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Q3724820 Medicina
No manejo das obstruções traqueais, principalmente nas obstruções por câncer de pulmão, fora de possibilidade de cura, eventualmente é necessário o uso de abordagens endoscópicas para se manter a permeabilidade da luz traqueal e a consequente manutenção da respiração.

Uma paciente de 62 anos, com câncer de pulmão refratário ao tratamento adjuvante com quimio e radioterapia, foi atendida na emergência com quadro de dispneia intensa. A tomografia do tórax evidenciou uma volumosa massa no ápice direito determinando uma grande compressão extrínseca traqueal.

Nesse caso, a abordagem imediata que pode ser utilizada para aliviar o sintoma respiratório e melhorar a qualidade de vida dessa paciente é a
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Q3724819 Medicina
O isolamento pulmonar moderno é obtido basicamente por uma de duas técnicas: os tubos de dupla luz ou os bloqueadores brônquicos, tecnologias mais complementares do que concorrentes, cada uma com suas vantagens. Portanto, devemos conhecê-las bem para obtermos o melhor benefício de cada uma em cada situação específica.

Assinale a opção que apresenta uma vantagem observada no uso de um tubo de dupla luz.
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Q3724818 Medicina
Os tubos de dupla luz são muito usados em cirurgia torácica e são importantíssimos em cirurgias nas quais é fundamental se isolar um pulmão. Em uma cirurgia de urgência que iria ser realizada em razão de uma hemoptise volumosa por um micetoma intracavitário, o anestesista solicitou um tubo de dupla luz e o arsenal informou que havia disponível apenas um tubo de dupla luz de PVC, sem gancho carinal e que poderia seletivar ambos os brônquios.

O tubo que tem essas características é o
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Q3724817 Medicina
No manejo do paciente candidato à cirurgia torácica, a avaliação funcional respiratória é uma condição extremamente relevante e, que determina a possibilidade de se realizar uma ressecção pulmonar.

Entre os testes que podem ser usados para esse fim, aquele em que, para sua execução, o paciente é estimulado a percorrer uma distância estabelecida entre dois cones, contornando-os, segundo o ritmo determinado por sinais sonoros e, constituído por 12 estágios com um minuto de duração cada, é o
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Q3724816 Medicina
Uma paciente de 12 anos foi encaminhada pelo pediatra para avaliação por deformidade da parede torácica. A TC do tórax revelava ausência da porção costoesternal do músculo grande peitoral, hipoplasia de mama e do mamilo e braquissindactilia.

O diagnóstico dessa criança é
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Q3724815 Medicina
Mulher de 44 anos, ex-tabagista com 40 anos-maço, é acompanhada por DPOC grave. Está em uso de broncodilatadores, corticoides inalatórios e oxigenoterapia domiciliar contínua. Apesar da adesão ao tratamento, mantém dispneia intensa aos mínimos esforços (classe funcional III da MRC), sem melhora significativa. A tomografia de alta resolução mostra enfisema pulmonar heterogêneo com predomínio nos lobos superiores. Espirometria revela VEF1 de 28% do previsto e hiperinsuflação pulmonar importante.

A melhor conduta cirúrgica a ser considerada para essa paciente é
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Q3724814 Medicina
Homem de 57 anos, com câncer de próstata metastático e internado por fratura de fêmur, desenvolve dispneia súbita e taquicardia. A angiotomografia confirma TEP bilateral. Inicia-se heparina não fracionada intravenosa, mas no dia seguinte o paciente apresenta sangramento ativo digestivo com queda acentuada do hematócrito, necessitando suspensão da anticoagulação.

Diante desse quadro, a conduta mais apropriada para prevenção de novos eventos tromboembólicos é
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Q3724813 Medicina
Um homem de 51 anos, hipertenso e com fibrilação atrial, foi internado por TEP maciço confirmado por angio-TC. Recebeu trombólise com fibrinolítico intravenoso e, após estabilização hemodinâmica, iniciou anticoagulação com heparina não fracionada. No 2º dia de internação, apresenta queda de hematócrito, PA 92/60 mmHg e dor abdominal difusa. O exame físico revela sensibilidade à palpação do flanco direito e hemorragia em parede abdominal inferior.

A complicação mais provável associada ao tratamento instituído é
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Q3724812 Medicina
Paciente do sexo feminino, 71 anos, com antecedente de hipertensão e obesidade, é admitida por dispneia súbita, dor torácica e síncope. Exame físico revela PA de 82/56 mmHg, FC de 128 bpm e turgência jugular. ECG mostra taquicardia sinusal. Ecocardiograma à beira-leito revela dilatação de ventrículo direito e hipocinesia do septo interventricular. Tomografia de tórax confirma tromboembolismo pulmonar maciço.

A conduta terapêutica de escolha para essa paciente, neste momento, é
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Q3724811 Medicina
Homem de 36 anos, previamente hígido, é admitido com queixa súbita de dor torácica pleurítica e dispneia intensa após uma viagem de 12 horas de ônibus. Ao exame, apresenta frequência cardíaca de 118 bpm, saturação de O₂ em 89% em ar ambiente, frequência respiratória de 26 irpm e pressão arterial de 128/82 mmHg. O ECG revelava taquicardia sinusal. Radiografia de tórax sem alterações significativas. Escore de Wells é calculado em 6,5 pontos.

A conduta diagnóstica mais apropriada neste momento é
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Q3724810 Medicina
Um paciente de 80 anos com uma lesão descrita pela TC de tórax como sólida, espiculada, medindo cerca de 3,5 cm de diâmetro e localizada no LSE, foi submetido a uma punção transparietal que revelou adenocarcinoma. A TC também evidenciava um linfonodo proeminente de 2 cm na cadeia 7, que necessitava investigação diagnóstica complementar para se estabelecer uma conduta propedêutica correta.

A cadeia linfonodal que representa esse linfonodo e o exame que pode ser indicado para realizar o diagnóstico são
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Q3724809 Medicina
Sobre os distúrbios vasculares congênitos, observamos uma síndrome associada a um pulmão direito hipoplásico, com drenagem da veia pulmonar para a veia cava inferior, cuja correção obrigatoriamente se dá com suporte cardiopulmonar extracorpóreo, por meio da confecção de uma anastomose entre a veia pulmonar e o átrio esquerdo.

Esse texto se refere à síndrome de
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Q3724808 Medicina
Com relação às malformações broncopulmonares congênitas, é correto afirmar sobre o enfisema lobar congênito que
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Q3724807 Medicina
Várias anormalidades pulmonares congênitas podem ocorrer como consequência de distúrbios na embriogênese.

Sobre essas patologias, é correto afirmar que a 
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Q3724766 Medicina
Mulher de 55 anos, G4P4, com história de sangramento vaginal irregular e dor pélvica há 4 meses.
Ao exame especular, lesão exofítica visível no colo uterino com sangramento ao toque. Toque vaginal revela extensão da lesão para o terço inferior da vagina e fixação à parede pélvica esquerda. Urografia excretora evidencia hidronefrose à esquerda. Tomografia computadorizada sem sinais de metástases à distância. Biópsia confirma carcinoma epidermoide invasivo.

Com base nas informações clínicas e no estadiamento FIGO 2018, o estadiamento mais adequado é o
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Q3724765 Medicina
Mulher de 28 anos, previamente hígida, procura atendimento por lesão indolor em vulva, percebida há aproximadamente 10 dias. Refere relação sexual desprotegida com parceiro eventual há cerca de três semanas. Nega corrimento, febre ou prurido.
Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.

O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
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Q3724764 Medicina
Mulher de 66 anos, G5P5, sexualmente ativa, procura avaliação ginecológica por sensação de peso vaginal, exteriorização de abaulamento ao esforço e incontinência urinária aos esforços. Ao exame ginecológico com manobra de Valsalva, observam-se os seguintes parâmetros do sistema POP-Q: Aa em +2, Ba em +3, ponto C em +2, D em +1, Ap em –1, Bp em 0, e comprimento vaginal total (TVL) de 8 cm. Genitália externa sem atrofia significativa.

Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos. 
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Q3724763 Medicina
Mulher de 39 anos, G3P3, procura atendimento por amenorreia secundária há 3 anos e fadiga progressiva. Relata que, após o último parto, apresentou hemorragia puerperal grave com necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, não voltou a menstruar, não apresentou lactação e vem notando ressecamento vaginal e queda de cabelos. Ao exame: PA 94/62 mmHg, FC 96 bpm, pele seca, genitália externa atrófica, mamas hipotróficas. IMC: 23 kg/m².
Exames laboratoriais:

• TSH: 0,1 µUI/mL;
• T4 livre: 0,4 ng/dL;
• FSH: 2,1 mUI/mL;
• LH: 1,9 mUI/mL;
• Cortisol matinal: 4,1 µg/dL;
• Prolactina: 2,1 ng/mL.

O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
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Q3724760 Medicina
Paciente de 24 anos, G0P0, previamente hígida, procura atendimento com dor pélvica em baixo ventre há 5 dias, de intensidade progressiva, associada a corrimento vaginal purulento e febre não aferida. Refere também dispareunia e disúria.
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 oC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.

A conduta inicial mais adequada é
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Q3724759 Medicina
Mulher de 26 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece para exame ginecológico de rotina. Refere ciclos menstruais regulares, sem queixas geniturinárias.
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.

A conduta mais apropriada diante desse achado é
Alternativas
Respostas
6981: E
6982: C
6983: C
6984: B
6985: B
6986: C
6987: C
6988: B
6989: C
6990: D
6991: A
6992: C
6993: A
6994: C
6995: D
6996: B
6997: A
6998: D
6999: D
7000: B