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As Convenções Internacionais da OIT ― Organização Internacional do Trabalho ― têm seus campos de aplicações.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda, relacionando os campos de aplicações com a convenção correspondente.
1) Segurança e Saúde dos Trabalhadores
2) Produtos Químicos
3) Grandes Acidentes Industriais
4) Inspeção no Trabalho
5) Ambiente de Trabalho: ar, ruído e vibrações
( ) Convenção 174
( ) Convenção 170
( ) Convenção 81
( ) Convenção 148
( ) Convenção 155
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
As empresas são obrigadas a promover, periodicamente, exames médicos para seus empregados, visando ao controle de saúde, de acordo com os riscos a que estiverem expostos. O exame é uma exigência da CLT (Art. 168) e deve ser realizado de acordo com o estabelecido na NR-7. São as seguintes modalidades de exames médicos:
Sobre a NR 4 ― Norma Regulamentadora que estabelece a obrigatoriedade de as empresas públicas e privadas que possuam empregados regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) organizarem e manterem em funcionamento Serviços Especializados em Engenharia e em Medicina do Trabalho ― SESMT ―, pode-se afirmar:
(Atualidades / Vestibular + ENEM: mundo urbano. São Paulo: Abril, 2010. p, 142.).
Com base nos gráficos e nos conhecimentos referentes à questão energética no Brasil, pode-se afirmar:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
Quanto aos sinais de pontuação usados no texto, é correto afirmar:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
Sobre a sintaxe de concordância e a de regência, identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).
( ) A preposição “de” pode aparecer, dentre outras situações, por exigência de um verbo ou de um nome, conforme atestam os fragmentos “que fala de uma divindade cruel” (linha 2) e “A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos aperfeiçoam” (linhas 6 e 7).
( ) Os adjetivos “reavaliada” (linha 7) e “desmascarada” (linha 7) estão no feminino, singular, concordando com diferentes nomes.
( ) O verbo preferir, em “Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores” (linhas 11 e 12), possui a mesma regência que dar, em “O trabalho que dá valor ao ser humano” (linha 14).
( ) A forma verbal “tornariam” (linha 12) está no plural para concordar com o antecedente do relativo “que”, termo que o representa.
( ) As formas verbais “nasce” (linha 21) e “sabe” (linha 22) estão no singular, concordando com o mesmo sujeito.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
“O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.” (linhas de 15 a 17)
Na frase em destaque, entre as ideias que encadeiam a mensagem por ela veiculada, fica evidente uma relação de
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
No texto, indica inclusão o termo transcrito em
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
Está em desacordo com a ideia expressa no contexto o que se afirma sobre o termo transcrito em
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
O texto apresenta uma estrutura composicional em que a voz enunciadora do discurso
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
No último período do texto, há uma
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
Tem comprovação no texto a ideia de
Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 15.
TEXTO:
Trabalhar e sofrer
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam,
feito reza automatizada. Outra é “A quem Deus ama, Ele faz sofrer”, que fala de uma divindade cruel, fria,
que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna nobres, nem
sempre a dor nos torna mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza,
5 ou para a curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma
harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos
aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente
cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida
10 num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance
de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação e da dor como
cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e a dos valores que nos tornariam
mais humanos, para que trabalhássemos com mais força e ímpeto e vivêssemos com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e
15 destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e, por isso, nos
sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela
competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode
aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de
20 crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os do trabalho,
trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento
suportado com dignidade, quem sabe com resignação. Mas um ser humano decente é resultado de muito
mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e das
escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil!).
LUFT, Lya. Trabalhar e sofrer. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2148, ano 43, n. 3, p. 24, 20 jan. 2010. Adaptado.
Identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
Nesse texto, a articulista
( ) associa trabalho a sofrimento.
( ) propõe a desmitificação das frases feitas em apreço.
( ) considera a esquecida ética acessível a todos e, assim sendo, a real promotora da decência social.
( ) descrê no sentido e no valor que o trabalho tenha condições de dar à vida humana, já que o homem pode ser por ele aviltado e até mesmo destruído.
( ) responsabiliza o próprio homem, em parte, pelo sofrimento por que passa, seja pelas escolhas que faz, seja porque se deixa seduzir pelo engano.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
TEXTO:
Os alimentos estão mais caros e mais escassos
Em 1797, Thomas Malthus escreveu sobre política de preços dos alimentos e também sobre
economia e política daquela época. Dois anos depois, colocou sua ideia acerca do crescimento da
população que, segundo ele, causaria uma discrepância em relação à disponibilidade de alimentos.
Assim, na sua opinião, a produção de alimentos não acompanharia o crescimento da população e,
5 no futuro, não seria possível produzir alimentos suficientes para abastecer a população mundial.
Recentemente, parece que as perspectivas de Malthus vieram à tona ou pelo menos causam
preocupações a diferentes governos, pois diversos países têm promovido políticas e medidas de proteção
de seus mercados consumidores, para que não passem por racionamento de alimentos, mas os preços já
sofreram aumentos, dando sinais da diminuição da oferta em relação à demanda.
10___Muitos alegam que os vilões dessa “possível” escassez de alimentos são, principalmente, os
biocombustíveis, que forçam o aumento do seu valor, isso porque culturas, como milho e trigo, são usadas
como matéria-prima dessa fonte alternativa de energia, deixando, portanto, de atender ao mercado de
alimentos.
Outro fator que deve ser considerado em relação à escassez de alimentos é o aumento da classe
15 média de países com alto contingente populacional, como a China e a Índia, os dois primeiros países de
maior população do mundo. Essa ascensão social fez muitas pessoas começarem a ingerir alimentos que
até pouco tempo não faziam parte de sua dieta, como o consumo de proteínas derivadas da carne.
O que motiva o desequilíbrio está ligado à quantidade da oferta e da procura, o que fica evidente, ao
passo que a procura ou demanda aumenta 4,8% ao ano na Ásia, África e América Latina e 2,6% nos
20 países centrais.
A crise de alimentos já se reflete, no Brasil, no preço do arroz, havendo a possibilidade de o governo
pedir aos produtores que não exportem para que não comprometam o abastecimento do mercado interno
desse produto.
Outro motivo que favorece o incremento da escassez de alimentos relaciona-se com o volume do
25 estoque regulador, que garantia a oferta, caso a colheita de um determinado ano fosse ruim. Dessa forma,
o estoque regulava os preços, pois não faltava o produto. Entretanto, nos últimos anos, os países não mais
realizam esse procedimento ou, então, o conduzem de maneira modesta.
De acordo com o Ministro da Agricultura do Brasil, Roberto Rodrigues, os preços dos alimentos não
devem cair nos próximos quatro ou cinco anos, tempo que corresponde ao período que a produção de
30 alimentos terá para igualar oferta e demanda.
FREITAS, Eduardo de. Faltará alimento no mundo? Os alimentos estão mais caros e mais escassos. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/geografia/faltara-alimento-no-mundo.htm.>. Acesso em: 9 fev. 2010. Adaptado.
No texto, o termo
Julgue o item a seguir, que trata da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST).
A gestão da PNSST cabe ao Grupo Executivo Interministerial de
Segurança e Saúde do Trabalhador (GEISAT), integrado, no
mínimo, por representantes da Casa Civil e dos Ministérios da
Fazenda, do Trabalho e Emprego, da Saúde e da Previdência
Social.
Julgue o item a seguir, que trata da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST).
Eliminar as políticas de monetarização dos riscos, adequar os
critérios de financiamento e concessão da aposentadoria especial
e estabelecer política tributária que privilegie as empresas com
menores índices de doenças e acidentes de trabalho, são algumas
das estratégias da PNSST para assegurar a precedência das ações
de prevenção sobre as de reparação.
Julgue o item a seguir, que trata da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST).
Nos últimos anos, aumentaram as agressões e os episódios de
violência contra o trabalhador no seu local de trabalho. Como
exemplo, podem-se citar a violência ligada às relações de gênero
e o assédio moral, caracterizados por agressões entre pares, chefias
e subordinados.
Julgue o item a seguir, que trata da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST).
A PNSST está diretamente relacionada às políticas de trabalho,
previdência social, meio ambiente e saúde e apresenta interfaces
com as políticas econômicas, de indústria e comércio, agricultura,
ciência e tecnologia, educação e justiça.
Considerando o modelo da história natural e prevenção de doenças e agravos de saúde proposto por Laevell e Clark, julgue o item seguinte.
Diagnóstico precoce e tratamento imediato são medidas de
prevenção secundária.
Considerando o modelo da história natural e prevenção de doenças e agravos de saúde proposto por Laevell e Clark, julgue o item seguinte.
A prevenção primária por promoção da saúde envolve ações de
ordem geral, como moradia adequada, escolas, alimentação
adequada, medidas de higiene pessoal e do lar e educação em todos
os níveis.