam determinantes para a decisão do pleito, os meios digitais terão relevante papel na mobilização das militâncias partidárias, na pauta dos temas de debates e até na criação de factoides e boatos.
Conforme divulgado pelo Ibope há pouco tempo, os usuários de internet somam atualmente 46,3 milhões de cidadãos brasileiros. Um universo ainda insuficiente para que as campanhas eleitorais consigam, em nível local, realizar sucesso semelhante ao de Obama nas eleições presidenciais norte-americanas. O mais provável é que por aqui se repitam as estratégias das eleições de 2010. Naquele ano, as redes foram utilizadas essencialmente dentro de uma perspectiva de mídia de massa. Na maior parte dos casos, Orkut, Twitter, Youtube e outras redes serviram para propagar ideias dos candidatos como se fossem rádio e televisão. Não se trabalhou as redes pensando no compartilhamento de informações e troca de experiências com os eleitores. Poucos foram os políticos que inovaram no uso das redes, gastando tempo e disposição para dialogar com o eleitorado.
Se a interação com os eleitores deve continuar limitada, o mesmo não deve ocorrer com a mobilização das militâncias. O uso das redes por esse segmento já havia sido detectada pelo cientista político da Fundação Getúlio Vargas Fernando Abrúcio no período que antecedeu as eleições de 2010. Passados dois anos de experimentações nas redes, provavelmente essa tendência deve se intensificar. A mobilização de militantes via redes tende a ampliar o alcance da mensagem dos candidatos, e, ao mesmo tempo, tornar mais eficiente as estratégias conjuntas com apoiadores de campanha.
Só que esse “treino” de uma eleição com redes pode gerar o primeiro sujo embate cibernético eleitoral – a proliferação de factoides e boataria. E é aqui que mora o problema no uso desses meios na campanha eleitoral. Alguns grupos podem utilizar as redes para espalhar boatos e difamar candidatos. Se esse fenômeno ocorrer, o eleitor deverá tomar uma série de cuidados no uso das redes. O primeiro, e mais importante deles, será checar a veracidade das informações que receber. O segundo, não compartilhar dados de origem duvidosa, pois, ao se reproduzir factoides não comprovados, estará contribuindo para disseminar equívocos.
Por fim, vale lembrar que, se os políticos já perceberam que podem dar destino interessante às redes sociais, é possível que nas eleições deste ano os eleitores venham a ter um papel mais complexo, pautando debates e discutindo propostas. Isso aconteceu de modo um tanto incipiente em 2010, com a discussão sobre aborto, que ganhou força nas redes e emergiu para o debate presidencial. Mas, agora, com os eleitores já mais acostumados com o uso social da internet, não seria surpreendente que a atuação dos eleitores ampliasse o debate de temas relevantes para a sociedade. Se isso vai acontecer e em que nível de aprofundamento, só os próximos meses dirão. Mas seria desejável que as redes pudessem reverberar os anseios da sociedade.
Gazeta do Povo. Editorial. Publicado em 22-01-2012.
Segundo as ideias contidas no texto, assinale a correta: