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Q3725575 Medicina
Escolar do sexo feminino, 11 anos, previamente hígida, apresenta queixas de febre vespertina, fadiga, perda de peso, dor articular em joelhos e punhos, além de lesões eritematosas em região malar que poupam o sulco nasolabial. Ao exame físico, apresenta-se pálida, com pressão arterial de 130/90 mmHg, hepatomegalia discreta e edema de membros inferiores. Exames laboratoriais revelam: Hb 9,2 g/dL, leucócitos 2.800/mm³, plaquetas 110.000/mm³, urina 1 com proteinúria 3+ e hematúria microscópica. Função renal: ureia 52 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL. FAN positivo (1:640, padrão nuclear pontilhado fino), antiDNA nativo positivo, C3 e C4 reduzidos.

Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada.
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Q3725570 Medicina
Lactente do sexo feminino, 10 meses, é trazida à consulta por apresentar atraso no crescimento e episódios recorrentes de vômitos. A mãe relata que a criança se alimenta bem, mas não ganha peso como o esperado. Ao exame físico, apresenta estatura e peso abaixo do percentil 3, fontanela anterior ampla e tônus muscular reduzido. Exames laboratoriais mostram: pH arterial 7,29, bicarbonato 14 mEq/L, ânion gap normal, potássio 2,9 mEq/L, cloro 113 mEq/L. Glicemia e função renal normais. Urina com pH de 6,5 e ausência de glicosúria ou proteinúria.

Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial.
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Q3725566 Medicina
Paciente masculino, 12 anos, com história de leucemia linfoblástica aguda (LLA) diagnosticada há 9 meses, atualmente em fase de consolidação do tratamento com quimioterapia, incluindo dexametasona, metotrexato e vincristina.
A mãe relata que, nas últimas semanas, o paciente apresenta ganho ponderal importante, fraqueza muscular proximal, pletora facial, estrias violáceas no abdome e alteração do humor. Ao exame físico: PA 135/85 mmHg, glicemia capilar 168 mg/dL, IMC no percentil 97. Não há sinais de puberdade avançada ou atraso puberal. Nega cefaleia, vômitos ou alterações visuais.

Com base no quadro clínico descrito, assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada.
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Q3725563 Medicina
Paciente masculino, 9 anos, previamente hígido, é levado à emergência com febre persistente (picos de 39 C há 4 dias), dor abdominal difusa, vômitos, diarreia aquosa e exantema maculopapular em tronco e membros. Há 3 semanas, mãe e irmão apresentaram teste positivo para SARS‑CoV‑2 (variante Ômicron XBB sublinhagem). A criança não foi testada na ocasião e permaneceu assintomática. Exame físico: PA 88/50 mmHg, FC 132 bpm, FR 30 ipm, SpO₂ 96 % em ar ambiente, temperatura 38,8 °C. Conjuntivite não purulenta, hiperemia labial. Ausculta cardíaca normal. Os exames laboratoriais revelam: hemograma: leucócitos 5 300 cél/mm³ (linfócitos 12 %), plaquetas 128 000 /mm³; PCR 195 mg/L, ferritina 780 ng/mL, D‑dímero 2 200 ng/mL; Troponina I 0,23 ng/mL (VR < 0,04); Procalcitonina 0,7 ng/mL; RT‑PCR para SARS‑CoV‑2: negativo; sorologia SARS‑CoV‑2 IgG nucleocapsídeo: positiva. Ecocardiograma: fração de ejeção 50 %, discreta dilatação da artéria coronária direita (Z‑score +2,5).

Com base no quadro apresentado, o diagnóstico mais provável é
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Q3725558 Medicina
Lactente masculino de 6 meses, nasceu a termo com 39 semanas via parto vaginal, peso ao nascer 3.200 g. Recebeu vitamina K, BCG e 1ª dose de hepatite B na maternidade. Aos 5 meses, foi internado por pneumonia grave e candidíase oral refratária. Investigação imunológica: linfócitos T CD3+ 180 cél/mm³, linfócitos B CD19+ 22 cél/mm³, NK 45 cél/mm³ com o diagnóstico de Imunodeficiência Combinada Severa (SCID) ligada ao X. Realiza IVIG mensal (400 mg/kg), TMP‑SMX e fluconazol profiláticos. Transplante de células‑tronco hematopoiéticas (TCTH) programado em 2 meses.

A conduta vacinal mais apropriada neste momento é
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Q3725557 Medicina
Recém-nascida do sexo feminino, com 38 semanas e pré-natal adequado sem intercorrências. Nasce de parto vaginal com líquido amniótico claro, de mãe que não fez uso sedativos. Peso ao nascer: 3.150 g. No momento do nascimento, a equipe identifica que a bebê está hipotônica, em apneia e apresenta FC de 80 bpm. Foi realizado aquecimento, posicionamento da via aérea e estímulo tátil por 30 segundos, sem resposta. Apgar: 3 no 1º minuto e 6 no 5º minuto. Inicia-se então ventilação com pressão positiva (VPP) com máscara e balão autoinflável. Após 30 segundos, há melhora da frequência cardíaca para 110 bpm, porém a apneia persiste.

Diante do quadro descrito, a próxima conduta no manejo dessa apneia persistente deve ser 
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Q3725555 Psiquiatria
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver‑se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.

Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é 
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Q3725550 Medicina
Lactente, 10 meses de idade, é trazido ao pronto-socorro com história de convulsão na manhã do atendimento. A mãe relata história de febre há cerca de 2 dias (até 39 oC), associada a irritabilidade e redução do apetite. Fora avaliado no dia anterior, recebendo diagnóstico de otite média aguda à direita e iniciando amoxicilina (está em uso há cerca de 24 horas) e antipiréticos.
A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 oC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 oC; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO₂: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.

A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é 
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Q3725543 Medicina
Lactente de 5 meses, amamentado exclusivamente com fórmula, apresenta fezes com muco e sangue há duas semanas. Boa aceitação alimentar, sem vômitos, ganho ponderal adequado. Mãe relata história de rinite alérgica.

O diagnóstico mais provável é de
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Q3725539 Medicina
Menino de 6 anos, previamente com desenvolvimento neuropsicomotor adequado, é trazido à consulta por regressão na linguagem expressiva há cerca de 4 meses.
A mãe relata que ele, que já falava frases completas, passou a ter dificuldade crescente para formar palavras e responder comandos verbais, mesmo sem alterações auditivas aparentes. O comportamento tornou-se mais irritadiço, com períodos de desatenção, isolamento e episódios noturnos em que se debate na cama, com rigidez e salivação excessiva.
O exame físico neurológico não apresenta déficits motores ou sensitivos, mas não executa comandos verbais simples nem emite frases coerentes. Teste de audiometria normal. Ressonância magnética de crânio sem alterações estruturais. EEG com padrão de descargas epileptiformes bilaterais, contínuas durante o sono, com predominância nas regiões temporais posteriores.

Nesse caso, o diagnóstico mais provável é de
Alternativas
Q3725537 Medicina
Uma lactente de 2 meses, previamente hígida, comparece à consulta de rotina com sintomas gripais leves há 3 dias. A mãe relata que a irmã de 3 anos está com tosse e febre.
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.

A conduta mais adequada nesse caso é
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Q3725536 Medicina
Paciente de 36 anos, sexo feminino, procura atendimento por disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 2 anos, acompanhada de regurgitação frequente de alimentos não digeridos, perda de 8 kg no período e dor retroesternal esporádica.
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:

• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).

A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.

De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é: 
Alternativas
Q3725533 Medicina
Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista, procura atendimento com queixa de dispepsia crônica. Nega perda ponderal significativa, disfagia ou vômitos persistentes. Foi submetido à endoscopia digestiva alta, que revelou gastrite atrófica multifocal leve, sem lesões ulceradas. A biópsia histológica evidenciou gastrite atrófica com metaplasia intestinal leve, escore OLGA II, associado a presença de Helicobacter pylori positivo.

A melhor conduta terapêutica para esse paciente é 
Alternativas
Q3725532 Medicina
Paciente do sexo masculino, 62 anos, assintomático, procura avaliação de rotina para rastreamento de câncer colorretal. Nega história familiar para neoplasias. Foi realizada colonoscopia, completa, até o íleo distal, com preparo adequado (Escala de Boston: 9), sendo identificado 1 pólipo pediculado, Paris 0-Ip, com polo cefálico medindo 1,5 cm e pedículo com 4 mm, localizado em cólon sigmoide, removido com alça diatérmica em peça única, sem intercorrências. Histopatológico revela adenoma viloso com displasia de alto grau com pedículo livre.

Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
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Q3725531 Medicina
Paciente do sexo masculino, 54 anos, etilista crônico, com diagnóstico prévio de cirrose hepática, procura auxílio médico com aumento progressivo de volume abdominal, edema em membros inferiores e sonolência. Encontra-se ictérico (++/4+). Abdome globoso com circulação colateral e ascite moderada. Edema (++/4+) em membros inferiores. Presença de flapping.
Exames laboratoriais:

• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).

Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
Alternativas
Q3725530 Medicina
Um estudo avaliou os efeitos de diferentes dietas em 30 voluntários adultos saudáveis. Os participantes receberam por QUATRO semanas uma dieta rica em fibras fermentáveis (como inulina, pectina e amido resistente).
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:

• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.

Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos. 
Alternativas
Q3725528 Medicina
Paciente do sexo masculino, 48 anos, chega ao pronto-socorro com dor intensa em fossa ilíaca direita, náuseas e vômitos. Refere episódios prévios de dor pós-prandial em hipocôndrio direito. Nega febre. Exame físico com dor à palpação de hipocôndrio direito, sinal de Murphy positivo, sem icterícia.
Exames laboratoriais:

• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).

Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico: 
Alternativas
Q3725527 Medicina
Um homem de 52 anos chega ao pronto-atendimento com dor abdominal intensa na região epigástrica, irradiando para região dorsal, iniciada há cerca de 12 horas. Refere náuseas e vômitos. Há histórico de etilismo e colelitíase conhecida.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 oC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:

• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).

Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.

Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso. 
Alternativas
Q3725526 Medicina
Mulher de 34 anos, previamente hígida, procura atendimento por dor abdominal difusa há 8 meses, associada a distensão abdominal e alteração de hábito intestinal, alternando episódios de diarreia e constipação. Relata melhora parcial dos sintomas após a evacuação. Nega febre, perda ponderal ou sangue nas fezes. História familiar negativa para doenças inflamatórias intestinais ou câncer colorretal.
Exame físico, abdome peristáltico, flácido, indolor e timpânico. Sem massas ou visceromegalias palpáveis. Exames laboratoriais com hemograma normal, PCR normal e calprotectina fecal de 120 mcg/g (valor de referência: < 50 mcg/g).

Considerando o quadro apresentado, a conduta mais adequada seria 
Alternativas
Q3725523 Medicina
Em relação ao anel de Schatzki, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
6881: B
6882: B
6883: C
6884: B
6885: A
6886: B
6887: C
6888: A
6889: B
6890: D
6891: C
6892: A
6893: B
6894: B
6895: D
6896: B
6897: A
6898: E
6899: C
6900: D