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I. Os sinais clínicos mais frequentes nos caninos acometidos por LV são lesões cutâneas, onicogrifose, perda de peso, esplenomegalia e hepatomegalia.
II. O tratamento de um cão sintomático proporciona a melhora do seu estado geral e o desaparecimento dos sinais clínicos, além de impedir a transmissão para o inseto vetor.
III. A vacina contra a LV canina deve ativar principalmente a imunidade humoral, impedindo tanto a infecção, quanto a transmissão do parasita para o inseto vetor.
IV. A proteção individual dos cães inclui o uso de inseticidas tópicos, como deltametrina e permetrina em soluções, spot-on, sprays ou coleiras repelentes, o que resulta em diminuição do risco de transmissão do parasita para o inseto vetor.
V. O diagnóstico da LV em cães pode ser feito por meio da observação direta de formas amastigotas do parasita em esfregaços obtidos por citologia aspirativa bem como por métodos sorológicos, ambos mais específicos que a detecção do DNA do parasito por meio da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) convencional.
Estão corretas:
I. A transmissão da doença entre felinos e seres humanos ocorre principalmente pela inoculação do fungo a partir de arranhões ou mordeduras de animais infectados. Assim, profissionais e cuidadores que lidam diretamente com estes animais apresentam maior risco de exposição ao agente patogênico.
II. As formas mais importantes de contenção de surtos da doença incluem a notificação de casos, tanto em humanos, quanto em animais, o controle populacional de felinos, principalmente de abrigos, o diagnóstico precoce e a eutanásia de animais acometidos pela doença.
III. As formas clínicas da esporotricose felina variam. Pode haver uma única lesão ou múltiplas lesões cutâneas, além de formas sistêmicas disseminadas, porém a apresentação mais comum são múltiplas lesões cutâneas com envolvimento da mucosa, principalmente a mucosa nasal.
Está(ão) correta(s):
I. A Doença do Trato Urinário Inferior Felina (DTUIF) descreve o grupo de sinais clínicos relacionados com problemas de eliminação de urina, sem identificar a etiologia. Diversos distúrbios foram indicados como causas de DTUIF, como Cistite Idiopática Felina (CIF), urolitíase, tampões uretrais, anomalia anatômica, neoplasia, infecção e problemas comportamentais.
II. A causa mais comum de obstrução em felinos é a Cistite Idiopática Felina, seguida de urolitíase, sendo neoplasias e Infecções do Trato Urinário (ITU) etiologias menos comuns.
III. Considerando que a etiologia da CIF ainda é desconhecida, as recomendações atuais de tratamento estão direcionadas para a diminuição da gravidade e da frequência dos sinais clínicos até a cura com o uso de medicações ansiolíticas.
IV. Os urólitos de estruvita também são chamados de urólitos de fosfato triplo ou de fosfato amoníacomagnesiano, ocorrem com maior frequência na bexiga e, em geral, formam-se na urina infectada por bactérias produtoras de urease no gato.
I. O uso de drenos pode ser mais comum devido a não redução do espaço morto em algumas técnicas.
II. Pode-se citar como exemplos de retalhos pediculados os de avanço, os de transposição, os rotacionais, os de interpolação e o retalho de padrão axial.
III. Os retalhos musculares podem ser empregados para cobrir defeitos de tecidos moles, auxiliar em herniorrafias e no tratamento de fraturas.
IV. Os enxertos de espessura parcial são mais viáveis do que os de espessura total.
Estão corretas: