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Q3857993 Português
O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:

I.No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.

II.O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.

III.No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3857991 Português
O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3857990 Português
O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
No excerto a seguir, a palavra "conta" foi usada duas vezes. Analise os usos e as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha.

(__)O primeiro uso, se trata de uma expressão (dar conta de) já "cristalizada" na língua portuguesa, cujo sentido é de "ser capaz de fazer alguma coisa; conseguir, suportar". Nessa expressão, a palavra "conta" é um substantivo.

(__)No segundo uso, tem-se um substantivo que se refere ao ato de contar, calcular.

(__)Nos dois casos, as palavras exercem a função de sujeito dos verbos que elas acompanham. 


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3857989 Português
O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A pontuação de um texto escrito é muito importante, seja para indicar possíveis pausas e entonações durante a leitura, seja para indicar elementos sintáticos que, não marcados pela pontuação, podem gerar ideias sem clareza, ambíguas e até contraditórias. Tendo isso como referência e mobilizando seus conhecimentos a respeito do assunto, analise o excerto e as sentenças a seguir.
"Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso."

I.Os dois pontos, usados para marcar uma suspensão do discurso, nesse contexto, são seguidos da reprodução de um discurso direto, ou seja, da fala de alguém.

II.As vírgulas, no trecho sublinhado, foram usadas corretamente, uma vez que elas separam uma oração subordinada intercalada, a qual, por estar fora da ordem direta do período, quebra a fluência.

III.No último período, a vírgula posposta a "chão" para separar termos coordenados que não utilizam conectivo entre si.

Nesse contexto, não caberia ponto e vírgula substituindo a vírgula. É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3843010 Gestão de Pessoas
Uma secretaria municipal realiza diagnóstico organizacional e identifica que os servidores apresentam baixos índices de engajamento, apesar de a estrutura física ter sido recentemente modernizada e os salários estarem acima da média regional. Nas entrevistas, os servidores relatam que "aqui o reconhecimento para quem trabalha bem é receber mais trabalho", que "a chefia só aparece para cobrar prazos" e que "os colegas não valorizam quem se esforça porque isso expõe quem faz o mínimo". A gestão, surpresa com os resultados, questiona como o engajamento pode estar baixo se as condições objetivas de trabalho são satisfatórias. Considerando essa situação, analise as proposições apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A percepção de reconhecimento pelos pares, embora relevante para o clima organizacional, exerce influência secundária sobre o engajamento quando comparada ao reconhecimento institucional formalizado em progressões de carreira.
(__)A modernização da estrutura física e a remuneração competitiva constituem condições necessárias, porém insuficientes, para a promoção do engajamento, que demanda investimento em dimensões relacionais e simbólicas do trabalho.
(__)O relato de que servidores dedicados recebem mais tarefas como forma de reconhecimento indica prática gerencial que, embora sobrecarregue individualmente, tende a elevar o engajamento coletivo pela redistribuição de demandas.
(__)A resistência dos colegas à dedicação diferenciada de alguns servidores reflete dinâmica grupal que pode neutralizar os efeitos de práticas institucionais de reconhecimento sobre o engajamento individual.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3843009 Medicina
Uma paciente de 32 anos apresenta episódios recorrentes de parestesia nas extremidades inferiores, associados a dificuldade de visão em um olho (dor ocular e visão borrada), que melhoraram espontaneamente após alguns dias. Ela tem histórico de episódios semelhantes ao longo dos últimos 6 meses. Não há histórico de doenças autoimunes na família. O exame neurológico revela reflexos tendinosos profundos aumentados, além de dismetria e ataxia leve nos membros inferiores. A ressonância magnética (RM) da cabeça mostra lesões em "plaques" na substância branca periventricular, algumas com realce após administração de contraste.
Qual é o diagnóstico mais provável? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3843008 Medicina
Uma paciente de 25 anos apresenta fraqueza muscular proximal que começou na infância, com dificuldade para levantar-se da posição sentada e para subir escadas. Ela também apresenta hipotonia e reflexos tendinosos diminuídos. Relata episódios de hipertermia associada a rigidez muscular durante a anestesia geral em cirurgias anteriores. A biópsia muscular revela alterações compatíveis com miopatia central, com fibra muscular em anel e inclusões. Os testes genéticos mostram uma mutação no gene RYR1.
Qual é a conduta terapêutica mais adequada para o manejo de episódios de hipertermia maligna em pacientes com mutação RYR1? 
Alternativas
Q3843007 Medicina
Uma paciente de 60 anos apresenta fraqueza nos membros inferiores, com dificuldade para caminhar e sensação de cansaço nas pernas. Ela também se queixa de alterações urinárias (dificuldade para urinar, incontinência urinária) e alterações sexuais (diminuição da libido). O exame físico revela hiperreflexia nos membros inferiores, paralisia parcial dos músculos proximais das pernas e alterações sensoriais em nível de T10. A ressonância magnética da medula espinhal mostra lesão intramedular na região torácica.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3843006 Medicina
Uma paciente de 45 anos, saudável até o momento, apresenta dor de cabeça súbita e intensa em "como um raio" enquanto estava em casa. Ela descreve a dor como a pior dor de cabeça da sua vida. A paciente apresenta também náuseas e vômitos associados à dor. O exame físico revela rigidez de nuca e sinais de meningeu. A pressão arterial é de 170/110 mmHg. A tomografia computadorizada (TC) de crânio sem contraste revela ausência de lesões intracranianas evidentes, mas há sinais sutis de hemorragia no espaço subaracnoideo.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3843005 Medicina
Uma paciente de 55 anos com histórico de diabetes mellitus tipo 2 apresenta dormência e formigamento progressivos nas mãos e pés nos últimos 12 meses. Ela também relata fraqueza nas extremidades inferiores, o que piora à noite, causando dificuldades para caminhar. A paciente tem um controle subótimo do diabetes e tem apresentado episódios de hiperglicemia. O exame físico revela diminuição da sensibilidade vibratória nas extremidades, hiporreflexia nos membros inferiores e diminuição da força nos músculos distais das pernas. O teste de condução nervosa mostra redução da velocidade de condução nos nervos periféricos. Considerando os sintomas apresentados, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3843004 Medicina
Um paciente de 34 anos é trazido ao hospital após sofrer uma crise tônico-clônica generalizada. Durante a crise, ele perdeu a consciência e não havia histórico prévio de convulsões. No exame físico, observa-se que o paciente está recuperado, mas com confusão mental e duração prolongada da pós-ictal (aproximadamente 30 minutos). Não há sinais de trauma. A ressonância magnética cerebral (RM) não mostra alterações significativas, e os exames laboratoriais estão dentro dos parâmetros normais. A respeito das informações apresentadas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3843003 Medicina
Sobre a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) esporádica, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3843002 Medicina
Uma paciente de 30 anos se apresenta com febre, cefaleia intensa, e alterações comportamentais (agitação e confusão mental) que se iniciaram 5 dias após um quadro de infecção viral respiratória superior. Durante a avaliação, a paciente apresenta déficits neurológicos focais (dificuldade para articular palavras e fraqueza no lado direito do corpo). A ressonância magnética da cabeça mostra alterações hiperintensas no lobo temporal esquerdo, sugestivas de inflamação. O exame de líquor revela pleocitose linfocitária, aumento da proteína e glucose normal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3843001 Medicina
Um paciente de 60 anos apresenta fraqueza proximal progressiva, que afeta inicialmente os membros inferiores e, posteriormente, os membros superiores. Ele tem histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipotireoidismo tratado. O exame físico revela fraqueza muscular nos membros proximais, com sinais de hipotonia, mas sem sinais de atrofia ou reflexos diminuídos. O nível de CPK está elevado, mas não tão significativamente quanto no caso de doenças musculares inflamatórias. A ressonância magnética das coxas não revela anomalias significativas. Não há sinais de inflamação nas fibras musculares ao exame histológico. A partir das informações apresentadas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3843000 Medicina
Em relação à hipertensão intracraniana idiopática (HII), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3842999 Medicina
Uma paciente de 45 anos, com histórico de fraqueza muscular progressiva nas mãos e dificuldade para levantar-se de uma cadeira nos últimos 3 meses, apresenta também dificuldade para engolir e falar de forma mais arrastada. No exame neurológico, observa-se hipotrofia e fasciculações nos músculos das mãos, com sinais de atrofia nas mãos e braços. Os reflexos tendinosos profundos são diminuídos nos membros superiores e normais nos membros inferiores. A EMG mostra alterações de denervação e potenciais de ação de unidades motoras de curto recrutamento. Não há alterações significativas em exames de imagem. A partir das informações apresentadas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3842998 Medicina
Um paciente de 68 anos, com histórico de tremor nas mãos, rigidez muscular e dificuldade para caminhar nos últimos 6 meses, é diagnosticado com Doença de Parkinson. O exame físico revela tremor em repouso, rigidez (especialmente nos músculos extensores de ambos os membros superiores) e bradicinesia. O paciente inicia o tratamento com levodopa e experimenta uma melhora significativa dos sintomas. Após 1 ano de tratamento, o paciente retorna com queixa de flutuações motoras, com "on-off " (períodos de boa resposta seguidos de períodos de rigidez e bradicinesia). O paciente está com disforia e dificuldade de manter o equilíbrio.
Qual a explicação mais provável para esses novos sintomas? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3842997 Medicina
Em relação ao tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3842996 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) incorpora os atributos essenciais e derivados da Atenção Primária à Saúde descritos por Starfield. Sobre sua aplicação no contexto brasileiro, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3842995 Saúde Pública
Em reunião da Comissão Intergestores Regional, surge divergência sobre incorporação de tecnologia diagnóstica de alto custo. Um grupo de gestores defende adoção imediata "em resposta à demanda social", enquanto outro sustenta que a decisão deve se basear "exclusivamente em evidência científica de eficácia". Considerando a governança e os critérios para tomada de decisão sobre incorporação de tecnologias no SUS, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
541: E
542: X
543: E
544: C
545: A
546: A
547: A
548: E
549: C
550: E
551: E
552: D
553: D
554: C
555: B
556: E
557: C
558: D
559: C
560: D