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( ) pseudopólipos ( ) apendicetomia tem efeito “protetor” ( ) Cobblestone ( ) eritema nodoso ( ) câncer de cólon
Associe o número (1) para retocolite ulcerativa e o número (2) para doença de Cronh. Leve em consideração que algumas das condições abaixo podem ocorrer nas duas doenças, mas apresentam maior prevalência em uma das duas.
Assim, a associação correta, na ordem apresentada, é:
Os exames laboratoriais mostravam: leucometria 15000 Hto 38%, glicemia 180 mg/dL, TGO 80, TGP 60, creatinina 4 mg/dL, amilase 500 U/l, triglicerídeos 1200 mg/dL. O paciente foi internado e acompanhado na clínica médica. Cerca de oito semanas após, seu exame revelava uma massa em mesogástrio e novo exame laboratorial revelava leucometria 8000 HTO 40%, glicemia 140 mg/dL, TGO 38, TGP 36, creatinina 2,1 mg/dL, amilase 440 U.
De acordo com esses dados, assinale a melhor opção com relação ao diagnóstico e a complicação apresentada.
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
O diagnóstico mais provável é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
A conduta inicial mais adequada é
Endoscopia digestiva alta mostra anéis esofágicos concêntricos e estrias longitudinais. Biópsias revelam infiltração com mais de 15 eosinófilos por campo de grande aumento.
O diagnóstico mais provável é
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é
Ao exame: paciente hipocorada +/4, eupneica, presença de telangectasias na face e discreta microstomia. Havia edema das mãos e alterações da pigmentação da pele (lesões tipo vitiligo). Uma endoscopia realizada há 3 meses demonstrou erosões confluentes a partir do 1/3 distral do esôfago com discreta redução da luz do órgão. A paciente começou a fazer uso de ranitidina com melhora temporária do seu quadro clínico.
Assinale a opção que seria mais compatível com a manometria esofagena desse paciente.
Esse exame demonstrou ainda que a junção escamocolunar (JEC) se localizava 30 mm acima do pinçamento diafragmático. Na época, fez uso de ranitidina 300 mg duas vezes ao dia por 60 dias e elevação de cabeceira da cama com melhora sintomática. Uma nova endoscopia alta demonstrou, além dos achados anteriores, a presença de anel esofageano próximo JEC.
Baseado nos dados fornecidos, assinale a afirmativa correta.
Esse relato indica
O exame revela a presença de múltiplos divertículos (mais de 15) no cólon sigmoide, descendente, transverso e ascendente. Além disso, o endoscopista descreve espasticidade em cólon sigmoide, associada a eritema e edema na mucosa adjacente de alguns óstios diverticulares. Também se observam algumas áreas de erosão esparsas. Não há sinais de sangramento ativo, perfuração ou fístulas.
Com base nesses achados e na Classificação DICA (Diverticular Inflammation and Complication Assessment), o estadiamento correto para essa paciente é
A manometria esofágica de alta resolução revela aperistalse no corpo do esôfago e relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI). A radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno evidencia uma grande dilatação esofágica, com calibre superior igual a 8 cm e sem tortuosidades.
Com base no quadro clínico e nos achados radiológicos, a classificação de Rezende para o caso descrito é
O exame anatomopatológico da peça cirúrgica revela um adenocarcinoma que invade a serosa, mas não perfura o peritônio visceral. Foram identificados linfonodos metastáticos em 3 dos 15 linfonodos regionais ressecados. Não há evidência de metástases a distância nos exames de imagem pré-operatórios e nem durante o intraoperatório.
Com base nesses achados, a classificação TNM e o estádio tumoral do paciente são:
O diagnóstico mais provável para a clínica apresentada pela paciente é