Foram encontradas 3.887 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746835 Matemática

Sabendo que log 2 = 0,30 e log 3 = 0,47, temos log 48 igual a igual a 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746834 Matemática

Uma função é dada por f(x) = 3x-5 . A diferença f(10) - f(5) é igual a 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746833 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo...”, o uso dos dois-pontos cumpre a função sintática e semântica de  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746832 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Ao afirmar que o tédio “virou inimigo público #1” e que “férias e caminhadas viraram 'retiros de crescimento pessoal'“, a autora emprega um recurso argumentativo para 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746831 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Considere o período: “O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.”. Assinale a alternativa que faz a análise sintática e interpretativa mais precisa do trecho.  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746830 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental...”, a palavra “Como” estabelece uma relação sintático-semântica de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746829 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

De acordo com a análise do texto “A Fobia do Nada”, qual é a ideia central defendida pela autora para explicar por que executivos e outros profissionais evitam períodos sem uma ocupação definida?  
Alternativas
Q3663709 Medicina
São classes de medicamentos que podem ser utilizados no tratamento clínico do glaucoma, EXCETO: 
Alternativas
Q3663708 Medicina
A suspeita de glaucoma se dá a partir da apresentação de um ou mais dos sintomas apresentados abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q3663707 Medicina
Em relação aos defeitos campimétricos glaucomatosos, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3663706 Medicina
São funções atribuídas ao epitélio pigmentar da retina (EPR), EXCETO:
Alternativas
Q3663705 Medicina
A luz induz ____________ nos fotorreceptores, iniciando uma série de reações nos segmentos externos, chamada de __________, que converte a energia luminosa em impulso elétrico.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3663704 Medicina
 Qual alteração ocular pode estar relacionada ao aumento da concentração de oxigênio no humor aquoso após vitrectomia?
Alternativas
Q3663703 Medicina
Sobre o vítreo e suas relações anatômicas e fisiológicas, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3663702 Medicina
Sobre a barreira hemato-aquosa e sua função, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3663701 Medicina
Em relação ao filme lacrimal, assinale a alternativa INCORRETА.
Alternativas
Q3663700 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de ocorrência dos tipos de coloboma, do menos comum para o mais comum, respectivamente.
Alternativas
Q3663699 Medicina
Qual estrutura oferece a maior resistência ao escoamento do humor aquoso?
Alternativas
Q3663698 Medicina
Em relação à localização da ora serrata e sua correlação com estruturas externas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3663697 Medicina
A dor ocular na neurite óptica retrobulbar, especialmente com a movimentação dos olhos, ocorre por conta de:
Alternativas
Respostas
461: D
462: B
463: E
464: A
465: C
466: D
467: B
468: E
469: D
470: D
471: C
472: E
473: B
474: B
475: A
476: D
477: E
478: C
479: C
480: D