Questões de Concurso Para médico ortopedista e traumatologista

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Ano: 2022 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Colíder - MT Provas: IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Clínico Geral - 30 Horas | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Advogado | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Jornalista | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Contador | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Engenheiro Florestal | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Analista Administrativo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Controlador Interno | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Gerente de Projetos | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Veterinário | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Analista de Informática | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Biólogo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Arquiteto | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Fisioterapeuta | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Assistente Social | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Fonoaudiólogo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Enfermeiro | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Nutricionista | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Odontólogo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Psicólogo | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Especialista Cardiologista | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Especialista Ginecologia | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Especialista Ortopedista | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Especialista Otorrinolaringologista | IBADE - 2022 - Prefeitura de Colíder - MT - Médico Especialista Pediatra |
Q2037569 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

EU ME DEMITO:
fenômeno da grande resignação chega ao Brasil.

Camuflados por uma fila de 13 milhões de desempregados, brasileiros pedem demissão em ritmo recorde:
meio milhão por mês.
Por Marcelo Soares
Edição: Tássia Kastner
11/02/2022

Pedir demissão no meio de uma crise econômica e sanitária parece aquele tipo de luxo reservado a trabalhadores ricos de países desenvolvidos. Todo mês, mais de 4 milhões de americanos passaram a deixar seus empregos voluntariamente, num fenômeno que ganhou nome próprio: Great Resignation (“grande resignação”).
Trata-se de um exército de trabalhadores urbanos, majoritariamente jovens – com menos de 30 anos – e do setor de serviços. Fica mais fácil para quem mora em um país cujo índice de desemprego é virtualmente zero: lá a desocupação está em 3,9%. É o oposto do cenário brasileiro. Aqui, 13 milhões estão em busca de trabalho, e a taxa de desemprego, ainda que em queda, continua acima dos dois dígitos, ao redor de 13%.
E, mesmo assim, o Brasil também vive sua grande resignação. Todos os meses, quase 500 mil trabalhadores jogam seus crachás pela janela e dão fim ao emprego que tinham – sem levar nenhuma vantagem além de sair da empresa, pois essa modalidade de demissão não libera o FGTS. É o dobro do registrado nos anos anteriores à pandemia, de acordo com o estudo encomendado pela Você S/A ao estúdio de inteligência de dados Lagom Data.
A Lagom analisou quase 188 milhões de registros de movimentações trabalhistas do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), entre 2016 e novembro de 2021, dado mais recente disponível na conclusão desta reportagem.
E os números mostram que Brasil e EUA viveram um movimento semelhante: antes de 2020, havia uma certa estabilidade no número de pedidos de demissão voluntária. Logo após o início da pandemia, trabalhadores se seguraram nos seus empregos – até porque as empresas estavam demitindo a rodo à medida que fechavam as portas de forma temporária ou definitiva. Mas tão logo a fase aguda da crise passou, trabalhadores decidiram assumir as rédeas de suas carreiras e deram adeus a seus chefes.
É tanta gente pedindo as contas no Brasil que, em um ano, os pedidos de demissão representam uma rotatividade de 15% nas vagas com carteira. O número total é ainda maior, já que o estudo foi feito com base exclusivamente nos desligamentos a pedido. Existem ainda as demissões por comum acordo, autorizadas pela reforma trabalhista de 2017 – e essas não ficam contabilizadas como voluntárias.
Os dados oficiais são apenas numéricos. Não registram os motivos que levam tanta gente a pedir demissão. Para entender melhor o que se passa, ouvimos especialistas – e também trabalhadores que decidiram pedir as contas em meio à nossa “grande resignação”.
Dá para resumir em três pontos o que leva uma pessoa a se demitir: ganhar um salário melhor, mudar-se para um ambiente de trabalho mais saudável e dar um upgrade na qualidade de vida. Os três pontos não são excludentes. Mas essas motivações são mais frequentes quando existem mais vagas disponíveis do que gente para trabalhar. E Ana Cristina Limongi-França, professora de economia da FEA/USP e da FIA, detectou foi o seguinte: o advento do home office deu uma força para quem sonha com mais dinheiro ou mais tempo livre, mesmo que numa realidade de desemprego em alta.
“Houve mais oportunidades de trabalho [remoto] especialmente no setor de serviços e atendimento”, diz Ana Cristina. Ela é coautora de um estudo sobre o impacto da qualidade de vida no trabalho, e como esse fator leva a pedidos de demissão.
[...]
Proporcionalmente, a atividade com maior volume de saídas voluntárias foi o telemarketing, em que o número de pedidos de demissão representa 18,7% do total de vagas formais ao final de 2020. [...]

https://vocesa.abril.com.br/economia
O texto lido faz parte do gênero reportagem, por isso apresenta a seguinte característica:
Alternativas
Q1939941 Medicina
A displasia do desenvolvimento do quadril pode, muitas vezes, evoluir para osteonecrose da cabeça femoral. De acordo com a classificação de Bucholz e Ogden, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1939940 Medicina
Embora a deficiência focal proximal do fêmur seja uma entidade incomum, seu diagnóstico e classificação precisos constituem parte significante do tratamento e prognóstico. Segundo a classificação de Aitken, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1939939 Medicina
Os defeitos de formação são enfermidades bastante difíceis de serem tratadas. Com relação à classificação da hemimelia da tíbia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1939938 Medicina
O pé torto congênito é uma condição que atinge mais frequentemente o sexo feminino. De acordo com a classificação de Diméglio, assinale a alternativa que apresenta qual parâmetro não é avaliado.
Alternativas
Q1939937 Medicina

Dentre as muitas técnicas cirúrgicas disponíveis para correção do hálux valgo, as técnicas de Chevron e a de Mitchell são as mais comumente utilizadas. Assinale a alternativa que identifica a condição na qual essas técnicas não podem ser utilizadas, em conjunto ou isoladamente.

Alternativas
Q1939936 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta qual é a síndrome que atinge tipicamente homens jovens, acometendo mais frequentemente a extremidade inferior, cursa com conjuntivite, uretrite e sinovite assimétrica, podendo acometer quatro ou cinco articulações, associadas a deformidades nas unhas, dor em calcâneo e coluna lombar. 
Alternativas
Q1939935 Medicina
Com relação às fraturas/instabilidades do carpo e suas respectivas imagens radiológicas, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q1939934 Medicina
Utilizando-se as informações associadas aos dermátomos, é possível o exame dos níveis neurológicos a eles associados. Assim, assinale a alternativa que apresenta a associação correta.
Alternativas
Q1939933 Medicina
No paciente politraumatizado, é importante a pesquisa de atividade muscular e, consequentemente, neurológica. Assinale a alternativa que apresenta quais são os principais músculos a serem pesquisados e seus respectivos dermátomos.
Alternativas
Q1939932 Medicina
Com relação aos achados clínicos observados na doença degenerativa do disco intervertebral e da hérnia de disco, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1939931 Medicina
Dentre os músculos relacionados a seguir, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, aqueles inervados pelos nervos e seus ramos: radial, mediano e ulnar.
Alternativas
Q1939930 Medicina
Com relação ao plexo braquial, sua anatomia, raízes, formação de nervos do membro superior e lesões, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1939929 Medicina
As pseudartroses, durante o processo de consolidação óssea, podem ocorrem por diferentes motivos. Segundo a classificação de Paley, assinale a alternativa que apresenta o que ocorre no tipo B1.
Alternativas
Q1939928 Medicina
As fraturas do rádio distal fazem parte do acervo das fraturas mais comuns do dia a dia dos ortopedistas emergencistas. Com relação ao tratamento não-cirúrgico de tais fraturas, assinale a alternativa que apresenta desvios aceitáveis
Alternativas
Q1939927 Medicina
A fratura luxação de Monteggia constitui-se em uma entidade bastante comum nos serviços de trauma. Com relação a essa fratura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1939926 Medicina
De acordo com a classificação de Schatzker para as fraturas do olecrano, assinale a alternativa que apresenta as fraturas do tipo D.
Alternativas
Q1939925 Medicina
A via anterior para acesso às fraturas do úmero distal (via de Henry) é bastante útil em casos nos quais há envolvimento vascular. Assinale a alternativa que apresenta uma contraindicação desta via. 
Alternativas
Q1939924 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta uma indicação para o tratamento cirúrgico primário de uma fratura diafisária do úmero.
Alternativas
Q1939923 Medicina
Segundo a classificação AO para as fraturas de acetábulo, assinale a alternativa em que as fraturas apresentam formato em T. 
Alternativas
Respostas
3541: B
3542: B
3543: E
3544: C
3545: A
3546: C
3547: B
3548: A
3549: C
3550: E
3551: A
3552: D
3553: D
3554: B
3555: C
3556: B
3557: E
3558: A
3559: B
3560: D