Questões de Concurso Para residência

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Q4131989 Fisioterapia

Bebê com 2 meses de idade foi diagnosticado com torcicolo muscular congênito (TMC). Foi encaminhado para avaliação fisioterapêutica, que revelou TMC à esquerda e indicação de início imediato da intervenção, a qual os pais devem seguir diariamente em casa. Nesses casos, o alongamento é fundamental, podendo ser realizado em decúbito dorsal ou lateral, o que for mais confortável para a criança.


No caso de TMC à esquerda, o alongamento do músculo esternocleidomastoideo deve ser realizado com inclinação

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Q4131988 Fisioterapia

Augusto, 15 anos, com diagnóstico de DMD, encontra-se no estágio 4 de evolução da doença, portanto, é cadeirante desde os 10 anos, quando perdeu a marcha. Ele realiza avaliações fisioterapêuticas a cada 6 meses.


Um dos fatores em que o fisioterapeuta e o médico se baseiam para indicar a ventilação não invasiva noturna é:

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Q4131987 Fisioterapia

Na DMD, com a progressão da perda de força muscular, identificada pela diminuição da capacidade vital forçada (CVF) abaixo do predito para a idade, além da cinesioterapia, torna-se necessária a realização dos exercícios de empilhamento de ar (air stacking).


O valor de CVF considerado abaixo do predito é:

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Q4131986 Fisioterapia
Menino com 8 anos encontra-se no estágio II de evolução de distrofia muscular de Duchenne (DMD). Realiza fisioterapia desde o diagnóstico, que ocorreu aos 2 anos de idade. No seu plano de tratamento, indicados o treino de força muscular e o treino aeróbio. Nesses casos, são contraindicados:
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Q4131985 Fisioterapia

Em recém-nascidos e prematuros, quais medidas de avaliação pulmonar são úteis na avaliação e no acompanhamento de doenças como síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, displasia broncopulmonar e outros tipos de distress respiratório?

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Q4131984 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.


Isso é indicativo de déficit

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Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
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Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
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Q4131981 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação da PC, de acordo com o tônus muscular, é:
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Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

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Q4131979 Fisioterapia

O treinamento muscular respiratório é fundamental na reabilitação pulmonar e pode ser utilizado para força ou resistência, mas sempre há uma mistura de efeitos. Treinando a resistência, acaba-se treinando a força; treinando a força, gera-se hipertrofia. Nesse sentido, é fundamental que o fisioterapeuta saiba reconhecer os sinais de sobrecarga muscular respiratória.


Quais são esses sinais?

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Q4131978 Fisioterapia

As doenças pulmonares podem ser restritivas ou obstrutivas.


Assinale a alternativa que apresenta as características da doença pulmonar restritiva.

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Q4131977 Fisioterapia

Paciente, 60 anos, com diagnóstico de DPOC, foi encaminhado à fisioterapia para um programa de reabilitação pulmonar. Após a avaliação, ele foi classificado pelo índice de dispneia basal como grau 3.


O grau 3 em relação ao comprometimento funcional indica

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Q4131976 Fisioterapia

Ulisses, 62 anos, foi diagnosticado com fibrose pulmonar idiopática, doença difusa do parênquima pulmonar. Ele apresentou redução proporcional da capacidade vital forçada (CVF) e do volume expiratório no primeiro segundo (VEF1) e foi indicado a iniciar reabilitação pulmonar. Após avaliação, indicou-se a necessidade de treino aeróbio.


As alterações deste paciente sugerem que o tempo de exercício cíclico aeróbio recomendado é de

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Q4131975 Fisioterapia

A mobilização precoce pode reduzir os efeitos deletérios associados à internação dos pacientes em UTI. Sua realização deve estar apoiada em critérios de segurança, tanto para o início quanto para sua interrupção.


Os critérios cardiovasculares de segurança para iniciar a mobilização precoce são:

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Q4131974 Fisioterapia

Em pacientes em ventilação mecânica por insuficiência respiratória aguda, pode-se dividir o protocolo em cinco estágios desde a admissão do paciente até a alta hospitalar. Um paciente que abre os olhos, consegue direcionar o olhar e apresenta grau II de força para membros superiores, está no estágio II.


Nesse caso, ele poderá realizar transferência de deitado para sentado no leito por, no mínimo,

Alternativas
Q4131973 Fisioterapia

Na prescrição do exercício físico na UTI, o treino de força muscular é indicado de acordo com o quadro clínico do paciente.


A carga máxima (que pode ser gerada pelo peso do próprio corpo, por resistência elástica ou por pesos livres) a ser utilizada é aquela que o paciente consiga realizar entre

Alternativas
Q4131972 Fisioterapia

A prescrição do exercício físico na UTI deve levar em consideração a avaliação adequada dos pacientes e o tipo de protocolo a ser utilizado. Para um adequado controle da relação dose/intensidade, alguns critérios podem ser utilizados durante a prática do exercício no ambiente de UTI.


Esses critérios são:




Alternativas
Q4131971 Fisioterapia
Nos casos de trauma raquimedular para determinar o nível neurológico e motor, o músculo-chave é definido como aquele com inervação intacta quando a pontuação desse músculo no teste muscular manual é, pelo menos,
Alternativas
Q4131970 Fisioterapia
A capacidade funcional que o nível neurológico L1 ASIA pode atingir é
Alternativas
Respostas
2441: E
2442: A
2443: B
2444: D
2445: E
2446: A
2447: C
2448: D
2449: B
2450: D
2451: A
2452: D
2453: B
2454: C
2455: B
2456: E
2457: D
2458: E
2459: C
2460: A