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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761924 Medicina

Sobre as fraturas do colo da glenóide delineadas por A e B, é CORRETO afirmar que


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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761923 Medicina

Sobre a lesão mostrada na figura, é CORRETO afirmar que


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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761922 Medicina

Sobre a entidade clínica representada na figura abaixo, é CORRETO afirmar que


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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761921 Medicina
Sobre a osteotomia intertrocanteriana varizante, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761920 Medicina
Na epifisiolise proximal do fêmur, não é indicada fixação profilática, em caso de
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761919 Medicina
Sobre a marcha normal, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761918 Medicina
Sobre a deformidade de SPRENGUEL, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761917 Medicina
Sobre o tratamento da displasia do desenvolvimento do quadril, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761916 Medicina
Sobre a luxação congênita de patela do tipo “persistente”, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761915 Medicina
Segundo a classificação de ENNEKING para tumores benignos, lesões intracapsulares, que podem expandir a cortical e resultar em fraturas, são classificadas como estágio
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761914 Medicina
Assinale a alternativa em que é apresentado tumor característico da região epifisária
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761913 Medicina

O parafuso utilizado para fixação da sindesmose tibiofibulare destacado na figura a seguir com um asterisco (*) tem a função de


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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761912 Medicina
Sobre as fraturas expostas, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761911 Medicina
De acordo com WEBER E CECH, é considerada pseudoartrose do grupo vascular,
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761910 Medicina
Sobre a epidemiologia da artrite séptica, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Médico Ortopedista |
Q1761909 Medicina
Sobre a avaliação laboratorial no diagnóstico das infecções musculoesqueléticas, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1235279 Medicina
Em relação às lombalgias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.  
(   ) Condições emocionais podem levar à dor lombar ou agravar as queixas resultantes de outras causas orgânicas preexistentes. 
(   ) Do ponto de vista evolutivo, as lombalgias, lombociatalgias e ciáticas podem ser caracterizadas como agudas ou lumbagos, subagudas e crônicas. 
(   ) A lombalgia idiopática, antigamente assim chamada, pois não se achava um substrato para sua causa, e que hoje é denominada de lombalgia mecânica comum, ou lombalgia inespecífica, é a forma anatomoclínica inicial de apresentação e a mais prevalente das causas de natureza mecânico-degenerativa. 
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1235271 Medicina
Em relação ao tratamento cirúrgico das osteoartrites, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1232864 Medicina
A osteoartrite, doença articular degenerativa, artrose ou osteoartrose, como ainda é conhecida no nosso meio, é a doença reumática mais prevalente entre indivíduos com mais de 65 anos de idade. Sobre o tratamento dessa doença, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1232832 Português
Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ. Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)           O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
4921: D
4922: C
4923: A
4924: A
4925: C
4926: B
4927: D
4928: B
4929: D
4930: B
4931: A
4932: D
4933: C
4934: D
4935: C
4936: B
4937: E
4938: E
4939: E
4940: C