Foram encontradas 17.086 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Um trabalhador de uma indústria química, responsável pela manipulação de produtos de limpeza, apresenta-se na emergência com quadro de tosse seca, dispneia progressiva, dor torácica e cefaleia. Ao exame físico, apresenta-se taquipneico, com sibilos difusos à ausculta pulmonar e cianose periférica. A radiografia de tórax revela infiltrado pulmonar bilateral difuso.
Considerando a história ocupacional e o quadro clínico, qual o agente químico mais provavelmente associado à sintomatologia apresentada?
O hemograma é um exame essencial para a avaliação do estado hematológico de um paciente, fornecendo informações valiosas sobre diversas condições clínicas. Considere os itens abaixo e seus achados:
I - : Uma elevação dessa célula geralmente indica infecção bacteriana, inflamação ou mesmo leucemia mieloide crônica, sendo uma célula fundamental na resposta imune inata, principalmente na fagocitose de microrganismos.
II - : Uma diminuição dessa célula pode estar relacionada a anemia aplástica, quimioterapia ou doenças autoimunes, sendo responsável pelo transporte de oxigênio no sangue.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos itens:
As lesões elementares da pele são manifestações cutâneas que servem como ponto de partida para o diagnóstico de diversas condições dermatológicas. Considere os itens abaixo:
I - _________________ : Lesão circunscrita, elevada, sólida e palpável, que pode ser encontrada em várias condições dermatológicas, como verrugas ou queratoses actínicas, com diâmetro geralmente inferior a 1 cm.
II - ________________: Lesão plana e não palpável, de cor distinta da pele ao redor, que pode indicar alterações pigmentares ou vasculares, como na púrpura ou nas máculas melanocíticas.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos itens:
Em relação à navegação na internet, selecione a alternativa correta para preencher a lacuna no texto a seguir:
A __________ é uma camada mais profunda e inacessível da internet, onde o acesso é restrito e requer o uso de um navegador especializado, como o Tor. Nessa área, devido à limitada supervisão e à dificuldade de rastrear usuários, diversas práticas ilícitas podem ocorrer, reforçando sua fama de ser um ambiente oculto.
Analise a imagem a seguir, que ilustra uma planilha produzida no Microsoft Excel 2019.

Considere que o dia 07/10/2024 ocorreu em uma segunda-feira.
Qual será o valor resultante após o usuário pressionar “Enter” na célula C2:
Uma caixa cúbica foi cortada e suas faces foram colocadas num mesmo plano:

Sabe-se que a soma das áreas das 6 faces do cubo resulta em 54 cm2 . Com isso, pode-se afirmar que o volume do cubo é:
O gráfico abaixo mostra o número de estudantes numa escola que ficaram com média anual máxima, por disciplina, em 2020 e em 2021:

Com base no gráfico, pode-se afirmar que a disciplina que teve a maior diferença no número de estudantes com nota máxima, entre os dois anos apresentados, foi:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?
Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.
Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).
Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.
Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada).
Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.
É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo.
Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico.
ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições
equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista
Superinteressante. Adaptado. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?
Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.
Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).
Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.
Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada).
Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.
É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo.
Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico.
ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições
equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista
Superinteressante. Adaptado. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?
Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.
Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).
Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.
Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada).
Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.
É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo.
Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico.
ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições
equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista
Superinteressante. Adaptado. Disponível em