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Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada.
Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial.
A mãe relata que, nas últimas semanas, o paciente apresenta ganho ponderal importante, fraqueza muscular proximal, pletora facial, estrias violáceas no abdome e alteração do humor. Ao exame físico: PA 135/85 mmHg, glicemia capilar 168 mg/dL, IMC no percentil 97. Não há sinais de puberdade avançada ou atraso puberal. Nega cefaleia, vômitos ou alterações visuais.
Com base no quadro clínico descrito, assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada.
Com base no quadro apresentado, o diagnóstico mais provável é
A conduta vacinal mais apropriada neste momento é
Diante do quadro descrito, a próxima conduta no manejo dessa apneia persistente deve ser
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 oC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 oC; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO₂: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.
A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é
O diagnóstico mais provável é de
A mãe relata que ele, que já falava frases completas, passou a ter dificuldade crescente para formar palavras e responder comandos verbais, mesmo sem alterações auditivas aparentes. O comportamento tornou-se mais irritadiço, com períodos de desatenção, isolamento e episódios noturnos em que se debate na cama, com rigidez e salivação excessiva.
O exame físico neurológico não apresenta déficits motores ou sensitivos, mas não executa comandos verbais simples nem emite frases coerentes. Teste de audiometria normal. Ressonância magnética de crânio sem alterações estruturais. EEG com padrão de descargas epileptiformes bilaterais, contínuas durante o sono, com predominância nas regiões temporais posteriores.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é de
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.
A conduta mais adequada nesse caso é
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:
• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.
Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos.
Exames laboratoriais:
• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).
Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico:
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 oC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:
• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).
Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.
Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso.
Exame físico, abdome peristáltico, flácido, indolor e timpânico. Sem massas ou visceromegalias palpáveis. Exames laboratoriais com hemograma normal, PCR normal e calprotectina fecal de 120 mcg/g (valor de referência: < 50 mcg/g).
Considerando o quadro apresentado, a conduta mais adequada seria